Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimido revestido por película

Portugal - português - INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde)

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Ingredientes ativos:
Sinvastatina
Disponível em:
APceuticals - Farmacêutica, Lda.
Código ATC:
C10AA01
DCI (Denominação Comum Internacional):
Simvastatin
Dosagem:
10 mg
Forma farmacêutica:
Comprimido revestido por película
Composição:
Sinvastatina 10 mg
Via de administração:
Via oral
Unidades em pacote:
Blister - 20 unidade(s)
Tipo de prescrição:
MSRM
Grupo terapêutico:
3.7 Antidislipidémicos
Área terapêutica:
simvastatin
Resumo do produto:
5140553 - Blister 20 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 2 Ano(s)Temperatura: inferior a 25°C - Não comercializado - 10017628 - 50018426 ; 5140561 - Blister 30 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 2 Ano(s)Temperatura: inferior a 25°C - Não comercializado - 10017628 - 50018400 ; 5140579 - Blister 60 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 2 Ano(s)Temperatura: inferior a 25°C - Não comercializado - 10017628 - 50018418
Status de autorização:
Revogado (04 de Junho de 2013)
Número de autorização:
07/H/0433/001
Data de autorização:
2008-09-30

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos revestidos por película

Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

-Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.

-Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.

-Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento

pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.

-Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos

secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico

Neste folheto:

1. O que é a Sinvastatina APceuticals e para que é utilizada

2. Antes de tomar Sinvastatina APceuticals

3. Como tomar Sinvastatina APceuticals

4. Efeitos secundários possíveis

5. Como conservar a Sinvastatina APceuticals

6. Outras informações

1. O QUE É A Sinvastatina APceuticals E PARA QUE É UTILIZADA

A Sinvastatina APceuticals pertence ao grupo de medicamentos que reduz os níveis

colesterol,

conhecidos

estatinas

inibidores

redutase

hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA). O colesterol é essencial para o bom

funcionamento do organismo mas, se a sua quantidade no sangue for elevada,

poderá

originar

doenças

cardíacas

vasos

sanguíneos

(doenças

cardiovasculares).

O seu médico receitou-lhe Sinvastatina APceuticals para reduzir os riscos associados

a doença coronária. Se tem doença coronária ou está em risco de a desenvolver

(caso tenha diabetes, história de acidente vascular cerebral, ou outra doença dos

vasos sanguíneos), o Sinvastatina APceuticals pode prolongar a sua vida através da

redução do risco de ataque cardíaco ou de outras complicações cardiovasculares,

independentemente do nível de colesterol no sangue.

Sinvastatina

APceuticals

reduz

quantidade

colesterol

sangue.

Sinvastatina APceuticals baixa o nível de colesterol das LDL ("colesterol mau") e de

outras substâncias gordas denominadas trigliceridos e aumenta o colesterol das HDL

("colesterol bom"). Sinvastatina APceuticals é um medicamento do grupo dos

inibidores da redutase da hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA).

O colesterol-LDL é chamado de "colesterol mau" porque adere às paredes das suas

artérias. Por outro lado, o colesterol-HDL é chamado de "colesterol bom", porque se

crê que retira o "colesterol mau" dos vasos sanguíneos. Sinvastatina APceuticals

reduz

significativamente

"colesterol

mau"

triglicéridos;

aumenta

"colesterol bom".

A maioria das pessoas não tem sintomas imediatos de colesterol elevado. O seu

médico poderá mandar determinar o seu nível de colesterol através de uma simples

análise ao sangue. Mantenha as consultas regulares com o seu médico, para que ele

possa indicar-lhe a melhor maneira de controlar o seu colesterol.

2. ANTES DE TOMAR Sinvastatina APceuticals

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18-06-2010

INFARMED

Não tome Sinvastatina APceuticals

-Se tiver alergia (hipersensibilidade) à sinvastatina ou a qualquer outro componente

de Sinvastatina APceuticals (no caso de intolerância a alguns açucares, veja na

Secção 2, Informações importantes sobre alguns componentes da Sinvastatina

APceuticals);

-Se tem problemas de fígado;

-Se está, ou pensa que poderá estar, grávida ou se está a amamentar;

-Se está a tomar os medicamentos antifúngicos itraconazol ou cetoconazol;

-Se está a tomar os antibióticos eritromicina, claritromicina ou telitromicina;

-Se está a tomar o antidepressivo nefazodona;

-Se está a tomar medicamentos para o tratamento de infeção por HIV (inibidores da

protease do HIV) como o indinavir, nelfinavir, ritonavir ou saquinavir.

Se algum destes casos lhe for aplicável, não tome este medicamento. Fale primeiro

com o seu médico e siga os conselhos que lhe forem dados.

Tome especial cuidado com Sinvastatina APceuticals

Por favor informe o médico, que lhe receitou este medicamento, se consome

quantidades apreciáveis de bebidas alcoólicas ou se já teve alguma doença de

fígado. O seu médico poderá mandar fazer análises ao sangue, antes e depois do

início do tratamento, para verificar o estado do seu fígado.

Pare de tomar Sinvastatina APceuticals e contacte o seu médico imediatamente se

sentir dor, sensibilidade ou fraqueza musculares inexplicáveis enquanto estiver a

fazer tratamento com este medicamento. Em situações raras, há risco de problemas

musculares que poderão ser graves, incluindo esgotamento muscular, e que podem

resultar em lesões renais. Este risco está aumentado com doses mais elevadas de

Sinvastatina APceuticals.

Confirme

médico

farmacêutico

antes

tomar

Sinvastatina

APceuticals:

- se tem insuficiência respiratória grave.

A utilização de Sinvastatina APceuticals em crianças não é recomendada.

Ao tomar Sinvastatina APceuticals com outros medicamentos

Informe

seu médico

farmacêutico se

estiver

tomar

ou tiver tomado

recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita

médica.

O risco de problemas musculares poderá ser maior se a Sinvastina APceuticals for

tomada com determinados medicamentos. Tome particular atenção e informe o seu

médico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos (alguns foram já

mencionados na Secção 2, Não tome Sinvastatina APceuticals):

-Antifúngicos chamados itraconazol ou cetoconazol;

-Antibióticos chamados eritromicina, claritromicina ou telitromicina;

-Antidepressivo chamado nefazodona;

-Medicamentos para o tratamento de infeção por HIV como indinavir, nelfinavir,

ritonavir ou saquinavir;

-Um medicamento usado para suprimir o sistema imunitário chamado ciclosporina;

-Danazol, um medicamento usado para tratar distúrbios hormonais;

-Medicamentos derivados do ácido fíbrico (gemfibrozil, fenofibrato ou bezafibrato);

-Um medicamento usado para tratar o batimento irregular do coração chamado

amiodarona;

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INFARMED

-Medicamenos usados para tratar a pressão arterial elevada, a dor torácica associada

a problemas cardíacos, ou qualquer outra doença do coração, chamados verapamil

ou diltiazem;

-Doses elevadas (iguais ou superiores a 1 g por dia) de niacina ou ácido nicotínico.

