Roxitromicina Sandoz 150 mg Comprimido revestido por película

Portugal - português - INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde)

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Ingredientes ativos:
Roxitromicina
Disponível em:
Sandoz Farmacêutica, Lda.
Código ATC:
J01FA06
DCI (Denominação Comum Internacional):
Roxithromycin
Dosagem:
150 mg
Forma farmacêutica:
Comprimido revestido por película
Composição:
Roxitromicina 150 mg
Via de administração:
Via oral
Unidades em pacote:
Blister - 12 unidade(s)
Tipo de prescrição:
MSRM
Grupo terapêutico:
1.1.8 Macrólidos
Área terapêutica:
roxithromycin
Resumo do produto:
3790987 - Blister 12 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791282 - Blister 20 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791381 - Blister 28 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3790789 - Blister 5 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791183 - Blister 16 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791589 - Blister 50 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791886 - Blister 100 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3792082 - Blister 500 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791480 - Blister 30 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791084 - Blister 14 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791688 - Blister 60 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791985 - Blister 250 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3790888 - Blister 10 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 3791787 - Blister 90 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 - ; 5161880 - Blister 15 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 3 Ano(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10018922 -
Status de autorização:
Revogado (16 de Maio de 2008)
Número de autorização:
SE/H/221/01/E01
Data de autorização:
2001-12-04

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg comprimidos revestidos por película

ROXITROMICINA SANDOZ 300 mg comprimidos revestidos por película

Roxitromicina

Leia atentamente este folheto antes de começar a tomar este medicamento

- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.

- Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

- Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento pode ser-lhes

prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.

- Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não

mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Neste folheto:

1. O que é ROXITROMICINA SANDOZ e para que é utilizado

2. Antes de tomar ROXITROMICINA SANDOZ

3. Como tomar ROXITROMICINA SANDOZ

4. Efeitos secundários possíveis

5. Como conservar ROXITROMICINA SANDOZ

6. Outras informações

1. O QUE É ROXITROMICINA SANDOZ E PARA QUE É UTILIZADO

ROXITROMICINA SANDOZ

é um antibiótico que pertence ao

grupo

macrólidos.

ROXITROMICINA SANDOZ inibe a produção de proteínas das bactérias e evita, deste modo, a

multiplicação bacteriana.

ROXITROMICINA SANDOZ é utilizada no tratamento de

Pneumonias,

particularmente,

causadas

Mycoplasma

pneumoniae,

Chlamydia

psittaci

(ornitose) ou Chlamydia pneumoniae (TWAR);

- Amigdalite (inflamação das amígdalas), faringite (inflamação da faringe) e otite (inflamação dos

ouvidos)

doentes

com alergia (hipersensibilidade) aos antibióticos beta-lactâmicos

(por

exemplo, penicilinas) ou quando esse tratamento for inadequado;

- Infecções urogenitais causadas por Chlamydia trachomatis (nomeadamente, inflamação do

uréter ou do colo uterino).

- infecções

da pele

e dos tecidos

moles

doentes

com alergia (hipersensibilidade) aos

antibióticos beta-lactâmicos (por exemplo, penicilinas) ou quando esse tratamento for inadequado

2. ANTES DE TOMAR ROXITROMICINA SANDOZ

Não tome ROXITROMICINA SANDOZ

- se tem alergia (hipersensibilidade) à roxitromicina ou a qualquer outros componente

ROXITROMICINA SANDOZ;

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20-03-2007

INFARMED

- se está a tomar algum dos seguintes medicamentos

- ergotamina ou dihidroergotamina (para a enxaqueca);

- terfenadina (antialérgico);

- astemizole (antialérgico);

- cisaprida (para melhorar a função do tracto digestivo);

- pimozida (antipsicótico);

- se tem (ou teve no passado) problemas cardíacos (prolongamento do intervalo QT).

Tome especial cuidado com ROXITROMICINA SANDOZ

- se tiver diminuição da função hepática (fígado);

- se tiver problemas de coração;

- se tiver diarreia grave e prolongada durante o tratamento.

Foram relatadas reacções anafilácticas incluindo angioedema para a roxitromicina. As reacções

anafiláticas

podem

progredir

para

choque

risco

vida,

mesmo

após

primeira

administração. Nestes casos, a roxitromicina deve ser descontinuada e deve ser iniciado um

tratamento adequado (por exemplo, tratamento para o choque).

