ProZinc

União Europeia - português - EMA (European Medicines Agency)

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Ingredientes ativos:
insulina humana
Disponível em:
Boehringer Ingelheim Vetmedica GmbH
Código ATC:
QA10AC01
DCI (Denominação Comum Internacional):
insulin human
Grupo terapêutico:
Gatos, Cães
Área terapêutica:
Insulins e farmacêutica para injeção, intermediário de ação
Indicações terapêuticas:
Para o tratamento de diabetes mellitus em cães e gatos para conseguir a redução da hiperglicemia e a melhoria dos sinais clínicos associados.
Resumo do produto:
Revision: 9
Status de autorização:
Autorizado
Número de autorização:
EMEA/V/C/002634
Data de autorização:
2013-07-12
Código EMEA:
EMEA/V/C/002634

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Leia o documento completo

B. FOLHETO INFORMATIVO

FOLHETO INFORMATIVO:

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para gatos e cães

1.

NOME E ENDEREÇO DO TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO

MERCADO E DO TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE FABRICO RESPONSÁVEL

PELA LIBERTAÇÃO DO LOTE, SE FOREM DIFERENTES

Titular da autorização de introdução no mercado e fabricante responsável pela libertação dos lotes:

Boehringer Ingelheim Vetmedica GmbH

Binger Strasse 173

55216 Ingelheim/Rhein

ALEMANHA

Fabricante responsável pela libertação do lote:

KVP Pharma + Veterinär Produkte GmbH

Projensdorfer Str. 324

24106 Kiel

ALEMANHA

2.

NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para gatos e cães.

Insulina humana

3.

DESCRIÇÃO DA(S) SUBSTÂNCIA(S) ATIVA(S) E OUTRA(S) SUBSTÂNCIA(S)

Cada ml contém:

Substância ativa:

Insulina humana*

40 UI como insulina protamina-zinco.

Uma UI (Unidade Internacional) corresponde a 0,0347 mg de insulina humana.

*produzida por tecnologia de DNA recombinante.

Excipientes:

Sulfato de protamina

0,466 mg

Óxido de zinco

0,088 mg

Fenol

2,5 mg

Suspensão aquosa, branca.

4.

INDICAÇÃO (INDICAÇÕES)

Para o tratamento da diabetes mellitus em gatos e cães de forma a alcançar a redução da hiperglicemia

e melhorar os sinais clínicos associados.

5.

CONTRAINDICAÇÕES

Não administrar para o maneio agudo da cetoacidose diabética.

Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância ativa ou a algum dos excipientes.

6.

REAÇÕES ADVERSAS

As reações hipoglicémicas observadas foram muito comumente reportadas em ensaios clínicos: 13%

(23 de 176) de gatos tratados e 26,5% (44 de 166) de cães tratados. Estas reações foram geralmente de

natureza ligeira. Os sinais clínicos podem incluir fome, ansiedade, locomoção instável, contrações

musculares, tropeço ou enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

Neste caso é necessária a administração imediata de uma solução ou gel que contenha glucose e/ou

alimento.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Muito raramente foram relatadas reações no local da injeção; estas foram resolvidas sem interrupção

do tratamento.

A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:

- Muito comum (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s))

- Comum (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados)

- Pouco frequentes (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados)

- Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados)

- Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados).

Caso detete efeitos secundários ou outros efeitos não mencionados neste folheto ou pense que o

medicamento não atuou, informe o seu médico veterinário.

7.

ESPÉCIES-ALVO

Gatos e cães

8.

DOSAGEM EM FUNÇÃO DA ESPÉCIE, VIA(S) E MODO DE ADMINISTRAÇÃO

Via subcutânea.

Se o dono do animal for administrar o produto, formação/aconselhamento adequado deverá ser

disponibilizado pelo médido veterinário antes de usar pela primeira vez.

Dose:

O médico veterinário deve reavaliar o animal a intervalos adequados e ajustar o protocolo de

tratamento, por exemplo a dose e o regime de dosagem, até ser atingido um controlo glicémico

adequado.

Qualquer ajuste da dose (i.e. aumento da dose) deve ser, em geral, efetuado após vários dias (por ex.,

1 semana) uma vez que a ação completa da insulina necessita de uma fase de equilíbrio. Os ajustes de

dose de insulina, se necessários, devem ser efetuados geralmente entre 0,5 a 1 UI por injeção. As

reduções de dose devido à observação de hipoglicemia ou suspeita de efeito Somogyi (hiperglicemia

compensatória) podem ser de 50% ou superiores (potencialmente incluindo a pausa temporária da

administração de insulina).

Uma vez alcançado o controlo glicémico adequado, deve ser realizada uma monitorização intermitente

da glicémia, especialmente quando há alterações dois sinais clínicos ou suspeita de remissão diabética

e podem ser necessários mais ajustes da dose de insulina.

Gatos:

A dose inicial recomendada é de 0,2 a 0,4 UI insulina/kg de peso corporal de 12 em 12 horas.

Para gatos previamente controlados com insulina, uma dose inicial superior até 0,7 UIinsulina/kg de

peso corporal pode ser apropriada.

Ajustes da dose de insulina, se necessárias devem ser feitas entre 0,5 e 1 UI insulina por injeção.

Os gatos podem desenvolver remissão diabética, caso em que a produção suficiente de insulina

endógena é recuperada e a dose de insulina exógena terá de ser ajustada ou descontinuada.

Cães:

Orientações gerais:

A dosagem é individual e determinada de acordo com as necessidades de cada doente. Para alcançar o

controlo otimizado da diabetes mellitus, ajustes da dose devem ser primariamente baseados em sinais

clínicos. Parâmetros sanguíneos (frutosamina, glicémia máxima e diminuição das concentrações de

glicémia em curvas glicémicas) também podem ser tidas em consideração como ferramentas de

suporte (ver secção “Precauções especiais na utilização em animais”).

A reavaliação dos sinais clínicos e parâmetros laboratoriais é recomendado.

Iniciação

Para a iniciação do tratamento, a dose recomendada é de 0,5 a 1,0 UI insulina/kg de peso corporal uma

vez por dia de manhã (aproximadamente a cada 24 horas).

Para cães diabéticos recentemente diagnosticados, a dose inicial de 0,5 UI insulina/kg de peso

corporal é recomendada.