É também importante informar o seu médico se estiver a tomar anticoagulantes

(medicamentos que previnem os coágulos no sangue, como a varfina, fenprocumona

ou acenocumarol) uma vez que o seu efeito poderá ser aumentado.

Ao tomar Sinvastatina APceuticals com alimentos e bebidas

Continue com qualquer regime alimentar especial que lhe tenha sido aconselhado.

Este medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos.

O sumo de toranja contém um ou mais componentes que alteram o metabolismo de

alguns medicamentos, incluindo Sinvastatina APceuticals. O consumo de sumo de

toranja deverá ser evitado.

Gravidez e aleitamento

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Não tome Sinvastatina APceuticals se estiver ou suspeitar que possa estar grávida,

ou se estiver a tentar engravidar. Se ficar grávida enquanto estiver a tomar

Sinvastatina APceuticals, pare o tratamento de imediato e contacte o seu médico.

Não tome este medicamento se estiver a amamentar.

Condução de veículos e utilização de máquinas

Não é esperado que a Sinvastatina APceuticals afecte a capacidade de condução de

veículos ou de utilização de máquinas. No entanto, enquanto a conduzir veículos ou a

utilizar máquinas, deve ser tido em consideração que, em casos raros, foram

relatadas tonturas.

Informações importantes sobre alguns componentes da Sinvastatina APceuticals

A Sinvastatina APceuticals contém lactose. Se foi informado pelo seu médico que tem

intolerância a alguns açúcares, contacte-o antes de tomar este medicamento.

3. COMO TOMAR Sinvastatina APceuticals

Tomar Sinvastatina APceuticals sempre de acordo com as indicações do médico. Fale

com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas. A dose inicial habitual é de 20

ou 40 mg por dia administrados em dose única à noite. O seu médico poderá ajustar

a dose de Sinvastatina APceuticals até um máximo de 80 mg por dia, administrado

em dose única à noite. O seu médico poderá receitar doses mais baixas, sobretudo,

estiver

tomar

alguns

medicamentos

atrás

mencionados

tiver

determinados problemas renais.

Tome Sinvastatina APceuticals durante o tempo que o seu médico lhe indicar.

Se tomar mais Sinvastatina APceuticals do que deveria

Se tomar mais Sinvastatina APceuticals do que deveria, contacte imediatamente o

seu médico ou o seu farmacêutico.

Caso se tenha esquecido de tomar Sinvastatina APceuticals

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Se parar de tomar Sinvastatina APceuticals

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18-06-2010

INFARMED

Se parar de tomar Sinvastatina APceuticals, o seu colesterol poderá aumentar

novamente, aumentando também o risco de doenças cardíacas ou dos vasos

sanguíneos.

Se quiser parar de tomar este medicamento, consulte o seu médico ou o seu

farmacêutico.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu

médico ou farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como todos os medicamentos, a Sinvastatina APceuticals pode causar efeitos

secundários, no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Foram reportados os seguintes efeitos secundários raros (≥1/10.000,<1/1000): dor,

perturbações digestivas (como náuseas, vómitos, prisão de ventre, diarreia, gases

intestinais, indigestão e dor abdominal), fraqueza, dor de cabeça, tonturas, sensação

de formigueiro, dormência ou perda de sensibilidade nos braços e pernas, queda de

cabelo superior ao normal, irritação na pele, comichão, problemas de fígado, danos

musculares (ver abaixo), ou reacção alérgica à Sinvastatina APceuticals.

A reacção alérgica (hipersensibilidade) pode incluir alguns dos seguintes sintomas:

inchaço da face, língua ou garganta (que podem causar dificuldade em respirar), dor

nas articulações, inflamação das articulações ou dos vasos sanguíneos, nódoas

negras pouco comuns, erupções e inchaço na pele, urticária, sensibilidade da pele ao

sol, febre, rubor da face, dificuldade em respirar ou mal-estar).

Consulte o seu médico imediatamente de sentir dor, sensibilidade ou fraqueza

musculares. Isto deve-se ao facto de em raras situações, os problemas musculares

poderem ser graves, incluindo destruição muscular (rabdomiólise) que resulta em

lesões nos rins.

O risco de ocorrência de destruição muscular é superior em doentes a tomar doses

mais altas de Sinvastatina APceuticals. O risco de ocorrência de destruição muscular

é superior em doentes com perturbações da função renal.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos

secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Outros efeitos secundários possíveis:

- distúrbios do sono, incluindo insónias e pesadelos

- perda de memória

- disfunção sexual

- depressão

- problemas respiratórios incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre

5. COMO CONSERVAR Sinvastatina APceuticals

Não conservar acima de 25º C.

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize a Sinvastatina APceuticals após o prazo de validade impresso na

embalagem exterior após VAL. O prazo de validade corresponde ao último dia do

mês indicado.

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INFARMED

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.

Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não

necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. OUTRAS INFORMAÇÕES

Qual a composição de Sinvastatina APceuticals

substância

activa

sinvastatina.

Cada

comprimido

contém

sinvastatina.

Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, amido pré-gelificado, butil-

hidroxianisol

(E320),

ácido

ascórbico,

ácido

cítrico

mono-hidratado,

celulose

microscristalina,

estearato

magnésio,

hidroxipropilmetilcelulose,

hidroxipropilcelulose, dióxido de titânio (E171), talco, óxido de ferro amarelo (E172),

óxido de ferro vermelho (E172).

Qual o aspecto de Sinvastatina APceuticals e conteúdo da embalagem

Os comprimidos são cor de pêssego, ovais e ranhurados numa das faces. Podem ser

divididos em metades iguais.

Sinvastatina

APceuticals

apresenta-se

blisters

PVC/PVdC/Alu,

acondicionados em embalagens de 20, 30 e 60 comprimidos.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

Titular da Autorização de Introdução no Mercado

APceuticals - Farmacêutica, Lda.

Av. Aida, Edif. Garden - Bloco 9, Lj. 910

2765-187 Estoril

Portugal

Fabricante

Kraeft Logistik GmbH

Nordersand 2

20457 Hamburg

Alemanha

Este folheto foi aprovado pela última vez em

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RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos revestidos por película

Sinvastatina APceuticals 20 mg Comprimidos revestidos por película

Sinvastatina APceuticals 40 mg Comprimidos revestidos por película

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos revestidos por película

Cada comprimido contém 10 mg de sinvastatina.

Excipiente(s): Cada comprimido contém 70,726 mg de lactose mono-hidratada.

Sinvastatina APceuticals 20 mg Comprimidos revestidos por película

Cada comprimido contém 20 mg de sinvastatina.

Excipiente(s): Cada comprimido contém 141,452 mg de lactose mono-hidratada.