Tal como com outros antibióticos macrólidos, a roxitromicina pode exacerbar ou agravar a

miastenia grave. Os doentes com miastenia grave a tomar roxitromicina devem ser aconselhados

a procurar imediatamente cuidados médicos se experimentarem exacerbação dos seus sintomas. A

roxitromicina deve, então, ser descontinuada e devem ser administrados cuidados de suporte tal

como medicamente indicado.

Se a duração do tratamento ultrapassar os 14 dias, o seu médico pedirá para fazer análises para

controlar o estado dos rins, fígado e sangue.

Tomar ROXITROMICINA SANDOZ com outros medicamentos

Informe o seu médico se estiver a tomar ou se tiver tomado recentemente outros medicamentos,

incluindo medicamentos obtidos sem receita médica, uma vez que a toma de roxitromicina com

determinados

medicamentos

está

contra-indicada.

(Ver

informações

"Antes

tomar

ROXITROMICINA SANDOZ").

Adicionalmente, a acção de ROXITROMICINA SANDOZ pode ser afectada ou afectar outros

medicamentos, como:

- Midazolam: pode aumentar os efeitos de midazolam;

- Ciclosporina: aumenta a sua concentração no sangue;

- Ergonatima e dihidroergotamina: associação contra-indicada;

- Terfenadina: associação contra-indicada;

- Contraceptivos orais: a roxitromicina pode diminuir o efeito do contraceptivo;

- Digoxina e e outros glicosídeos cardíacos: aumenta a sua absorção, o seu médico irá controlar o

seu electocardiograma;

- Disopiramida: aumenta a sua concentração, o seu médico irá controlar o seu electocardiograma;

- Teofilina: pode potenciar a toxicidade da teofilina;

- Astemizole/Cisaprida/Pimozida: associações contra-indicadas;

- Bromocriptina: pode aumentar os efeitos adversos da bromocriptina

Tomar ROXITROMICINA SANDOZ com alimentos e bebidas

O comprimido deve ser tomado pelo menos 15 minutos antes das refeições

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20-03-2007

INFARMED

Gravidez e Aleitamento

Consulte o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

A experiência da utilização de ROXITROMICINA SANDOZ durante a gravidez é limitada. Não

se recomenda a utilização de roxitromicina durante a gravidez, a não ser que seja claramente

indicada pelo seu médico.

ROXITROMICINA SANDOZ passa para o leite materno, pelo que não se recomenda o seu uso

durante o período de aleitamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas

ROXITROMICINA SANDOZ pode provocar tonturas, o que deve ser tomado em consideração

no caso de ser necessária muita atenção, por exemplo durante a condução.

Informações importantes sobre alguns componentes de ROXITROMICINA SANDOZ

ROXITROMICINA SANDOZ contém lactose. Se foi informado pelo seu médico que tem

intolerância a alguns açúcares, contacte-o antes de tomar este medicamento.

3. COMO TOMAR ROXITROMICINA SANDOZ

Tomar ROXITROMICINA SANDOZ sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com

o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Os comprimidos de Roxitromicina são para administração por via oral. Tome o comprimido pelo

menos 15 minutos antes das refeições.

A dose é determinada pelo seu médico, que a adapta a si individualmente.

A dose normal para adultos é de um comprimido de 150 mg duas vezes por dia em intervalos de

12 horas ou de um comprimido de 300 mg uma vez por dia.

Doentes com problemas de fígado (insuficiência hepática):

ROXITROMICINA SANDOZ deve ser usada com precaução, o médico irá ajustar a sua dose

(normalmente, para metade da dose habitual).

Crianças:

Roxitromicina não é recomendada em crianças com peso corporal inferior a 40 kg.

ROXITROMICINA SANDOZ não é adequada para administração em crianças com menos de 6

anos de idade, para as quais estão disponíveis outras formas farmacêuticas.

É importante prosseguir o tratamento durante o número de dias especificado pelo seu médico. Se

o tratamento for interrompido demasiado cedo, as bactérias podem sobreviver, desenvolver-se e

provocar nova infecção.

Se tomar mais ROXITROMICINA SANDOZ do que deveria

Se tomar mais ROXITROMICINA SANDOZ do que deveria, contacte imediatamente o médico

ou o hospital.