Para cães anteriormente tratados com outro tipo de insulina, mas que permanecem mal

controlados, 0,5 a 1,0 UI/kg de peso corporal pode ser considerado.

Manutenção

Ajustes da dose de insulina num regime de toma diária, se necessários, devem geralmente ser feitos de

forma conservadora e gradual (por exemplo até 25% aumento/diminuição da dose por injeção).

Se não se verificarem melhorias no controlo diabético após um período adequado de ajuste da dose de

4 a 6 semanas no tratamento de uma vez por dia, as seguintes opções podem ser consideradas:

Mais ajustes da dose de insulina no tratamento de uma vez por dia podem ser necessários,

particularmente para cães com a um aumento de atividade física, com mudanças na sua dieta

habitual ou durante doenças concomitantes.

Trocar para dosagem de duas vezes por dia: Nestes casos, é recomendado reduzir a dose por

injeção por um terço (por exemplo, uma vez por dia num cão de 12 kg: 12 UI insulina/injeção,

pode ser alterado para 8 UI insulina/injeção administrado duas vezes por dia). O produto deve

ser administrado de manhã e à noite, com aproximadamente 12 horas de intervalo. Mais ajustes

da dose de insulina duas vezes por dia podem ser necessários.

Dependendo da causa subjacente (por exemplo diabetes mellitus induzida por diestro), os cães podem

desenvolver remissão diabética, apesar de ser mais raro em gatos. Nesses casos, a produção de insulina

endógena suficiente vai ser recuperada e a dose de insulina exógena terá de ser ajustada ou parada.

9.

INSTRUÇÕES COM VISTA A UMA UTILIZAÇÃO CORRETA

Deverá ser utilizada uma seringa U-40.

A suspensão deve ser misturada rodando suavemente o frasco antes de retirar cada dose do frasco.

Deve ser dada particular atenção à exatidão da dose.

O medicamento veterinário deve ser administrado por injeção subcutânea.

A dose deve ser administrada à refeição ou imediatamente após a refeição.

Evitar a introdução de contaminação durante a administração.

Após rodar suavemente o frasco, a suspensão de ProZinc tem uma aparência branca, turva.

Pode ser observado um anel de branco no gargalo de alguns frascos, mas isto não afeta a qualidade do

medicamento.

Podem formar-se aglomerados (por ex. partículas) em suspensões de insulina: não administrar o

medicamento se persistirem aglomerados visíveis após rodar suavemente o frasco.

10.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não aplicável.

11.

PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE CONSERVAÇÃO

Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Para os frascos não utilizados e abertos:

Conservar no frigorífico (2ºC a 8ºC) em posição vertical.

Não congelar.

Manter o frasco dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

Prazo de validade após a primeira abertura do recipiente: 60 dias.

Não administrar depois de expirado o prazo de validade indicado na embalagem e no frasco depois de

EXP.

12.

ADVERTÊNCIA(S) ESPECIAL(AIS)

Advertências especiais para cada espécie-alvo:

Acontecimentos muito stressantes, inapetência, tratamento concomitante com gestagénios e

corticosteróides ou outras doenças concomitantes (por ex., doenças gastrointestinais, infecciosas ou

inflamatórias ou doenças endócrinas), podem influenciar a eficácia da insulina e, portanto, a dose de

insulina pode ter de ser ajustada.

Precauções especiais para utilização em animais:

A dose de insulina pode ter de ser ajustada ou descontinuada em caso de remissão do estado diabético

em gatos ou após a resolução de estados diabéticos transitórios em cães (por exemplo diabetes mellitus

induzida por diestro, diabetes mellitus causada por hiperadrenocorticismo).

Após o estabelecimento da dose diária de insulina, é recomendada a monitorização para o controlo da

diabetes.

O tratamento com insulina pode provocar hipoglicemia, para sinais clínicos e tratamento adequado,

por favor consultar secção “Sobredosagem”, abaixo.

Precauções especiais para o uso em cães

Nos casos em que se suspeite de hipoglicemia, devem ser feitas medições de glicemia no momento da

ocorrência (se possível), bem como um pouco antes da refeição/injeção da noite (onde aplicável). Isto

serve para rastrear a ação prolongada da protamina-zinco e uma potencial sobreposição da ação da

insulina que pode resultar em hipoglicemia.

O stress e exercício irregular devem ser evitados. É recomendado estabelecer um horário regular de

alimentação de duas vezes por dia, em que o dono injeta insulina uma ou duas vezes por dia.

Num estudo experimental em cães saudáveis, o tempo mediano para o nadir de glicose no sangue foi

de aproximadamente 16 e 12 horas após a administração de 0,5 ou 0,8 UI / kg de peso corporal

respetivamente.

Num estudo clínico de campo em cães diabéticos, o tempo para o efeito máximo na diminuição das

concentrações de glucose no sangue (i.e., nadir de glucose no sangue) após administração subcutânea

foi observado 9 horas após última injeção em 67,9% dos cães. (Administração em cães com iões de

73,5% uma vez ao dia e com 59,3% duas vezes ao dia). Consequentemente, as curvas de glicose no

sangue devem ser conduzidas durante um período suficiente para determinar um nadir de glicose no

sangue.

Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais:

A auto-injeção acidental pode provocar sinais clínicos de hipoglicemia que pode ser tratada com a

administração oral de açúcar. Há uma pequena possibilidade de reação alérgica em indivíduos

sensibilizados.

Em caso de auto-injeção acidental, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto

informativo.

Gestação e lactação:

A segurança e a eficácia do ProZinc não foram avaliadas em animais reprodutores, gestantes e

lactantes.

Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico

veterinário responsável.

Geralmente, as necessidades de insulina durante a gestação e a lactação podem ser diferentes, devido a

uma alteração do estado metabólico. Portanto, recomenda-se a monitorização da glucose e supervisão

médico veterinária.

Interações medicamentosas e outras formas de interação:

Podem surgir alterações nas necessidades de insulina como resultado da administração de substâncias

que alteram a tolerância à glucose (por ex., corticosteróides e gestagénios). Deve ser realizada a

monitorização das concentrações glicémicas para ajustar adequadamente a dose. Do mesmo modo,

uma alimentação para gatos rica em proteínas/baixa em hidratos de carbono e alterações da dieta de

qualquer gato ou cão podem alterar as necessidades de insulina e que requerem uma mudança da dose

de insulina.