Sinvastatina APceuticals 40 mg Comprimidos revestidos por película

Cada comprimido contém 40 mg de sinvastatina.

Excipiente(s): Cada comprimido contém 282,904 mg de lactose mono-hidratada.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido revestido por película.

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos revestidos por película:

Cor de pêssego, ovais e ranhurados numa das faces.

Sinvastatina APceuticals 20 mg Comprimidos revestidos por película:

Amarelos, ovais e ranhurados numa das faces.

Sinvastatina APceuticals 40 mg Comprimidos revestidos por película:

Cor-de-rosa escuros, ovais e ranhurados numa das faces.

Os comprimidos podem ser divididos em metades iguais

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1 Indicações terapêuticas

Hipercolesterolémia

-Tratamento

hipercolesterolémia

primária

dislipidémia

mista,

como

adjuvante da dieta, sempre que a resposta à dieta e a outros tratamentos não

farmacológicos (ex. exercício físico, perda de peso) seja inadequada.

-Tratamento da hipercolesterolémia familiar homozigótica como adjuvante da dieta e

outros tratamentos hipolipemiantes (ex. LDL-aferese) ou se tais tratamentos não

forem apropriados.

Prevenção cardiovascular

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-Redução da mortalidade e morbilidade cardiovasculares em doentes com doença

cardiovascular aterosclerótica evidente ou com diabetes mellitus, quer tenham níveis

de colesterol normais ou aumentados, como adjuvante da correcção de outros

factores de risco e de outras terapêuticas cardioprotectoras.

4.2 Posologia e modo de administração

O intervalo posológico é de 5-80 mg/dia administrados por via oral numa dose única

à noite. Os ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos em intervalos não

inferiores a 4 semanas, até um máximo de 80 mg/dia administrados em dose única à

noite. A dose de 80 mg é apenas recomendada em doentes com hipercolesterolémia

grave e em risco elevado de complicações cardiovasculares.

Hipercolesterolémia

O doente deve estar a fazer uma dieta padronizada para a redução do colesterol, e

deverá continuar com esta dieta durante o tratamento com sinvastatina. A dose

inicial habitual é de 10-20 mg/dia administrados em dose única à noite. Os doentes

que necessitem de uma grande redução do C-LDL (mais de 45 %) podem iniciar a

terapêutica com 20-40 mg/dia em dose única administrada à noite. Os ajustes

posológicos,

necessários,

devem

efectuados

forma

anteriormente

especificada.

Hipercolesterolémia familiar homozigótica

Com base nos resultados de um estudo clínico controlado, a posologia recomendada

é de 40 mg/dia de sinvastatina tomado à noite, ou de 80 mg/dia, divididos por 3

administrações, duas diurnas de 20 mg e uma de 40 mg à noite. Sinvastatina deve

ser usado como adjuvante de outros tratamentos hipolipemiantes (p.ex., LDL-

aferese) neste grupo de doentes, ou só por si, quando não estiverem disponíveis tais

terapêuticas.

Prevenção cardiovascular

A dose habitual de sinvastatina é de 20 a 40 mg/dia, em toma única à noite, nos

doentes em elevado risco de doença cardíaca coronária (doença cardíaca coronária

com ou sem hiperlipidémia). A terapêutica farmacológica poderá ser iniciada em

simultâneo com a dieta e o exercício físico. Os ajustes posológicos, se necessários,

devem ser efectuados da forma anteriormente especificada.

Terapêutica concomitante

Sinvastatina é eficaz isoladamente ou em associação com sequestrantes dos ácidos

biliares. A administração deve ocorrer 2 horas antes ou 4 horas após a administração

de um sequestrante dos ácidos biliares.

Nos doentes a tomar ciclosporina, gemfibrizil, danazol, outros fibratos (excepto o

fenofibrato) ou doses hipolipemiantes (≥ 1 g/dia) de niacina concomitantemente com

sinvastatina, a dose de sinvastatina não deve exceder 10 mg/dia. Em doentes a

tomar amiodarona ou verapamil concomitantemente com sinvastatina, a dose de

sinvastatina não deverá exceder 20 mg/dia (ver secções 4.4 e 4.5).

Posologia na insuficiência renal

Não

deverá

necessária

modificação

posologia

doentes

insuficiência renal moderada.

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Nos doentes com insuficiência renal grave (depuração da creatinina < 30 ml/min), as

posologias acima de 10 mg/dia deverão ser cuidadosamente consideradas e, se

necessário, instituídas com precaução.

Uso nos idosos

Não é necessário qualquer ajuste posológico.

Uso nas crianças e nos adolescentes

eficácia

segurança

utilização

crianças

não

foram

estabelecidas.

Consequentemente, sinvastatina não é recomendado para uso pediátrico.

4.3 Contra-indicações

- Hipersensibilidade à sinvastatina ou a qualquer dos excipientes

Doença

hepática

activa

elevações

persistentes

explicação

transaminases séricas.

- Gravidez e aleitamento (ver secção 4.6)

- Administração concomitante de inibidores potentes do CYP3A4 (ex. itraconazol,

cetoconazol, inibidores da protease do VIH, eritromicina, claritromicina, telitromicina

e nefazodona) (ver secção 4.5).

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Miopatia/Rabdomiólise

A sinvastatina, tal como outros inibidores da redutase da HMG-CoA, provoca

ocasionalmente miopatia que se manifesta como dor, sensibilidade ou fraqueza

musculares, com elevações de creatinaquinase (CK) mais de dez vezes superiores ao

limite superior da normalidade (LSN). Por vezes a miopatia toma a forma de

rabdomiólise, com ou sem insuficiência renal aguda secundária a mioglobinúria,

tendo ocorrido muito raramente casos de morte. O risco de miopatia é aumentado

pelos elevados níveis de actividade inibidora da redutase da HMG-CoA plasmática.

como

outros

inibidores

redutase

HMG-CoA,

risco

miopatia/rabdomiólise depende da dose. Numa base de dados de ensaios clínicos,

41.050

doentes

tratados

SINVASTATINA,

quais

24.747

(aproximadamente 60 %) foram tratados pelo menos durante 4 anos, a incidência de

miopatia foi, aproximadamente, de 0,02 %, 0,08 % e 0,53 % com 20, 40 e 80

mg/dia,

respectivamente.

Nestes

ensaios,

doentes

foram

cuidadosamente

monitorizados, tendo sido excluídos alguns medicamentos com interacção.

Medição da creatinaquinase

A creatinaquinase (CK) não deverá ser medida após o exercício físico vigoroso ou na

presença de qualquer outra causa passível de aumentar os níveis de CK, uma vez

que isto torna difícil a interpretação daqueles valores. Se os níveis basais de CK

estiverem significativamente elevados (> 5 x LSN), deverão ser reavaliados após 5 a

7 dias para confirmar os resultados.