Os sintomas mais frequentes de sobredosagem são náuseas, vómitos, diarreia, dores de cabeça e

tonturas.

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20-03-2007

INFARMED

Caso se tenha esquecido de tomar ROXITROMICINA SANDOZ

No caso de se esquecer de uma dose, continue simplesmente como anteriormente até o tratamento

estar concluído. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de

tomar.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como os demais medicamentos, ROXITROMICINA SANDOZ pode causar efeitos secundários,

no entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Podem ocorrer os seguintes efeitos secundários:

Frequentes

1/100

<

1/10)

Pouco frequentes

1/1000

<1/100)

Raros (

1/10000 a

<1/1000)

Muito raros

(<1/10000)

Doenças do sangue e

do sistema linfático

Alterações

contagens sanguíneas

Doenças

sistema

nervoso

Dores de cabeça

Tonturas

Alterações do paladar

(incluindo

ausência

total

parcial

sentido do gosto)

Alterações do olfacto

(incluindo

ausência

total

parcial

sentido do olfacto)

Afecções do ouvido e

do labirinto

Zumbidos

Doenças

respiratórias,

torácicas

mediastino

Broncospasmo

Doenças

gastrointestinais

Náuseas

Dor epigástrica

Dispepsia

Vómitos

Obstipação

Flatulência

Diarreia

Afecções dos tecidos

cutâneos

subcutâneas

Vermelhidão

Exantema

Urticária

Eczema

Perturbações gerais e

alterações no local de

administração

Fraqueza

Desconforto

Doenças

sistema

imunitário

Angioedema

Reacção anafilática

Afecções

hepatobiliares

Transaminases

e/ou

fosfatase

alcalina

e/ou

bilirrubina

Colestase reversível

Lesão

hepatocelular

aguda

Pancreatite

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INFARMED

aumentadas

Experiências pós-comercialização (a frequência de ocorrência não pode ser estimada a partir dos

dados disponíveis):

Doenças cardíacas

Tal como para outros macrólidos, foram relatados casos de prolongamento de QT, taquicardia

ventricular e torsades de pointes (ver secção 4.4).

Infecções e infestações

Com a utilização a longo termo, são possíveis superinfecções com bactérias ou fungos resistentes.

Miastenia grave

Foram relatados casos de miastenia grave (ver secção 4.4).

Também foram relatadas as seguintes reacções:

Doenças do sangue e do sistema linfático

Trombocitopenia

Doenças do sistema nervoso

Parestesias

Afecções oculares

Alterações da visão

Doenças gastrointestinais

Anorexia

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas

Necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme e prurido

Infecções e infestações

Colite pseudomembranosa (ver secção 4.4)

Afecções hepatobiliares

Icterícia (ver secção 4.4)

Afecções do foro psiquiátrico

Confusão, alucinações e psicose.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não

mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

5. COMO CONSERVAR ROXITROMICINA SANDOZ

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar acima de 30°C.

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Não utilizar ROXITROMICINA SANDOZ após o prazo de validade impresso na embalagem

exterior. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

6. OUTRAS INFORMAÇÕES

Qual a composição de ROXITROMICINA SANDOZ

A substância activa é a roxitromicina.

Os outros componentes são: celulose microcristalina, sílica coloidal anidra, croscarmelose sódica,

polaxamero 188, povidona, talco, estearato de magnésio, lactose mono-hidratada, hipromelose,

macrogol 4000, dióxido de titânio (E171).

Qual o aspecto de ROXITROMICINA SANDOZ e conteúdo da embalagem

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg:

Comprimido revestido por película, redondo, branco, biconvexo, biselado, com núcleo branco

neutro.

Embalagens de 5, 10, 12, 14, 15, 16, 20, 28, 30, 50, 60, 90, 100, 250 e 500 comprimidos.

ROXITROMICINA SANDOZ 300 mg:

Comprimido revestido por película, oblongo, branco, em forma de cápsula, com núcleo branco

neutro.

Embalagens de 5, 6, 7, 10, 14, 15, 16, 20, 28, 30, 50, 60, 90, 100, 250 e 500 comprimidos.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

SANDOZ Farmacêutica Lda.