Sobredosagem (sintomas, procedimentos de emergência, antídotos):

Uma sobredosagem de insulina pode ter como resultado uma hipoglicemia, caso em que a

administração imediata de uma solução ou gel com glucose e/ou alimento é necessária. Os sinais

clínicos podem incluir fome, ansiedade crescente, locomoção instável, contrações musculares, tropeço

ou enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Recomenda-se que o proprietário disponha de produtos contendo glucose (por ex. mel, dextrose em

gel) em casa.

Incompatibilidades maiores:

Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento veterinário não deve ser misturado com

outros medicamentos veterinários.

13.

PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE ELIMINAÇÃO DO MEDICAMENTO NÃO

UTILIZADO OU DOS SEUS DESPERDÍCIOS, SE FOR CASO DISSO

Os medicamentos não devem ser eliminados no lixo ou esgotos domésticos. Pergunte ao seu médico

veterinário como deve eliminar os medicamentos veterinários que já não são necessários. Estas

medidas contribuem para a proteção do ambiente.

14.

DATA DA ÚLTIMA APROVAÇÃO DO FOLHETO INFORMATIVO

Encontram-se disponíveis informações detalhadas sobre este medicamento veterinário no website da

Agência Europeia de Medicamentos http://www.ema.europa.eu/.

15.

OUTRAS INFORMAÇÕES

Embalagem com 1 frasco de vidro transparente de 10 ml. O frasco está fechado com uma tampa de

borracha butílica e selado com uma tampa basculante de plástico.

FOLHETO INFORMATIVO:

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para cães

1.

NOME E ENDEREÇO DO TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO

MERCADO E DO TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE FABRICO RESPONSÁVEL

PELA LIBERTAÇÃO DO LOTE, SE FOREM DIFERENTES

Titular da autorização de introdução no mercado e fabricante responsável pela libertação dos lotes:

Boehringer Ingelheim Vetmedica GmbH

Binger Strasse 173

55216 Ingelheim/Rhein

ALEMANHA

Fabricante responsável pela libertação do lote:

KVP Pharma + Veterinär Produkte GmbH

Projensdorfer Str. 324

24106 Kiel

ALEMANHA

2.

NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para cães.

Insulina humana

3.

DESCRIÇÃO DA(S) SUBSTÂNCIA(S) ATIVA(S) E OUTRA(S) SUBSTÂNCIA(S)

Cada ml contém:

Substância ativa:

Insulina humana*

40 UI como insulina protamina-zinco.

Uma UI (Unidade Internacional) corresponde a 0,0347 mg de insulina humana.

*produzida por tecnologia de DNA recombinante.

Excipientes:

Sulfato de protamina

0,466 mg

Óxido de zinco

0,088 mg

Fenol

2,5 mg

Suspensão aquosa, branca.

4.

INDICAÇÃO (INDICAÇÕES)

Para o tratamento da diabetes mellitus em cães de forma a alcançar a redução da hiperglicemia e

melhorar os sinais clínicos associados.

5.

CONTRAINDICAÇÕES

Não administrar para o maneio agudo da cetoacidose diabética.

Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância ativa ou a algum dos excipientes.

6.

REAÇÕES ADVERSAS

As reações hipoglicémicas observadas foram muito comumente reportadas em ensaios clínicos: 26,5%

(44 de 166) de cães tratados. Estas reações foram geralmente de natureza ligeira. Os sinais clínicos

podem incluir fome, ansiedade, locomoção instável, contrações musculares, tropeço ou

enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

Neste caso é necessária a administração imediata de uma solução ou gel que contenha glucose e/ou

alimento.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Muito raramente foram relatadas reações no local da injeção; estas foram resolvidas sem interrupção

do tratamento.

A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:

- Muito comum (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s))

- Comum (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados)

- Pouco frequentes (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados)

- Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados)

- Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados).

Caso detete efeitos secundários ou outros efeitos não mencionados neste folheto ou pense que o

medicamento não atuou, informe o seu médico veterinário.

7.

ESPÉCIES-ALVO

Cães

8.

DOSAGEM EM FUNÇÃO DA ESPÉCIE, VIA(S) E MODO DE ADMINISTRAÇÃO

Via subcutânea.

Se o dono do animal for administrar o produto, formação/aconselhamento adequado deverá ser

disponibilizado pelo médido veterinário antes de usar pela primeira vez.

Dose:

O médico veterinário deve reavaliar o animal a intervalos adequados e ajustar o protocolo de

tratamento, por exemplo a dose e o regime de dosagem, até ser atingido um controlo glicémico

adequado.

Qualquer ajuste da dose (i.e. aumento da dose) deve ser, em geral, efetuado após vários dias (por ex.,

1 semana) uma vez que a ação completa da insulina necessita de uma fase de equilíbrio. Os ajustes de

dose de insulina, se necessários, devem ser efetuados geralmente entre 0,5 a 1 UI por injeção. As

reduções de dose devido à observação de hipoglicemia ou suspeita de efeito Somogyi (hiperglicemia

compensatória) podem ser de 50% ou superiores (potencialmente incluindo a pausa temporária da

administração de insulina).

Uma vez alcançado o controlo glicémico adequado, deve ser realizada uma monitorização intermitente

da glicémia, especialmente quando há alterações dos sinais clínicos e podem ser necessários mais

ajustes da dose de insulina.

Orientações gerais:

A dosagem é individual e determinada de acordo com as necessidades de cada doente. Para alcançar o

controlo otimizado da diabetes mellitus, ajustes da dose devem ser primariamente baseados em sinais

clínicos. Parâmetros sanguíneos (frutosamina, glicémia máxima e diminuição das concentrações de

glicémia em curvas glicémicas) também podem ser tidas em consideração como ferramentas de

suporte (ver secção “Precauções especiais na utilização em animais”).

A reavaliação dos sinais clínicos e parâmetros laboratoriais é recomendado.

Iniciação

Para a iniciação do tratamento, a dose recomendada é de 0,5 a 1,0 UI insulina/kg de peso corporal uma

vez por dia de manhã (aproximadamente a cada 24 horas).