Antes do tratamento

Todos os doentes a iniciar terapêutica com sinvastatina, ou cuja dose de sinvastatina

esteja

aumentada,

devem

avisados

sobre

risco

miopatia

aconselhados

relatar

imediato

qualquer

dor,

sensibilidade

fraqueza

musculares que ocorram sem explicação.

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A prescrição de sinvastatina deve ser feita com precaução em doentes com factores

predisponentes para rabdomiólise. Para estabelecer um valor de referência basal, os

níveis de CK devem ser avaliados antes do início da terapêutica com sinvastatina nas

seguintes situações:

-. Idosos (idade> 70 anos)

-. Disfunção renal

-. Hipotiroidismo não controlado

-. História pessoal ou familiar de alterações musculares hereditárias

-. História prévia de toxicidade muscular devida a estatinas ou fibratos

-. Abuso de álcool.

Nestas situações, dever-se-á ter em consideração o risco do tratamento em relação

ao possível benefício e recomenda-se a monitorização clínica. Se um doente já tiver

tido anteriormente uma perturbação muscular com um fibrato ou com uma estatina,

o tratamento com um produto diferente dessa classe deverá ser iniciado com

precaução. Se os níveis basais de CK estiverem significativamente elevados (> 5 x

LSN), o tratamento não deverá ser iniciado.

Durante o tratamento

ocorrer

dor,

fraqueza

cãibras

musculares

durante

tratamento

sinvastatina, os níveis de CK devem ser medidos. Se estes níveis estiverem

significativamente elevados (> 5 x LSN), na ausência de exercício físico vigoroso, o

tratamento deverá ser interrompido. Se os sintomas musculares forem graves e

causarem desconforto diário, ainda que os níveis de CK sejam < 5 x LSN, deverá ser

considerada a descontinuação do tratamento. Se houver suspeita de miopatia por

qualquer outra razão, o tratamento deve ser descontinuado.

Se os sintomas desaparecerem e os níveis de CK normalizarem, poderá ser

considerada a reintrodução da estatina ou a introdução de uma estatina alternativa,

na dosagem mais baixa desde que seja efectuada uma monitorização cuidadosa.

A terapêutica com sinvastatina deve ser temporariamente interrompida durante

alguns dias antes de grande cirurgia electiva e quando surjam estados médicos ou

cirúrgicos graves.

Medidas para reduzir o risco de miopatia causado pelas interacções medicamentosas

(ver também secção 4.5)

O risco de miopatia e rabdomiólise está significativamente aumentado pela utilização

concomitante de sinvastatina com inibidores potentes do CYP3A4 (tais como o

itraconazol,

cetoconazol,

eritromicina,claritromicina,

telitromicina,

inibidores

protease do VIH, nefazodona), assim como com gemfibrizil,ciclosporina e danazol

(ver secção 4.2).

O risco de miopatia e rabdomiólise está também aumentado pelo uso concomitante

de outros fibratos, doses hipolipemiantes (≥ 1 g/dia) de niacina ou pelo uso

concomitante de amiodarona ou verapamil com doses mais elevadas de sinvastatina

(ver secções 4.2 e 4.5). Ocorre também um ligeiro aumento do risco quando o

diltiazem

usado

sinvastatina

risco

miopatia,

incluindo

rabdomiólise, pode ser aumentado pela administração concomitante de ácido fusídico

com estatinas (ver secção 4.5).

Consequentemente, no que diz respeito aos inibidores do CYP3A4, a utilização

concomitante de sinvastatina com itraconazol, cetoconazol, inibidores da protease do

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INFARMED

VIH, eritromicina, claritromicina, telitromicina e nefazodona está contra-indicada (ver

secções 4.3 e 4.5). Se o tratamento com itraconazol, cetoconazol, eritromicina,

claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica com sinvastatina deve ser

interrompida

durante

decurso

tratamento. Além

disso,

deve usar-se

precaução quando se associa a sinvastatina com alguns inibidores menos potentes

do CYP3A4: ciclosporina, verapamil, diltiazem (ver secções 4.2 e 4.5). Deve ser

evitada a ingestão concomitante de sumo de toranja e de sinvastatina.

A dose de sinvastatina não deve exceder 10 mg por dia em doentes a tomar

concomitantemente ciclosporina, danazol, gemfibrizil ou doses hipolipemiantes (≥ 1

g/dia) de niacina. A utilização de sinvastatina em associação com gemfibrizil deve

ser evitada, excepto quando for provável que os benefícios superem os riscos

aumentados desta associação medicamentosa. Os benefícios da associação de 10 mg

sinvastatina

outros fibratos (excepto

fenofibrato), niacina

ciclosporina ou danazol devem ser cuidadosamente ponderados em relação aos

riscos potenciais destas associações (ver secções 4.2 e 4.5).

Deve usar-se de precaução ao prescrever fenofibrato com sinvastatina, uma vez que

qualquer

destes

medicamentos

administrados

isoladamente

pode

causar

miopatia.

Deve ser evitada a utilização combinada de sinvastatina em doses superiores a 20

mg por dia com amiodarona ou verapamil, excepto se for provável que o benefício

clínico supere o risco aumentado de miopatia (ver secções 4.2 e 4.5).

Efeitos hepáticos

Nos estudos clínicos, ocorreram aumentos persistentes (para > 3 x LSN) das

transaminases séricas, num número reduzido de doentes adultos tratados com

sinvastatina. Quando a administração de sinvastatina foi interrompida ou suspensa

nestes doentes, os níveis de transaminases baixaram lentamente, de um modo

geral, para os níveis anteriores ao tratamento.

Recomenda–se que sejam realizados testes de função hepática antes do início da

terapêutica, e posteriormente quando clinicamente indicado. Doentes tratados com

uma dose de 80 mg devem fazer um teste adicional antes do início da titulação, 3

meses

após

titulação

para

dose

periodicamente

(por

semestralmente) no primeiro ano de tratamento. Deverá ser dada atenção especial

aos doentes que registem aumentos dos níveis das transaminases séricas, e, nestes

doentes, os doseamentos deverão ser repetidos de imediato, e depois realizados

mais frequentemente. Se os níveis das transaminases séricas mostrarem aumentos

progressivos,

especialmente

aumentarem

para

mais

de 3

forem

persistentes, a sinvastatina deverá ser suspensa.

medicamento

deve

usado

precaução

doentes

consumam

quantidades substanciais de álcool.

Tal como acontece com outros agentes hipolipemiantes, têm sido referidas elevações

moderadas das transaminases séricas (< 3 x LSN) na sequência do tratamento com

sinvastatina. Estas alterações surgiram pouco tempo após o início do tratamento

com sinvastatina, foram geralmente transitórias, não foram acompanhadas de

quaisquer sintomas e não foi necessária a interrupção do tratamento.