Alameda da Beloura, Edif. 1, Piso 2, Esc. 15

Quinta da Beloura

2710-693 Sintra

Portugal

Fabricante

Sandoz Pharmaceuticals GmbH

Gutenbergstrasse, 1

D-83052 Bruckmühl

Alemanha

AzuPharma GmbH

Dieselstrasse, 5

D-70839 Gerlingen

Alemanha

Este folheto foi aprovado em

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg comprimidos revestidos por película

ROXITROMICINA SANDOZ 300 mg comprimidos revestidos por película

2COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg:

Cada comprimido revestido contém 150 mg de roxitromicina.

ROXITROMICINA SANDOZ 300 mg:

Cada comprimido revestido contém 300 mg de roxitromicina.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido revestido por película (comprimido)

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg:

Comprimido revestido redondo, branco, biconvexo, biselado, com núcleo branco neutro

ROXITROMICINA SANDOZ 300 mg:

Comprimido revestido oblongo, branco, em forma de cápsula, com núcleo branco neutro

4INFORMAÇÕES CLÍNICAS

Indicações terapêuticas

ROXITROMICINA

SANDOZ

está

indicada

tratamento

infecções

devidas

microrganismos susceptíveis à roxitromicina. Essas infecções incluem:

Infecções

respiratórias:

Pneumonia

adquirida

comunidade,

particularmente

pneumonia

causada por Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia psittaci (ornitose) ou Chlamydia pneumoniae

(TWAR).

Amigdalite,

faringite,

otite

média

aguda

doentes

hipersensibilidade

antibióticos beta lactâmicos, ou quando esse tratamento for considerado inadequado por outras

razões.

Infecções urogenitais causadas por Chlamydia trachomatis (nomeadamente ureterite ou cervicite).

Infecções da pele e dos tecidos moles tais como furunculose, piodermia, impetigo, erisipela em

doentes com hipersensibilidade aos antibióticos beta lactâmicos ou quando esse tratamento for

considerado inadequado por outras razões.

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Deve

ter-se

consideração

directrizes

oficiais/nacionais

referentes

resistência

antibacteriana e à utilização e prescrição adequadas de agentes antibacterianos.

Posologia e modo de administração

O comprimido deve ser tomado no mínimo 15 minutos antes das refeições.

A dose normal é de 150 mg duas vezes por dia (de 12 em 12 horas).

Os doentes com pneumonia podem ser tratados com o regime posológico de 300 mg uma vez por

dia.

Posologia na insuficiência renal:

Nos doentes com insuficiência renal não é necessária alteração da posologia (ver secção 5.2).

Posologia na insuficiência hepática:

ROXITROMICINA SANDOZ 150 mg bid (e 300 mg) não é recomendada nos doentes com

insuficiência hepática grave. No caso de ser essencial a utilização de roxitromicina por razões

clínicas neste grupo de doentes, pode ser administrada metade da dose diária habitual (= 150 mg).

Deve usar-se a roxitromicina com precaução nos doentes com insuficiência hepática ligeira a

moderada (ver secção 4.4).

Doentes idosos:

Não é necessária alteração da posologia.

Doentes pediátricos:

Em crianças com peso corporal superior a 40 kg, a posologia deve ser igual à do adulto.

Em crianças com um peso corporal inferior a 40 kg, a roxitromicina não é recomendada.

ROXITROMICINA SANDOZ não é adequada para administração a crianças com menos de 6

anos de idade, para as quais estão disponíveis outras formas farmacêuticas.

Duração do tratamento:

regra,

ROXITROMICINA

SANDOZ

administrada

durante

dias

após

melhoramento dos sintomas clínicos.

É indicada uma terapêutica durante, pelo menos, 10 dias no tratamento de infecções com

estreptococos ß-hemolíticos a fim de prevenir complicações posteriores (por exemplo, febre

reumática, glomerulonefrite).

Contra-indicações

Hipersensibilidade conhecida aos macrólidos ou a qualquer dos excipientes.

A administração concomitante de roxitromicina e qualquer das substâncias seguintes está contra-

indicada: cisapride, derivados dos alcalóides da cravagem do centeio (tais como ergotamina e

dihidroergotamina), pimozida, astemizole e terfenadina (ver secções 4.4 e 4.5).