Para cães diabéticos recentemente diagnosticados, a dose inicial de 0,5 UI insulina/kg de peso

corporal é recomendada.

Para cães anteriormente tratados com outro tipo de insulina, mas que permanecem mal

controlados, 0,5 a 1,0 UI/kg de peso corporal pode ser considerado.

Manutenção

Ajustes da dose de insulina num regime de toma diária, se necessários, devem geralmente ser feitos de

forma conservadora e gradual (por exemplo até 25% aumento/diminuição da dose por injeção).

Se não se verificarem melhorias no controlo diabético após um período adequado de ajuste da dose de

4 a 6 semanas no tratamento de uma vez por dia, as seguintes opções podem ser consideradas:

Mais ajustes da dose de insulina no tratamento de uma vez por dia podem ser necessários,

particularmente para cães com a um aumento de atividade física, com mudanças na sua dieta

habitual ou durante doenças concomitantes.

Trocar para dosagem de duas vezes por dia: Nestes casos, é recomendado reduzir a dose por

injeção por um terço (por exemplo, uma vez por dia num cão de 12 kg: 12 UI insulina/injeção,

pode ser alterado para 8 UI insulina/injeção administrado duas vezes por dia). O produto deve

ser administrado de manhã e à noite, com aproximadamente 12 horas de intervalo. Mais ajustes

da dose de insulina duas vezes por dia podem ser necessários.

Dependendo da causa subjacente (por exemplo diabetes mellitus induzida por diestro), os cães podem

desenvolver remissão diabética, apesar de ser raro. Nesses casos, a produção de insulina endógena

suficiente vai ser recuperada e a dose de insulina exógena terá de ser ajustada ou parada.

9.

INSTRUÇÕES COM VISTA A UMA UTILIZAÇÃO CORRETA

Deverá ser utilizada uma seringa U-40.

A suspensão deve ser misturada rodando suavemente o frasco antes de retirar cada dose do frasco.

Deve ser dada particular atenção à exatidão da dose.

O medicamento veterinário deve ser administrado por injeção subcutânea.

A dose deve ser administrada à refeição ou imediatamente após a refeição.

Evitar a introdução de contaminação durante a administração.

Após rodar suavemente o frasco, a suspensão de ProZinc tem uma aparência branca, turva.

Pode ser observado um anel de branco no gargalo de alguns frascos, mas isto não afeta a qualidade do

medicamento.

Podem formar-se aglomerados (por ex. partículas) em suspensões de insulina: não administrar o

medicamento se persistirem aglomerados visíveis após rodar suavemente o frasco.

10.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não aplicável.

11.

PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE CONSERVAÇÃO

Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Para os frascos não utilizados e abertos:

Conservar no frigorífico (2ºC a 8ºC) em posição vertical.

Não congelar.

Manter o frasco dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

Prazo de validade após a primeira abertura do recipiente: 60 dias.

Não administrar depois de expirado o prazo de validade indicado na embalagem e no frasco depois de

EXP.

12.

ADVERTÊNCIA(S) ESPECIAL(AIS)

Advertências especiais para cada espécie-alvo:

Acontecimentos muito stressantes, inapetência, tratamento concomitante com gestagénios e

corticosteróides ou outras doenças concomitantes (por ex., doenças gastrointestinais, infecciosas ou

inflamatórias ou doenças endócrinas), podem influenciar a eficácia da insulina e, portanto, a dose de

insulina pode ter de ser ajustada.

Precauções especiais para utilização em animais:

A dose de insulina pode ter de ser ajustada ou descontinuada após a resolução de estados diabéticos

transitórios (por exemplo diabetes mellitus induzida por diestro, diabetes mellitus causada por

hiperadrenocorticismo).

Após o estabelecimento da dose diária de insulina, é recomendada a monitorização para o controlo da

diabetes.

O tratamento com insulina pode provocar hipoglicemia, para sinais clínicos e tratamento adequado,

por favor consultar secção “Sobredosagem”, abaixo.

Nos casos em que se suspeite de hipoglicemia, devem ser feitas medições de glicemia no momento da

ocorrência (se possível), bem como um pouco antes da refeição/injeção da noite (onde aplicável). Isto

serve para rastrear a ação prolongada da protamina-zinco e uma potencial sobreposição da ação da

insulina que pode resultar em hipoglicemia.

O stress e exercício irregular devem ser evitados. É recomendado estabelecer um horário regular de

alimentação de duas vezes por dia, em que o dono injeta insulina uma ou duas vezes por dia.

Num estudo experimental em cães saudáveis, o tempo mediano para o nadir de glicose no sangue foi

de aproximadamente 16 e 12 horas após a administração de 0,5 ou 0,8 UI / kg de peso corporal

respetivamente.

Num estudo clínico de campo em cães diabéticos, o tempo para o efeito máximo na diminuição das

concentrações de glucose no sangue (i.e., nadir de glucose no sangue) após administração subcutânea

foi observado 9 horas após última injeção em 67,9% dos cães. (Administração em cães com iões de

73,5% uma vez ao dia e com 59,3% duas vezes ao dia). Consequentemente, as curvas de glicose no

sangue devem ser conduzidas durante um período suficiente para determinar um nadir de glicose no

sangue.

Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento veterinário aos animais:

A auto-injeção acidental pode provocar sinais clínicos de hipoglicemia que pode ser tratada com a

administração oral de açúcar. Há uma pequena possibilidade de reação alérgica em indivíduos

sensibilizados.

Em caso de auto-injeção acidental, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto

informativo.

Gestação e lactação:

A segurança e a eficácia do ProZinc não foram avaliadas em animais reprodutores, gestantes e

lactantes.

Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico

veterinário responsável.

Leia o documento completo

ANEXO I

RESUMO DAS CARATERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1.

NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para gatos e cães

2.

COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada ml contém:

Substância ativa:

Insulina humana*

40 UI como insulina protamina-zinco.

Uma UI (Unidade Internacional) corresponde a 0,0347 mg de insulina humana.

*produzida por tecnologia de DNA recombinante.

Excipientes:

Sulfato de protamina

0,466 mg

Óxido de zinco

0,088 mg

Fenol

2,5 mg

Para a lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3.