Doença pulmonar intersticial

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Foram

notificados

casos

raros

doença

pulmonar

intersticial

algumas

estatinas, especialmente com tratamentos de longa duração (ver secção 4.8). Os

sintomas observados incluem dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado

de saúde em geral (fadiga, perda de peso e febre). Se houver suspeita de

desenvolvimento de doença pulmonar intersticial, a terapêutica com estatina deve

ser interrompida.

Excipientes

Este medicamento contém lactose. Doentes com problemas hereditários raros de

intolerância à galactose, deficiência de lactase ou malabsorção de glucose-galactose

não devem tomar este medicamento.

4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

Interacções farmacodinâmicas

Interacções com fármacos hipolipemiantes que podem causar miopatia quando

administrados isoladamente

O risco de miopatia, incluindo rabdomiólise, está aumentado durante a administração

concomitante com fibratos e niacina (ácido nicotínico) (≥ 1 g/dia). Além disso, existe

uma interacção farmacocinética com gemfibrizil que resulta num aumento dos níveis

plasmáticos de sinvastatina (ver a seguir Interacções farmacocinéticas e secções 4.2

e 4.4). Quando sinvastatina e fenofibrato são administrados concomitantemente, não

há evidência de que o risco de miopatia exceda a soma dos riscos individuais de cada

medicamento.

Não

estão

disponíveis

dados

adequados

farmacovigilância

farmacocinética para outros fibratos.

Interacções farmacocinéticas

As recomendações relativas a prescrição para os medicamentos com interacção são

resumidas no quadro seguinte (o texto fornece informações adicionais; ver também

as secções 4.2, 4.3 e 4.4).

Interacções

Medicamentosas

Associadas

Risco

Aumentado

Miopatia/Rabdomiólise

Medicamentos com interacção

Recomendações de prescrição

Inibidores potentes do CYP3A4

Itraconazol

Cetoconazol

Eritromicina

Claritromicina

Telitromicina

Inibidores da protease do VIH

Nefazodona

Contraindicados com sinvastatina

Gemfibrozil

Evitar, mas se necessário, não exceder

10 mg de sinvastatina por dia

Ciclosporina

Danazol

Outros fibratos (excepto o fenofibrato)

Niacina (≥1 g/dia)

Não exceder 10 mg de sinvastatina por

Amiodarona

Verapamil

Não exceder 20 mg de sinvastatina por

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Diltiazem

Não exceder 40 mg de sinvastatina por

Ácido fusídico

Os doentes devem ser cuidadosamente

monitorizados. Pode ser considerada a

suspensão

temporária

tratamento

com sinvastatina.

Sumo de toranja

Evitar o sumo de toranja enquanto a

sinvastatina estiver a ser tomada

Efeito de outros medicamentos na sinvastatina

Interacções que envolvem o CYP3A4

A sinvastatina é um substrato do citocromo P450 3A4. Os inibidores potentes do

citocromo P450 3A4 aumentam o risco de miopatia e de rabdomiólise através do

aumento da concentração de actividade inibidora plasmática da redutase da HMG-

CoA durante a terapêutica com sinvastatina. Estes inibidores incluem itraconazol,

cetoconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do VIH

e nefazodona. A administração concomitante de itraconazol resultou num aumento

de mais de 10 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina (o metabolito beta-

hidróxiácido activo). A telitromicina causou um aumento de 11 vezes na exposição

ao ácido da sinvastatina.

Consequentemente, está contra-indicada a utilização concomitante de sinvastatina

itraconazol,

cetoconazol,

inibidores

protease

VIH,

eritromicina,

claritromicina,

telitromicina

nefazodona.

tratamento

itraconazol,

cetoconazol, eritromicina, claritromicina ou telitromicina for inevitável, a terapêutica

com sinvastatina deverá ser interrompida durante o tratamento. Deve usar-se de

precaução quando se associa a sinvastatina com alguns inibidores menos potentes

do CYP3A4: ciclosporina, verapamil, diltiazem (ver secções 4.2 e 4.4).

Ciclosporina

O risco de miopatia/rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante

de ciclosporina, particularmente com doses mais elevadas de sinvastatina (ver

secções 4.2 e 4.4). Consequentemente, a dose de sinvastatina não deve exceder 10

mg por dia em doentes a tomar concomitantemente ciclosporina. Apesar de o

mecanismo não ser totalmente compreendido, a ciclosporina demonstrou aumentar a

AUC dos inibidores da redutase da HMG-CoA, possivelmente devido à inibição do

CYP3A4.

Danazol

risco

miopatia

rabdomiólise

está

aumentado

pela

administração

concomitante de danazol com doses mais elevadas de sinvastatina (ver secções 4.2

e 4.4).

Gemfibrizil

O gemfibrizil aumenta a AUC do ácido da sinvastatina em 1,9 vezes, possivelmente

devido à inibição da via metabólica de glucoronidação (ver secções 4.2 e 4.4).

Amiodarona e verapamil

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

O risco de miopatia e rabdomiólise está aumentado pela administração concomitante

de amiodarona ou verapamil com doses superiores de sinvastatina (ver secção 4.4).

Num ensaio clínico em curso, foi relatada miopatia em 6 % dos doentes a tomar 80

mg de sinvastatina e amiodarona.

Uma análise dos ensaios clínicos disponíveis mostrou uma incidência de miopatia de

aproximadamente 1 % em doentes a tomar 40 mg ou 80 mg de sinvastatina e

verapamil. Num estudo de farmacocinética, a administração concomitante com

verapamil

resultou

aumento

vezes

exposição

ácido

sinvastatina,

possivelmente

devido,

parte,

inibição

CYP3A4.

Consequentemente, a dose de sinvastatina não deve exceder 20 mg por dia em

doentes a tomar concomitantemente amiodarona ou verapamil, excepto se for

provável que o benefício clínico ultrapasse o risco aumentado de miopatia e

rabdomiólise.

Diltiazem

Uma análise dos ensaios clínicos disponíveis mostrou uma incidência de miopatia de

1 % em doentes a tomar 80 mg de sinvastatina e diltiazem. O risco de miopatia em

doentes a tomar 40 mg de sinvastatina não foi aumentado pelo uso concomitante de

diltiazem

(ver

secção

4.4).

estudo

farmacocinética,

administração

concomitante de diltiazem causou um aumento 2,7 vezes na exposição ao ácido da

sinvastatina possivelmente devido à inibição do CYP3A4. Consequentemente, a dose

sinvastatina

não

deve

exceder

doentes

tomar

concomitantemente

diltiazem,

excepto

se for

provável

benefício

clínico

ultrapasse o risco aumentado de miopatia e rabdomiólise.

Ácido fusídico

O risco de miopatia pode ser aumentado pela administração concomitante de ácido

fusídico com estatinas, incluindo a sinvastatina. Foram notificados casos isolados de

rabdomiólise com sinvastatina. Pode ser considerada a suspensão temporária do

tratamento com sinvastatina. Se se revelar necessário, os doentes tratados com

ácido fusídico e sinvastatina devem ser cuidadosamente monitorizados (ver secção

4.4).