A roxitromicina está contra-indicada em doentes com antecedentes congénitos ou familiares de

síndrome de QT prolongado (se não excluído por ECG) e em doentes com prolongamento do

intervalo QT adquirido conhecido (ver também secção 4.4).

Advertências e precauções especiais de utilização

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Tal como com outros macrólidos, devido a um potencial para aumentar o intervalo QT, a

roxitromicina deve ser usada com cuidado em doentes com doença coronária, antecedentes de

arritmias ventriculares, hipocaliemia e/ou hipomagnesemia não corrigida, bradicardia (<50 bpm)

durante

administração

concomitante

roxitromicina

agentes

prolongam

intervalo QT ou inibidores potentes do CYP3A4 tais como os inibidores da protease e o

cetoconazol.

A roxitromicina não é recomendada em doentes com insuficiência hepática grave e deve ser

usada com precaução em indivíduos com insuficiência hepática ligeira a moderada.

Os parâmetros da função hepática devem ser controlados regularmente em doentes com sinais de

disfunção

hepática

caso

ocorrido

insuficiência

funcional

hepática

terapêutica anterior com roxitromicina. Se os parâmetros se deteriorarem durante a administração

de roxitromicina, isto é, se houver um aumento nas enzimas hepáticas e/ou na bilirrubina

(icterícia), deve ser considerada a interrupção da terapêutica.

No caso de diarreia grave e persistente, a possibilidade de colite pseudomembranosa deve ser

considerada e, caso não refutada, a terapêutica com ROXITROMICINA SANDOZ deve ser

interrompida.

Os antiperistálticos estão contra-indicados.

Foram relatadas reacções anafilácticas incluindo angioedema para a roxitromicina. As reacções

anafilácticas

podem

progredir

para

choque

risco

vida,

mesmo

após

primeira

administração. Nestes casos, a roxitromicina deve ser descontinuada e deve ser iniciado um

tratamento adequado (por exemplo, tratamento para o choque).

A roxitromicina mostrou prolongar o intervalo QT no electrocardiograma em alguns doentes e

causar taquicardia ventricular (por exemplo, torsades de pointes). Se ocorrerem sinais de arritmia

cardíaca durante o tratamento com roxitromicina, o tratamento deve ser interrompido e deve ser

feito um ECG.

Tal como com outros antibióticos macrólidos, a roxitromicina pode exacerbar ou agravar a

miastenia grave. Os doentes com miastenia grave a tomar roxitromicina devem ser aconselhados

a procurar imediatamente cuidados médicos se experimentarem exacerbação dos seus sintomas. A

roxitromicina deve, então, ser descontinuada e devem ser administrados cuidados de suporte tal

como medicamente indicado.

Os efeitos do medicamento na criança não foram documentados. ROXITROMICINA SANDOZ

não se destina a utilização na criança nem em doentes com peso corporal inferior a 40 kg.

Durante

terapêuticas

ultrapassem

dias,

devem

realizados

regularmente

testes

laboratoriais rotineiros dos rins, fígado e sangue.

Este medicamento contém lactose. Os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à

galactose, deficiência de lactase ou malabsorção de glucose-galactose não devem tomar este

medicamento.

Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

Substratos de CYP3A4

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

A roxitromicina é um fraco inibidor do CYP3A4. A ingestão concomitante de roxitromicina e

midazolam aumentou a AUC de midazolam (um substrato sensível ao CYP3A4) em 47%.

Embora a roxitromicina seja um fraco inibidor do CYP3A4, uma possível inibição clinicamente

relevante não pode ser excluída em alguns indivíduos, como tal, a co-administração com outros

medicamentos com janelas terapêuticas estreitas metabolizados pelo CYP3A4 (por exemplo,

ciclosporina, derivados dos alcalóides da cravagem do centeio, terfenadina, cisapride, pimozida,

astemizole) não é recomendada (ver também secção 4.3).

Derivados dos alcalóides da cravagem do centeio (tais como a ergotamina e dihidroergotamina)

medicação

concomitante

roxitromicina

derivados

alcalóides

pode

levar

vasoconstrição grave (“ergotismo”) possivelmente com necrose das extremidades. A associação

está contra-indicada (ver secção 4.3).