FORMA FARMACÊUTICA

Suspensão injetável.

Suspensão aquosa, turva, branca.

4.

INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1

Espécie(s)-alvo

Gatos e cães

4.2

Indicações de utilização, especificando as espécies-alvo

Para o tratamento da diabetes mellitus em gatos e cães de forma a alcançar a redução da hiperglicemia

e melhorar os sinais clínicos associados.

4.3

Contraindicações

Não administrar para o maneio agudo da cetoacidose diabética.

Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância ativa ou a algum dos excipientes.

4.4

Advertências especiais para cada espécie

Acontecimentos muito stressantes, inapetência, tratamento concomitante com gestagénios e

corticosteróides ou outras doenças concomitantes (por ex., doenças gastrointestinais, infecciosas ou

inflamatórias ou doenças endócrinas), podem influenciar a eficácia da insulina e, portanto, a dose de

insulina pode ter de ser ajustada.

4.5

Precauções especiais de utilização

Precauções especiais para utilização em animais

A dose de insulina pode ter de ser ajustada ou descontinuada em caso de remissão do estado diabético

em gatos ou após a resolução de estados diabéticos transitórios em cães (por exemplo diabetes mellitus

induzida por diestro, diabetes mellitus causada por hiperadrenocorticismo).

Após o estabelecimento da dose diária de insulina, é recomendada a monitorização para o controlo da

diabetes.

O tratamento com insulina pode provocar hipoglicemia, para sinais clínicos e tratamento adequado,

por favor consultar secção 4.10.

Precauções especiais para o uso em cães

Nos casos em que se suspeite de hipoglicemia, devem ser feitas medições de glicémia no momento da

ocorrência (se possível), bem como um pouco antes da seguinte refeição/injeção da noite (onde

aplicável). Isto serve para rastrear a ação prolongada da protamina-zinco e uma potencial sobreposição

da ação da insulina que pode resultar em hipoglicemia.

O stress e exercício irregular devem ser evitados. É recomendado estabelecer um horário regular de

alimentação de duas vezes por dia, em que o dono injeta insulina uma ou duas vezes por dia.

Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento aos animais

A auto-injeção acidental pode provocar sinais clínicos de hipoglicemia que pode ser tratada com a

administração oral de açúcar. Há uma pequena possibilidade de reação alérgica em indivíduos

sensibilizados.

Em caso de auto-injeção acidental, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto

informativo.

4.6

Reações adversas (frequência e gravidade)

As reações hipoglicémicas observadas foram muito comumente reportadas em ensaios clínicos: 13%

(23 de 176) de gatos tratados e 26,5% (44 de 166) de cães tratados. Estas reações foram geralmente de

natureza ligeira. Os sinais clínicos podem incluir fome, ansiedade, locomoção instável, contrações

musculares, tropeço ou enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

Neste caso é necessária a administração imediata de uma solução ou gel que contenha glicose e/ou

alimento.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Muito raramente foram relatadas reações no local da injeção; estas foram resolvidas sem interrupção

do tratamento.

A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:

- Muito comum (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s))

- Comum (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados)

- Pouco frequentes (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados)

- Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados)

- Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados).

4.7

Utilização durante a gestação, a lactação ou a postura de ovos

A segurança e a eficácia do ProZinc não foram avaliadas em animais reprodutores, gestantes e

lactantes.

Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico

veterinário responsável.

Geralmente, as necessidades de insulina durante a gestação e a lactação podem ser diferentes, devido a

uma alteração do estado metabólico. Portanto, recomenda-se a monitorização da glucose e supervisão

médico veterinária.

4.8

Interações medicamentosas e outras formas de interação

Podem surgir alterações nas necessidades de insulina como resultado da administração de substâncias

que alteram a tolerância à glucose (por ex., corticosteróides e gestagénios). Deve ser realizada a

monitorização das concentrações glicémicas para ajustar adequadamente a dose. Do mesmo modo,

uma alimentação para gatos rica em proteínas/baixa em hidratos de carbono e alterações da dieta de

qualquer gato ou cão podem alterar as necessidades de insulina e que requerem uma mudança da dose

de insulina.

4.9

Posologia e via de administração

Via subcutânea.

Se o dono do animal for administrar o produto, formação/aconselhamento adequado deverá ser

disponibilizado pelo médido veterinário antes de usar pela primeira vez.

Dose:

O médico veterinário deve reavaliar o animal a intervalos adequados e ajustar o protocolo de

tratamento, por exemplo a dose e o regime de dosagem, até ser atingido um controlo glicémico

adequado.

Qualquer ajuste da dose (i.e. aumento da dose) deve ser, em geral, efetuado após vários dias (por ex.,

1 semana) uma vez que a ação completa da insulina necessita de uma fase de equilíbrio. As reduções

de dose devido à observação de hipoglicemia ou suspeita de efeito Somogyi (hiperglicemia

compensatória) podem ser de 50% ou superiores (potencialmente incluindo a pausa temporária da

administração de insulina).

Uma vez alcançado o controlo glicémico adequado, deve ser realizada uma monitorização intermitente

da glicémia, especialmente quando há alterações dos sinais clínicos ou suspeita de remissão diabética

e podem ser necessários mais ajustes da dose de insulina.

Gatos:

A dose inicial recomendada é de 0,2 a 0,4 UI insulina/kg de peso corporal de 12 em 12 horas.

Para gatos previamente controlados com insulina, uma dose inicial superior até 0,7 UI

insulina/kg de peso corporal pode ser apropriada.

Ajustes da dose de insulina, se necessárias devem ser feitas entre 0,5 e 1 UI insulina por injeção.

Os gatos podem desenvolver remissão diabética, caso em que a produção suficiente de insulina

endógena é recuperada e a dose de insulina exógena terá de ser ajustada ou descontinuada.

Cães:

Orientações gerais:

A dosagem é individual e determinada de acordo com as necessidades de cada doente. Para alcançar o

controlo otimizado da diabetes mellitus, ajustes da dose devem ser primariamente baseados em sinais

clínicos. Parâmetros sanguíneos (frutosamina, glicémia máxima e diminuição das concentrações de

glicémia em curvas glicémicas) também podem ser tidas em consideração como ferramentas de

suporte. A reavaliação dos sinais clínicos e parâmetros laboratoriais é recomendado.