Sumo de toranja

O sumo de toranja inibe o citocromo P450 3A4. A ingestão concomitante de grandes

quantidades (mais de 1 litro por dia) de sumo de toranja e sinvastatina resultou num

aumento de 7 vezes na exposição ao ácido da sinvastatina. A ingestão de 240 ml de

sumo de toranja de manhã e de sinvastatina à noite, resultou também num aumento

de 1,9 vezes. Logo, deve ser evitada a ingestão de sumo de toranja durante o

tratamento com sinvastatina.

Anticoagulantes orais

Em dois estudos clínicos, um realizado em voluntários saudáveis e o outro em

doentes

hipercolesterolémicos,

20-40

mg/dia

sinvastatina

potenciou

moderadamente o efeito dos anticoagulantes cumarínicos: o tempo de protrombina

registado como Razão Normalizada Internacional (INR) aumentou de um valor inicial

de 1,7 para 1,8 no estudo efectuado em voluntários e de 2,6 para 3,4 no estudo

efectuado nos doentes. Foram relatados casos muito raros de aumento da INR. Nos

doentes a tomar anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deverá ser

determinado antes de iniciar a sinvastatina, e com a frequência necessária durante a

fase inicial do tratamento, para assegurar que não ocorrerá alteração significativa no

tempo de protrombina. Assim que se registar um tempo de protrombina estável,

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

este poderá ser monitorizado a intervalos geralmente recomendados para doentes

que tomam anticoagulantes cumarínicos. Caso se altere a dose ou se interrompa o

tratamento

sinvastatina,

dever-se-á

repetir

mesmo

procedimento.

terapêutica com sinvastatina não foi associada a hemorragias ou a alterações do

tempo de protrombina em doentes que não tomam anticoagulantes.

Efeitos da sinvastatina na farmacocinética de outros medicamentos

A sinvastatina não tem um efeito inibidor no citocromo P450 3A4. Logo, não se

espera que a sinvastatina afecte as concentrações plasmáticas de outras substâncias

metabolizadas pelo citocromo P450 3A4.

4.6 Gravidez e aleitamento

Gravidez:

A sinvastatina é contra indicada durante a gravidez (ver secção 4.3).

Não foi estabelecida a segurança em mulheres grávidas. Não foram efectuados

ensaios

clínicos

controlados

sinvastatina

mulheres

grávidas.

Foram

recebidos relatos raros de anomalias congénitas após exposição intrauterina a

inibidores

redutase

HMG-CoA.

Contudo,

numa

análise

prospectiva

aproximadamente

gestações

expostas

durante

primeiro

trimestre

sinvastatina ou a outro fármaco estreitamente relacionado com um inibidor da

redutase da HMG-CoA, a incidência de anomalias congénitas foi comparável à

observada na população em geral. Este número de gestações foi estatisticamente

suficiente para excluir um aumento igual ou superior a 2,5 vezes de anomalias

congénitas em relação à incidência de base.

Apesar de não haver evidência de que a incidência de anomalias congénitas nos

recém-nascidos de doentes a tomar sinvastatina ou outro fármaco estreitamente

relacionado com um inibidor da redutase da HMG-CoA difira da observada na

população em geral, o tratamento materno com sinvastatina pode reduzir os níveis

fetais

mevalonato,

precursor

biossíntese

colesterol.

aterosclerose é um processo crónico e uma suspensão esporádica dos fármacos

hipolipemiantes durante a gravidez deverá ter muito pouco impacto no risco a longo

prazo associado a hipercolesterolémia primária. Por estas razões, o sinvastatina não

deve ser usado em mulheres grávidas, a tentar engravidar ou com suspeita de

estarem grávidas. O tratamento com sinvastatina deve ser suspenso durante o

período da gravidez ou até que se determine que a mulher não está grávida (ver

secção 4.3).

Aleitamento

Não se sabe se a sinvastatina, ou algum dos seus metabolitos, é excretada no leite

humano. Uma vez que muitos medicamentos são excretados no leite humano, e

devido

potencial

reacções

adversas

graves,

mulheres

tomam

sinvastatina não deverão amamentar os seus filhos (ver secção 4.3).

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Os efeitos de sinvastatina sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas são

nulos ou desprezíveis. No entanto, durante a condução e utilização de máquinas,

deve ser tomado em consideração que raramente foram relatadas tonturas na

experiência pós-comercialização.

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

4.8 Efeitos indesejáveis

As frequências dos seguintes acontecimentos adversos, que foram relatados durante

os estudos clínicos e/ou na pós-comercialização, são classificados com base numa

avaliação das suas taxas de incidência em ensaios clínicos de grande dimensão, a

longo

prazo,

controlados

placebo,

incluem

estudos

respectivamente com, 20.536 e 4.444 doentes (ver secção 5.1). Para o HPS, só os

acontecimentos adversos graves foram registados, assim como a mialgia e os

aumentos das transaminases séricas e da CK.

Para o 4S, foram registados todos os acontecimentos adversos abaixo mencionados.

Se as taxas de incidência sobre a sinvastatina foram menores ou semelhantes às do

placebo nestes ensaios, e se houve acontecimentos semelhantes com razoável nexo

de causalidade relatados espontaneamente, estes acontecimentos adversos são

classificados como "raros".

No estudo HPS (ver secção 5.1), que envolveu 20.536 tratados com 40 mg/dia de

sinvastatina (n = 10.269) ou com placebo (n = 10.267), os perfis de segurança

foram comparáveis entre doentes tratados com 40 mg de sinvastatina e doentes

tratados

placebo

durante

anos

duração

média

estudo.

percentagens de interrupção devidas a efeitos colaterais foram comparáveis (4,8 %

nos doentes tratados com 40 mg de sinvastatina, em comparação com 5,1 % nos

doentes que receberam placebo). A incidência de miopatia foi < 0,1 % em doentes

tratados com 40 mg de sinvastatina. O aumento das transaminases (3 x LSN,

confirmada por repetição do teste) ocorreu em 0,21 % (n = 21) dos doentes

tratados com 40 mg de sinvastatina, em comparação com 0,09 % (n = 9) dos

doentes que receberam placebo.

A frequência dos efeitos indesejáveis está convencionada da seguinte forma: Muito

frequentes (≥1/10), Frequentes (≥1/100, <1/10), Pouco frequentes (≥1/1.000,

<1/100), Raros (≥1/10.000, <1/1.000) e Muito raros (<1/10.000) incluindo casos

isolados.

Dentro

cada

grupo

frequência,

efeitos

indesejáveis

são

apresentados por ordem decrescente de gravidade.