Anticoagulantes

Não foi encontrada interacção com a varfarina em estudos com voluntários saudáveis, no entanto,

foram relatados aumentos no tempo de protrombina ou no Ratio Normalizado Internacional

(INR), que podem ser explicados quer como uma interacção com a roxitromicina quer como um

episódio infeccioso (per se), em doentes tratados com roxitromicina e antagonistas da vitamina K.

É uma prática prudente monitorizar o INR durante o tratamento combinado com roxitromicina e

antagonistas da vitamina K.

Terfenadina

Alguns macrólidos interagem com a terfenadina, tendo como consequência o aumento das

concentrações séricas de terfenadina. Isto pode provocar arritmia ventricular grave, tal como

“Torsade de pointes”. Muito embora este tipo de reacção não tenha sido demonstrado com a

roxitromicina e os estudos com um número limitado de voluntários saudáveis não tenham

demonstrado interacções farmacocinéticas nem alterações relevantes do ECG, a associação de

roxitromicina e de terfenadina não é recomendada (ver secção 4.3).

Contraceptivos

Alguns antibióticos podem, em casos raros, diminuir o efeito dos contraceptivos orais através da

interferência com a hidrólise bacteriana de conjugados esteróides no intestino, reduzindo assim a

reabsorção

esteróide

não

conjugado.

níveis

plasmáticos

esteróide

activo

podem

diminuir. Esta interacção rara pode ocorrer em mulheres com elevada eliminação biliar dos

conjugados esteróides.

Digoxina e outros glicosídeos cardíacos

A roxitromicina pode fazer aumentar a absorção da digoxina. Foi descrito um fenómeno idêntico

com outros macrólidos. Por conseguinte, os doentes tratados com roxitromicina e digoxina ou

qualquer outro glicosídeo cardíaco devem ser vigiados por meio de ECG e os níveis séricos do

glicosídeo cardíaco controlados.

Disopiramida

Um estudo in vitro demonstrou que a roxitromicina pode deslocar a disopiramida dos locais de

ligação proteica. Este efeito in vivo pode resultar no aumento das concentrações séricas da

disopiramida. Por conseguinte, o ECG e, se possível, os níveis séricos de disopiramida devem ser

controlados.

Teofilina

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

A utilização de roxitromicina em doentes que estejam a fazer doses elevadas de teofilina pode

estar associada ao aumento dos níveis de teofilina no soro e potenciar a toxicidade da teofilina.

Recomenda-se a monitorização terapêutica das concentrações de teofilina, sobretudo quando os

níveis de teofilina pré-tratamento forem superiores a 15 µg/ml e em crianças tratadas com

teofilina.

Midazolam

co-administração

roxitromicina

(300

dia)

midazolam

administrado

oralmente (15 mg) aumentou a AUC do midazolam em 47%, o que pode levar a um aumento dos

efeitos do midazolam.

Astemizole/Cisaprida/Pimozida

A co-administração de roxitromicina e de astemizole, cisaprida ou pimozida pode resultar no

aumento das concentrações séricas destes agentes. Os níveis séricos elevados destes agentes têm

sido associados a efeitos cardiovasculares adversos, tais como prolongamento do intervalo QT e

arritmia

cardíaca.

conseguinte,

não

recomendada

utilização

concomitante

destas

substâncias e de roxitromicina (ver secção 4.3).

Ciclosporina

A administração concomitante de roxitromicina e de ciclosporina pode resultar no aumento das

concentrações de ciclosporina. De modo geral não é necessário o ajuste da dose de ciclosporina.

Bromocriptina

A roxitromicina pode aumentar a AUC e concentrações plasmáticas da bromocriptina, com um

risco de efeitos adversos aumentados.

Gravidez e aleitamento

Gravidez: Não existem dados adequados relativos à utilização de roxitromicina em mulheres

grávidas. Nos estudos com animais não se verificaram efeitos teratogénicos nem fetotóxicos. A

roxitromicina não deve ser utilizada durante a gravidez, a menos que esteja claramente indicada.

Aleitamento: Não existe experiência clínica de utilização durante o aleitamento. No leite materno

são excretadas quantidades muito pequenas de roxitromicina. O uso durante o aleitamento não é

recomendado.

Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Os motoristas e operadores de máquinas devem ser informados do risco de tonturas.