Iniciação

Para a iniciação do tratamento, a dose recomendada é de 0,5 a 1,0 UI insulina/kg de peso corporal uma

vez por dia de manhã (aproximadamente a cada 24 horas).

Para cães diabéticos recentemente diagnosticados, a dose inicial de 0,5 UI insulina/kg de peso corporal

é recomendada.

Para cães anteriormente tratados com outro tipo de insulina, mas que permanecem mal controlados,

0,5 a 1,0 UI/kg de peso corporal pode ser considerado.

Manutenção

Ajustes da dose de insulina num regime de toma diária, se necessários, devem geralmente ser feitos de

forma conservadora e gradual (por exemplo até 25% aumento/diminuição da dose por injeção).

Se não se verificarem melhorias no controlo diabético após um período adequado de ajuste da dose de

4 a 6 semanas no tratamento de uma vez por dia, as seguintes opções podem ser consideradas:

Mais ajustes da dose de insulina no tratamento de uma vez por dia podem ser necessários,

particularmente para cães com a um aumento de atividade física, com mudanças na sua dieta

habitual ou durante doenças concomitantes.

Trocar para dosagem de duas vezes por dia: Nestes casos, é recomendado reduzir a dose por

injeção por um terço (por exemplo, uma vez por dia num cão de 12 kg: 12 UI insulina/injeção,

poderá ser alterada para 8 UI insulina/injeção administrada duas vezes por dia). O produto deve

ser administrado de manhã e à noite, com aproximadamente 12 horas de intervalo. Mais ajustes

da dose de insulina duas vezes por dia podem ser necessários.

Dependendo da causa subjacente (por exemplo diabetes mellitus induzida por diestro), os cães podem

desenvolver remissão diabética, apesar de ser mais raro do que em gatos. Nesses casos, a produção de

insulina endógena suficiente vai ser recuperada e a dose de insulina exógena terá de ser ajustada ou

parada.

Modo de administração:

Deverá ser utilizada uma seringa U-40.

A suspensão deve ser misturada rodando suavemente o frasco antes de retirar cada dose do frasco.

A dose deve ser administrada à refeição ou imediatamente após a refeição.

Deve ser dada particular atenção à exatidão da dose.

O medicamento veterinário deve ser administrado por injeção subcutânea.

Evitar a introdução de contaminação durante a administração.

Após rodar suavemente o frasco, a suspensão de ProZinc tem uma aparência branca, turva.

Pode ser observado um anel de branco no gargalo de alguns frascos, mas isto não afeta a qualidade do

medicamento.

Podem formar-se aglomerados (por ex. partículas) em suspensões de insulina: não administrar o

medicamento se persistirem aglomerados visíveis após rodar suavemente o frasco.

4.10

Sobredosagem (sintomas, procedimentos de emergência, antídotos), (se necessário)

Uma sobredosagem de insulina pode ter como resultado uma hipoglicemia, caso em que a

administração imediata de uma solução ou gel com glucose e/ou alimento é necessária.

Os sinais clínicos podem incluir fome, ansiedade crescente, locomoção instável, contrações

musculares, tropeço ou enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Recomenda-se que o proprietário disponha de produtos contendo glucose (por ex. mel, dextrose em

gel) em casa.

4.11

Intervalo de segurança

Não aplicável.

5.

PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

Grupo farmacoterapêutico: Insulinas e análogos injetáveis, ação intermédia.

Código ATCvet: QA10AC01 Insulina (humana).

5.1

Propriedades farmacodinâmicas

A insulina ativa os recetores de insulina e, com isso, uma complexa cascata de sinalização celular que

tem como resultado uma maior captação da glucose pelas células. Os principais efeitos da insulina são

a redução das concentrações de glucose circulante no sangue e o armazenamento de gordura. De forma

geral, a insulina influencia a regulação do metabolismo dos hidratos de carbono e das gorduras.

Sob condições clínicas de campo em gatos diabéticos a ação máxima sobre as concentrações de

glucose sanguínea (por ex. nadir da glucose sanguínea) após administração subcutânea foi observada

numa média de 6 horas (intervalo de 3 a 9 horas). Na maioria dos gatos o efeito de diminuição da

glucose durou um mínimo de 9 horas após a primeira injeção de insulina.

Num estudo experimental em cães saudáveis, o tempo até ao nadir de glicose no sangue após uma

única injeção subcutânea de 0,8 ou 0,5 UI / kg de peso corporal foi variável entre cães (intervalo de 3 a

> 24 horas), assim como a duração de ação de insulina (variação de 12 a > 24 horas). O tempo

mediano para o nadir de glicose no sangue foi de aproximadamente 16 e 12 horas após a

administração de 0,5 ou 0,8 UI / kg de peso corporal respetivamente.

Num estudo clínico de campo em cães diabéticos, o tempo para o efeito máximo na diminuição das

concentrações de glucose no sangue (i.e., nadir de glucose no sangue) após administração subcutânea

foi observado 9 horas após última injeção em 67,9% dos cães. (Administração em cães com iões de

73,5% uma vez ao dia e com 59,3% duas vezes ao dia). Consequentemente, as curvas de glicose no

sangue devem ser conduzidas durante um período suficiente para determinar um nadir de glicose no

sangue.

5.2

Propriedades farmacocinéticas

Absorção:

A insulina humana recombinante protamina-zinco é uma insulina cuja absorção e início de ação são

retardados pela adição de protamina e zinco, levando à formação de cristais. Após a injeção

subcutânea, as enzimas proteolíticas dos tecidos degradam a protamina para permitir a absorção da

insulina. Além disso, o fluido intersticial dilui e decompõe os complexos hexaméricos insulina-zinco

que se formaram, tendo como resultado uma absorção retardada do depósito subcutâneo.

Distribuição:

Após ser absorvida do local subcutâneo, a insulina entra na circulação e é distribuída pelos tecidos,

onde se liga aos recetores de insulina que se encontram na maioria dos tecidos. Os tecidos-alvo são os

tecidos hepáticos, musculares e adiposos.