Doenças do sangue e do sistema linfático

Raros: anemia

Doenças do sistema nervoso

Raros: cefaleias, parestesias, tonturas, neuropatia periférica

Doenças gastrointestinais

Raros: obstipação, dor abdominal, flatulência, dispepsia, diarreia, náuseas, vómitos,

pancreatite

Afecções hepatobiliares

Raros: hepatite/icterícia

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas

Raros: exantema, prurido, alopécia

Afecções músculo-esqueléticas e dos tecidos conjuntivos

Raros: miopatia, rabdomiólise (ver secção 4.4), mialgia, cãibras musculares

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Perturbações gerais e alterações no local de administração

Raros: astenia

Registou-se, raramente, uma aparente síndrome de hipersensibilidade que incluiu

algumas

seguintes

manifestações:

angioedema,

síndroma

tipo

lúpus,

polimialgia

reumática,

dermatomiosite,

vasculite,

trombocitopénia,

eosinofilia,

velocidade

sedimentação

aumentada,

artrite

artralgia,

urticária,

fotossensibilidade, febre, rubor, dispneia e mal-estar.

Exames complementares de diagnóstico

Raros: aumentos das transaminases séricas (alanina aminotransferase, aspartato

aminotransferase,

-glutamil transpeptidase) (ver secção 4.4 Efeitos hepáticos),

aumento da fosfatase alcalina; aumento dos níveis séricos de CK (ver secção 4.4).

Foram notificados os seguintes efeitos adversos com algumas estatinas:

Distúrbios do sono, incluindo insónia e pesadelos

Perda de memória

Disfunção sexual

Depressão

Casos raros de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa

duração (ver secção 4.4).

4.9 Sobredosagem

Até à data, foram notificados alguns casos de sobredosagem; a dose máxima

tomada foi de 3,6 g. Todos os doentes recuperaram sem sequelas. Não existe

tratamento específico em caso de sobredosagem. Neste caso, dever-se-ão adoptar

medidas genéricas sintomáticas e de suporte.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Classificação farmacoterapêutica: 3.7- Aparelho cardiovascular. Antidislipidémicos.

Código ATC: C10A A01

Após a administração oral, a sinvastatina, uma lactona inactiva, é hidrolisada no

fígado na forma do beta–hidroxiácido activo correspondente, que tem uma actividade

significativa

inibição

redutase

HMG-CoA

(redutase

3–hidroxi–3–

metilglutaril–CoA). Esta enzima cataliza a conversão de HMGCoA em mevalonato,

um passo inicial e limitante da velocidade de biossíntese do colesterol.

A sinvastatina demonstrou reduzir as concentrações normais ou elevadas de C-LDL.

As LDL são formadas por proteínas de muito baixa densidade (VLDL) e são

catabolisadas predominantemente pelo receptor de elevada afinidade das LDL. O

mecanismo de redução das LDL pelo sinvastatina pode envolver a diminuição da

concentração do colesterol das VLDL (VLDL-C) e a indução do receptor das LDL,

conduzindo a uma diminuição da produção e ao aumento do catabolismo do C-LDL. A

apolipoproteína B também diminui substanciamente durante o tratamento com

sinvastatina. Além disso, o sinvastatina aumenta moderadamente o C-HDL e reduz

os TG plasmáticos. Como resultado destas alterações, as relações C- total/C-HDL e

C-LDL/C-HDL estão reduzidas.

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Risco Elevado de Doença Coronária (DC) ou Doença Coronária

No estudo HPS (Heart Protection Study), avaliaram-se os efeitos da terapêutica com

sinvastatina em 20.536 doentes (entre 40 e 80 anos de idade), com ou sem

hiperlipidémia e com doença coronária, outra doença arterial oclusiva ou diabetes

mellitus.

Neste

estudo,

10.269

doentes

foram

tratados

mg/dia

sinvastatina e 10.267 doentes receberam placebo durante um perído médio de 5

anos. No início do estudo, 6.793 doentes (33 %) apresentavam níveis de C-LDL

inferiores a 116 mg/dl, 5.063 doentes (25 %) apresentavam valores entre 116 mg/dl

e 135 mg/dl, e 8.680 doentes (42 %) apresentavam valores superiores a 135 mg/dl.

O tratamento com 40 mg/dia de sinvastatina, em comparação com o placebo,

reduziu significativamente o risco de mortalidade por todas as causas (1328 [12,9

%] para os doentes tratados com sinvastatina versus 1507 [14,7 %] para os doentes

que receberam placebo; p = 0,0003) devido a uma diminuição de 18 % das mortes

por doença coronária (587 [5,7 %] versus 707 [6,9 %]; p = 0,0005; redução do

risco absoluto de 1,2 %). A redução das mortes por causas não-vasculares não foi

estatisticamente significativa. Sinvastatina reduziu também em cerca de 27 % (p <

0,0001) o risco de acontecimentos coronários major (engloba o parâmetro de

avaliação final composto por enfarte do miocárdio não fatal ou morte por doença

coronária). Sinvastatina reduziu em cerca de 30 % (p < 0,0001) a necessidade de

procedimentos

revascularização

coronária

(incluindo

bypass

artérias

coronárias e angioplastia coronária transluminosa percutânea) e em 16 % (p =

0,006) os procedimentos de revascularização periféricos e outros não coronários.

Sinvastatina reduziu em cerca de 25 % (p < 0,0001), o risco de AVC, atribuível a

uma redução de 30 % do AVC isquémico (p < 0,0001). Além disso, no subgrupo de

doentes com diabetes, Sinvastatina reduziu em cerca de 21 % (p = 0,0293) o risco

de desenvolvimento de complicações macrovasculares, incluindo procedimentos de

revascularização periférica (cirurgia ou angioplastia), amputações dos membros

inferiores, ou úlceras da perna. A redução proporcional da taxa de acontecimentos,

foi semelhante em cada subgrupo de doentes estudados, incluindo os que não

tinham doença coronária mas que tinham doença vascular cerebral ou arterial

periférica, em homens e mulheres com menos ou mais de 70 anos à data de entrada

no estudo, com presença ou ausência de hipertensão, e de salientar, nos que tinham

níveis iniciais de colesterol das LDL inferiores a 3,0 mmol/l.

No estudo 4S (Scandinavian Simvastatin Survival Study) avaliou-se o efeito, na

mortalidade total, da terapêutica com sinvastina em 4.444 doentes com doença

coronária e com um colesterol total basal de 212-309 mg/dl (5,5-8 mmol/l). Neste

estudo multicêntrico, de distribuição aleatória, em dupla ocultação e controlado por

placebo, os doentes com angina ou enfarte do miocárdio (EM) prévio foram tratados

com dieta, com o tratamento habitual e com 20-40 mg/dia de sinvastatina (n =

2.221) ou com placebo (n = 2.223) durante um tempo médio de 5,4 anos. reduziu o

risco de morte em 30 % (redução do risco absoluto de 3,3 %). O risco de morte por

doença coronária foi reduzido em 42 % (redução do risco absoluto de 3,5 %).