Efeitos indesejáveis

A frequência total de efeitos secundários é de cerca de 4% (150 mg x 2) e 10% (300 mg x 1),

respectivamente. Os efeitos secundários gastrointestinais são, respectivamente, de 3% e 7%, ou

seja, a frequência aumenta quando o fármaco é administrado uma vez por dia.

As reacções adversas são listadas em seguida por classe de órgãos e frequência. As frequências

são definidas como: frequentes (

1/100 a <1/10), pouco frequentes (

1/1000 a <1/100), raros

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

1/10000 a <1/1000), muito raros (<1/10000) ou desconhecidos (não podem ser estimados a

partir dos dados disponíveis).

Frequentes

1/100

<

1/10)

Pouco frequentes

1/1000

<1/100)

Raros (

1/10000 a

<1/1000)

Muito raros

(<1/10000)

Doenças do sangue e

do sistema linfático

Alterações

contagens sanguíneas

Doenças

sistema

nervoso

Cefaleias

Tonturas

Alterações do paladar

(incluindo ageusia)

Alterações do olfacto

(incluindo anosmia)

Afecções do ouvido e

do labirinto

Zumbidos

Doenças

respiratórias,

torácicas

mediastino

Broncospasmo

Doenças

gastrointestinais

Náusea

Dor epigástrica

Dispepsia

Vómitos

Obstipação

Flatulência

Diarreia

(ver

secção 4.4)

Afecções dos tecidos

cutâneos

subcutâneas

Vermelhidão

Exantema

Urticária

Eczema

Perturbações gerais e

alterações no local de

administração

Fraqueza

Desconforto

Doenças

sistema

imunitário

Angioedema

Reacção

anafiláctica

(ver secção 4.4)

Afecções

hepatobiliares

Transaminases

e/ou

fosfatase

alcalina

e/ou

bilirrubina

aumentadas

(ver

secção 4.4)

Colestase reversível

Lesão

hepatocelular

aguda

Pancreatite

Experiências pós-comercialização (a frequência de ocorrência não pode ser estimada a partir dos

dados disponíveis):

Doenças cardíacas

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Tal como para outros macrólidos, foram relatados casos de prolongamento de QT, taquicardia

ventricular e torsades de pointes (ver secção 4.4).

Infecções e infestações

Com a utilização a longo termo, são possíveis superinfecções com bactérias ou fungos resistentes.

Miastenia grave

Foram relatados casos de miastenia grave (ver secção 4.4).

Também foram relatadas as seguintes reacções:

Doenças do sangue e do sistema linfático

Trombocitopenia

Doenças do sistema nervoso

Parestesias

Afecções oculares

Alterações da visão

Doenças gastrointestinais

Anorexia

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas

Necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, eritema multiforme e prurido

Infecções e infestações

Colite pseudomembranosa (ver secção 4.4)

Afecções hepatobiliares

Icterícia (ver secção 4.4)

Afecções do foro psiquiátrico

Confusão, alucinações e psicose.

Sobredosagem

Toxicidade: Toxicidade aguda baixa, mas existe experiência limitada com sobredosagem.

Sintomas: Náuseas, vómitos e diarreia. Podem surgir e ser potenciados pela sobredosagem efeitos

indesejáveis tais como cefaleia e tonturas.

Tratamento: No caso de uma sobredosagem, o estômago deve ser esvaziado por lavagem gástrica

e os doentes devem ser tratados com carbono activo e com um purgante osmótico. O tratamento

adicional é sintomático. Não existe um antídoto específico.

5.PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 1.1.8 – Medicamentos anti-infecciosos. Antibacterianos. Macrólidos.

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Código ATC J01FA06

A roxitromicina é um macrólido semi-sintético com uma estrutura intimamente relacionada com a

da eritromicina. A roxitromicina é estável em meio ácido e é sobretudo bacteriostática. O efeito

bactericida é exercido através da ligação aos ribossomas das bactérias, inibindo a síntese proteica.