Metabolismo:

No seguimento da ligação da insulina ao seu recetor e da ação subsequente, a insulina é libertada para

o ambiente extracelular. Pode, então, ser degradada à passagem pelo fígado ou pelos rins. A

degradação envolve normalmente a endocitose do complexo insulina-recetor, seguido pela ação da

enzima degradante da insulina.

Eliminação:

O fígado e os rins são os principais órgãos implicados na eliminação da insulina da circulação.

Quarenta por cento da insulina é eliminada pelo fígado e 60% é eliminada pelos rins.

6.

INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1

Lista de excipientes

Sulfato de protamina

Óxido de zinco

Glicerol

Fosfato de sódio dibásico, heptahidratado

Fenol

Ácido clorídrico (para ajustamento do pH)

Hidróxido de sódio (para ajustamento do pH)

Água para injetáveis

6.2

Incompatibilidades

Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento veterinário não deve ser misturado com

outros medicamentos veterinários.

6.3

Prazo de validade

Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda: 3 anos.

Prazo de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: 60 dias.

6.4

Precauções especiais de conservação

Para os frascos não utilizados e abertos:

Conservar no frigorífico (2ºC a 8ºC) em posição vertical.

Não congelar.

Manter o frasco dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

6.5

Natureza e composição do acondicionamento primário

Embalagem com um frasco de vidro transparente de 10 ml.

O frasco está fechado com uma tampa de borracha butílica e selado com uma tampa basculante de

plástico.

6.6

Precauções especiais para a eliminação de medicamentos veterinários não utilizados ou de

desperdícios derivados da utilização desses medicamentos

O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com

os requisitos nacionais.

7.

TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Boehringer Ingelheim Vetmedica GmbH

Binger Strasse 173

55216 Ingelheim/Rhein

ALEMANHA

8.

NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

EU/2/13/152/001

9.

DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO

Data da primeira autorização: 12/07/2013

Data da última renovação: 13/04/2018

10.

DATA DA REVISÃO DO TEXTO

Encontram-se disponíveis informações detalhadas sobre este medicamento veterinário no website da

Agência Europeia de Medicamentos http://www.ema.europa.eu/.

PROIBIÇÃO DE VENDA, FORNECIMENTO E/OU UTILIZAÇÃO

Não aplicável.

1.

NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

ProZinc 40 UI/ml suspensão injetável para cães

2.

COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada ml contém:

Substância ativa:

Insulina humana*

40 UI como insulina protamina-zinco.

Uma UI (Unidade Internacional) corresponde a 0,0347 mg de insulina humana.

*produzida por tecnologia de DNA recombinante.

Excipientes:

Sulfato de protamina

0,466 mg

Óxido de zinco

0,088 mg

Fenol

2,5 mg

Para a lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3.

FORMA FARMACÊUTICA

Suspensão injetável.

Suspensão aquosa, turva, branca.

4.

INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1

Espécie(s)-alvo

Cães

4.2

Indicações de utilização, especificando as espécies-alvo

Para o tratamento da diabetes mellitus em cães de forma a alcançar a redução da hiperglicemia e

melhorar os sinais clínicos associados.

4.3

Contraindicações

Não administrar para o maneio agudo da cetoacidose diabética.

Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância ativa ou a algum dos excipientes.

4.4

Advertências especiais para cada espécie

Acontecimentos muito stressantes, inapetência, tratamento concomitante com gestagénios e

corticosteróides ou outras doenças concomitantes (por ex., doenças gastrointestinais, infecciosas ou

inflamatórias ou doenças endócrinas), podem influenciar a eficácia da insulina e, portanto, a dose de

insulina pode ter de ser ajustada.

4.5

Precauções especiais de utilização

Precauções especiais para utilização em animais

A dose de insulina pode ter de ser ajustada ou descontinuada após a resolução de estados diabéticos

transitórios (por exemplo diabetes mellitus induzida por diestro, diabetes mellitus causada por

hiperadrenocorticismo).

Após o estabelecimento da dose diária de insulina, é recomendada a monitorização para o controlo da

diabetes.

O tratamento com insulina pode provocar hipoglicemia, para sinais clínicos e tratamento adequado,

por favor consultar secção 4.10.

Nos casos em que se suspeite de hipoglicemia, devem ser feitas medições de glicémia no momento da

ocorrência (se possível), bem como um pouco antes da seguinte refeição/injeção da noite (onde

aplicável). Isto serve para rastrear a ação prolongada da protamina-zinco e uma potencial sobreposição

da ação da insulina que pode resultar em hipoglicemia.

O stress e exercício irregular devem ser evitados. É recomendado estabelecer um horário regular de

alimentação de duas vezes por dia, em que o dono injeta insulina uma ou duas vezes por dia.

Precauções especiais a adotar pela pessoa que administra o medicamento aos animais

A auto-injeção acidental pode provocar sinais clínicos de hipoglicemia que pode ser tratada com a

administração oral de açúcar. Há uma pequena possibilidade de reação alérgica em indivíduos

sensibilizados.

Em caso de auto-injeção acidental, dirija-se imediatamente a um médico e mostre-lhe o folheto

informativo.

4.6

Reações adversas (frequência e gravidade)

As reações hipoglicémicas observadas foram muito comumente reportadas em ensaios clínicos: 26,5%

(44 de 166) de cães tratados. Estas reações foram geralmente de natureza ligeira. Os sinais clínicos

podem incluir fome, ansiedade, locomoção instável, contrações musculares, tropeço ou

enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação.

Neste caso é necessária a administração imediata de uma solução ou gel que contenha glicose e/ou

alimento.

A administração de insulina deve ser temporariamente interrompida e a próxima dose de insulina deve

ser ajustada adequadamente.

Muito raramente foram relatadas reações no local da injeção; estas foram resolvidas sem interrupção

do tratamento.

A frequência dos eventos adversos é definida utilizando a seguinte convenção:

- Muito comum (mais de 1 em 10 animais tratados apresentando evento(s) adverso(s))

- Comum (mais de 1 mas menos de 10 animais em 100 animais tratados)

- Pouco frequentes (mais de 1 mas menos de 10 animais em 1.000 animais tratados)

- Raros (mais de 1 mas menos de 10 animais em 10.000 animais tratados)

- Muito rara (menos de 1 animal em 10.000 animais tratados, incluindo relatos isolados).