Sinvastatina reduziu também em 34 % o risco de ocorrência de acontecimentos

coronários major (morte por doença coronária com EM silencioso e não fatal

confirmado em hospital). Além disso, sinvastatina reduziu significativamente o risco

de acontecimentos cerebrovasculares fatais e não fatais (acidente vascular cerebral e

acidente

isquémico

transitório)

relação

mortalidade

não

cardiovascular, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos.

Hipercolesterolémia Primária e Hiperlipidémia Mista

Em estudos que compararam a eficácia e a segurança de 10, 20, 40 e 80 mg

sinvastatina diários em doentes com hipercolesterolémia, as reduções médias do C-

LDC foram de, respectivamente, 30, 38, 41 e 47 %. Nos estudos realizados em

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

doentes com hiperlipidémia mista a tomar 40 mg e 80 mg de sinvastatina, as

reduções médias nos triglicéridos foram de, respectivamente, 28 e 33 % (placebo: 2

%) e os aumentos médios do C-HDL foram de, respectivamente, 13 e 16 %

(placebo: 3 %).

5.2 Propriedades farmacocinéticas

A sinvastatina é uma lactona inactiva que é rapidamente hidrolizada in vivo no

correspondente beta–hidroxi–ácido, que é um potente inibidor da redutase da HMG–

CoA. A hidrólise ocorre principalmente no fígado; a hidrólise plasmática no humano é

muito baixa.

Absorção

No Homem, a sinvastatina é bem absorvida e sofre um considerável efeito de

primeira passagem no fígado. A extracção no fígado depende do fluxo sanguíneo

hepático. O fígado é o principal local de acção da forma activa. A disponibilização do

beta-hidroxiácido para a circulação sistémica após a administração de uma dose oral

de sinvastatina foi inferior a 5 % da dose. A concentração plasmática máxima dos

inibidores activos é atingida aproximadamente 1-2 horas após a administração da

sinvastatina. A ingestão concomitante de alimentos não afecta a absorção.

A farmacocinética das doses únicas e múltiplas de sinvastatina revelou que não

ocorreu acumulação do medicamento após a administração de doses múltiplas.

Distribuição

A ligação da sinvastatina e do seu metabolito activo às proteínas é > 95 %.

Eliminação

A sinvastatina é um substrato do CYP3A4 (ver secções 4.3 e 4.5). Os principais

metabolitos da sinvastatina presentes no plasma humano são o beta-hidroxiácido e

quatro metabolitos activos adicionais. Após a administração oral de uma dose de

sinvastatina radioactiva no Homem, 13 % da radioactividade foi excretada na urina e

60 % nas fezes, no período de 96 horas. A quantidade recuperada nas fezes

representa os equivalentes de medicamento absorvido e excretado na bílis, assim

como medicamento não absorvido. Após uma injecção intravenosa do metabolito

beta-hidroxiácido, a sua semi-vida média foi de 1,9 horas. Na urina, foi excretada

uma média de apenas 0,3 % da dose IV, como inibidores.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Segundo

estudos

convencionais

realizados

animais

relativamente

farmacodinamia, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade e carcinogenicidade,

não existem outros riscos para o doente para além daqueles esperados tendo em

consideração o mecanismo farmacológico. Nas doses máximas toleradas no rato e no

coelho, a sinvastatina não produziu malformações fetais e não teve efeitos na

fertilidade, na função reprodutora ou no desenvolvimento neonatal.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista dos excipientes

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Núcleo:

Lactose mono-hidratada;

Amido pré-gelificado;

Butil-hidroxianisol (E320);

Ácido ascórbico;

Ácido cítrico mono-hidratado;

Celulose microcristalina;

Estearato de magnésio.

Revestimento:

Hidroxipropilmetilcelulose;

Hidroxipropilcelulose;

Dióxido de titânio (E171);

Talco;

Óxido de ferro amarelo (E172);

Óxido de ferro vermelho (E172).

Sinvastatina APceuticals 20 mg Comprimidos

Núcleo:

Lactose mono-hidratada;

Amido pré-gelificado;

Butil-hidroxianisol (E320);

Ácido ascórbico;

Ácido cítrico mono-hidratado;

Celulose microcristalina;

Estearato de magnésio.

Revestimento:

Hidroxipropilmetilcelulose;

Hidroxipropilcelulose;

Dióxido de titânio (E171);

Talco;

Óxido de ferro amarelo (E172).

Sinvastatina APceuticals 40 mg Comprimidos

Núcleo:

Lactose mono-hidratada;

Amido pré-gelificado;

Butil-hidroxianisol (E320);

Ácido ascórbico;

Ácido cítrico mono-hidratado;

Celulose microcristalina;

Estearato de magnésio.

Revestimento:

Hidroxipropilmetilcelulose;

Hidroxipropilcelulose;

Dióxido de titânio (E171);

Talco;

Óxido de ferro vermelho (E172).

6.2 Incompatibilidades

Não aplicável.

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

6.3 Prazo de validade

2 anos.

6.4 Precauções especiais de conservação

Não conservar acima de 25ºC.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

Sinvastatina APceuticals 10 mg Comprimidos revestido por película

Blisters

PVC/PVdC/Alu,

acondicionados

embalagens

comprimidos.

Sinvastatina APceuticals 20 mg Comprimidos revestido por película

Blisters de PVC/PVDC/Alumínio acondicionados em embalagens de 20, 30 e 60

comprimidos.

Sinvastatina APceuticals 40 mg Comprimidos revestido por película

Blisters de PVC/PVdC/Alu, acondicionados em embalagens de 30 e 60 comprimidos.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

6.6 Precauções especiais de eliminação e manuseamento

Não existem requisitos especiais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

APceuticals - Farmacêutica, Lda.

Av. Aida, Edif. Garden - Bloco 9, Lj. 910

2765-187 Estoril

Portugal

8. NÚMERO (S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Sinvastatina APceuticals 10 mg

Nº de registo: 5140553 - 20 comprimidos revestidos por película, 10 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Nº de registo: 5140561 - 30 comprimidos revestidos por película, 10 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Nº de registo: 5140579 - 60 comprimidos revestidos por película, 10 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Sinvastatina APceuticals 20 mg

Nº de registo: 5140603 - 20 comprimidos revestidos por película, 20 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Nº de registo: 5140611 - 30 comprimidos revestidos por película, 20 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Nº de registo: 5140629 - 60 comprimidos revestidos por película, 20 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

APROVADO EM

18-06-2010

INFARMED

Sinvastatina APceuticals 40 mg

Nº de registo: 5140637 - 30 comprimidos revestidos por película, 40 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

Nº de registo: 5140645 - 60 comprimidos revestidos por película, 40 mg, blisters de

PVC/PVDC/Alumínio

DATA

PRIMEIRA

AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO

AUTORIZAÇÃO

INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização: 30 Setembro 2008

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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