4.7

Utilização durante a gestação, a lactação ou a postura de ovos

A segurança e a eficácia do ProZinc não foram avaliadas em animais reprodutores, gestantes e

lactantes.

Administrar apenas em conformidade com a avaliação benefício/risco realizada pelo médico

veterinário responsável.

Geralmente, as necessidades de insulina durante a gestação e a lactação podem ser diferentes, devido a

uma alteração do estado metabólico. Portanto, recomenda-se a monitorização da glucose e supervisão

médico veterinária.

4.8

Interações medicamentosas e outras formas de interação

Podem surgir alterações nas necessidades de insulina como resultado da administração de substâncias

Leia o documento completo

Official address

Domenico Scarlattilaan 6

1083 HS Amsterdam

The Netherlands

An agency of the European Union

Address for visits and deliveries

Refer to www.ema.europa.eu/how-to-find-us

Send us a question

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+31 (0)88 781 6000

© European Medicines Agency, 2019. Reproduction is authorised provided the source is acknowledged.

EMA/300817/2013

EMEA/V/C/002634

ProZinc (insulina humana)

Resumo do ProZinc e das razões por que está autorizado na UE

O que é o ProZinc e para que é utilizado?

O ProZinc é um medicamento veterinário utilizado no tratamento de gatos e cães com diabetes.

Contém a substância ativa insulina humana.

Como se utiliza o ProZinc?

O ProZinc só pode ser obtido mediante receita médica e está disponível na forma de suspensão para

injeção (40 UI/ml). É administrado por injeção sob a pele duas vezes por dia nos gatos e uma vez por

dia nos cães, à refeição ou imediatamente após a mesma A dose correta é determinada

individualmente para cada animal em função do peso e deve ser ajustada em função da resposta ao

tratamento. No caso dos cães, se a resposta ao tratamento for insuficiente após 4 a 6 semanas, a dose

e/ou a frequência podem ser alteradas.

Para obter informações adicionais sobre a utilização do ProZinc, leia o Folheto Informativo ou contacte

o médico veterinário ou o farmacêutico.

Como funciona o ProZinc?

A diabetes é uma doença na qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar os níveis de

açúcar no sangue ou em que o organismo não é capaz de utilizar a insulina de forma eficaz. Isto

resulta num aumento dos níveis de glucose no sangue e sinais clínicos associados, tais como poliúria

(aumento do volume da urina), polidipsia (aumento da ingestão de água) e perda de peso. O ProZinc é

uma insulina à qual se adicionaram protamina e zinco para criar cristais. Estes são absorvidos mais

lentamente após a injeção e levam mais tempo a atingir o seu alvo no organismo do que a insulina

produzida naturalmente. O ProZinc funciona da mesma forma que a insulina produzida naturalmente

mas com uma duração de ação mais longa, e ajuda a glucose a entrar nas células do sangue. Ao

controlar o nível de glucose no sangue, reduz os sintomas e as complicações da diabetes.

O ingrediente ativo do ProZinc, a insulina humana, é produzido por meio de um método denominado

«tecnologia de ADN recombinante», ou seja, é produzido por células de levedura nas quais foi

introduzido um gene (segmento de ADN) que as torna capazes de produzir insulina.

ProZinc (insulina humana)

EMA/300817/2013

Página 2/2

Quais os benefícios demonstrados pelo ProZinc durante os estudos?

Num estudo de campo que incluiu 139 gatos diabéticos de várias idades e raças, após 6 semanas de

tratamento com o ProZinc os níveis médios de açúcar no sangue diminuíram e os sinais clínicos

melhoraram, por exemplo o peso corporal médio aumentou; 116 dos 139 gatos (84 %) foram

considerados como tendo sido tratados com êxito.

Num estudo de campo da UE que incluiu cães diabéticos, o ProZinc foi tão eficaz como uma insulina

veterinária autorizada, com uma melhoria de, pelo menos, uma medição do açúcar no sangue e de,

pelo menos, um dos três sinais clínicos: peso corporal, poliúria e polidipsia. Após 12 semanas, 113 dos

134 cães tratados com o ProZinc (84 %) foram tratados com êxito, em comparação com 91 dos 111

cães do controlo (82 %).

Quais são os riscos associados ao ProZinc?

O efeito secundário mais frequente durante o tratamento com o ProZinc (que pode afetar mais de 1

em cada 10 animais) é a hipoglicemia (níveis baixos de glucose no sangue), que pode dar origem a

sinais como fome, ansiedade crescente, locomoção instável, contrações musculares, tropeço ou

enfraquecimento dos membros posteriores e desorientação. Estes fenómenos hipoglicémicos são, de

um modo geral, de natureza ligeira. Deve ser imediatamente dado ao animal uma solução ou gel

contendo glucose e/ou comida.

O ProZinc é contraindicado em gatos ou cães hipersensíveis (alérgicos) à insulina ou a qualquer outro

ingrediente do medicamento. Devido à sua ação prolongada, é também contraindicado na gestão de

curto prazo de cetoacidose diabética (uma complicação grave da diabetes com níveis elevados de

cetonas no sangue).

Para a lista completa das restrições de utilização e dos efeitos secundários comunicados relativamente

o ProZinc, consulte o Folheto Informativo.

Quais as precauções a tomar pela pessoa que administra o medicamento ou

entra em contacto com o animal?

A autoinjeção acidental pode resultar em sinais clínicos de níveis baixos de glicose no sangue, que

podem ser tratados tomando açúcar por via oral. Há poucas probabilidades de uma reação alérgica em

pessoas sensíveis.

Em caso de autoinjeção acidental, deve-se consultar imediatamente um médico e mostrar-lhe o

Folheto Informativo ou o rótulo.

Porque foi o ProZinc autorizado na UE?

A Agência Europeia de Medicamentos concluiu que os benefícios do ProZinc são superiores aos seus

riscos e que pode ser aprovado para utilização na UE.

Outras informações sobre o ProZinc

Em 12 de julho de 2013, o ProZinc recebeu uma Autorização de Introdução no Mercado, válida para

toda a União Europeia.

Para informações adicionais sobre o ProZinc consulte o sítio Internet da Agência

emema.europe.eu/medicines/veterinary/EPAR/prozinc

Este resumo foi atualizado pela última vez em março de 2019.

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