Pontos críticos

Na UE, foram documentados os seguintes pontos críticos diferentes para a roxitromicina, por

comissões nacionais:

DIN58940

2 mg/l

8 mg/l

SRGA (SE)

1 mg/l

8 mg/l

SFM (FR)

1 mg/l

4 mg/l

CRG (NL)

1 mg/l

1 mg/l

Os microorganismos tais como o Staphylococcus spp. são considerados susceptíveis a valores de

CMI (em mg/l)

2 e resistentes a

8. Os Haemophilus spp. são susceptíveis a 8 e resistentes a

32. Os Streptococci são susceptíveis a 0,25 e resistentes a

Susceptibilidade

A prevalência da resistência adquirida pode variar geograficamente e com o tempo para as

espécies

seleccionadas.

conseguinte,

situação

resistência

local

deve

sempre

examinada, sobretudo quando se tratam infecções graves. As informações aqui fornecidas não são

mais

directrizes

aproximadas

sobre

probabilidade

espécies

específicas

serem

susceptíveis à roxitromicina.

Resistência

A subunidade ribossomal está alterada em bactérias resistentes. Esta resistência afecta todos os

macrólidos e foi observada uma resistência cruzada quase completa entre a roxitromicina e a

eritromicina.

Os valores abaixo são conformes com DIN 58940 (Pontos críticos)

(+) indica eficácia sob condições clínicas.

Intervalo Europeu de resistência adquirida onde se sabe que esta varia (em %)

Microrganismos Susceptíveis

Aeróbios Gram-positivos

Arcanobacterium haemolyticum

Corynebacterium diphtheriae

Listeria monocytogenes

Staphylococcus aureus (+)

Staphylococcus aureus

susceptível à eritromicina

Staphylococcus aureus

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

susceptível à meticilina

Staphylococcus aureus

susceptível à oxacilina

16,7

Staphylococcus aureus

coagulase negativa

Staphylococcus haemolyticus

susceptível à oxacilina

16,7

Streptococcus agalactiae

Streptococcus pneumoniae (+)

Streptococcus pneumoniae

susceptível à penicilina

Streptococcus pyogenes (+)

Estreptococos grupo A

Estreptococos do grupo viridans (+)

Estreptococos beta-hemolíticos (+)

Aeróbios Gram-negativos

Bordetella pertussis

Campylobacter

Gonococcus

Meningococcus

Moraxella catarrhalis (+)

Anaeróbios

Clostridium perfringens

Outros

Chlamydia trachomatis (+)

Chlamydia pneumoniae (+)

Chlamydia psittaci

Gardnerella vaginalis (+)

Legionella pneumophila

Mycoplasma hominis (+)

Mycoplasma pneumoniae (+)

Ureaplasma urealyticum (+)

Microrganismos de Susceptibilidade Intermédia

Aeróbios Gram-positivos

Staphylococcus aureus

58,5

Staphylococcus haemolyticus

39,1

Staphylococcus haemolyticus

resistente à oxacilina

42,5

Anaeróbios

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

Bacteroideds fragilis

A maior parte dos anaeróbios apresenta susceptibilidade variável

Outros

V. cholerae

Microrganismos resistentes

Aeróbios Gram-positivos

Enterococcus

Staphylococcus aureus

resistente à eritromicina

>90 – 100

resistente à eritromicina/oxacilina

>90

resistente à oxacilina

92,8

resistente à meticilina

91,7

Staphylococcus epiderdimis (2 µg/ml)

Staphylococcus haemolyticus

resistente à eritromicina

>90

resistente à eritromicina/oxacilina

>90 – 100

Aeróbios Gram-negativos

Haemophilus influenzae (+)

H. parainfluenzae (+)

Aeróbios Gram-negativos

Enterobacteriaceae

Bactérias intestinais Gram-negativas

Pasteurella multocida

Pseudomonas spp.

Anaeróbios

Clostridium difficile

Bastonetes anaeróbios Gram-negativos

Outros

Mycoplasma hominis (+)

Propriedades farmacocinéticas

Absorção: Para absorção máxima, o comprimido deve ser tomado no mínimo 15 minutos antes da

refeição. A roxitromicina apresenta uma cinética não linear, e a AUC nem a C

não aumentam

proporcionalmente com a dose. Após a administração de doses únicas de 150 mg e 300 mg a

voluntários saudáveis, os valores da C

estiveram, respectivamente, entre 5,8 – 10,1 µg/ml e 7,2

– 12,0 µg/ml; com doses múltiplas durante 15 dias existe uma acumulação marginal com valores

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

médios de 6,57 – 9,3 µg/ml (150 mg) e de 10,4 – 10,9 µg/ml (300 mg). A concentração

plasmática máxima é alcançada ao fim de cerca de 1 – 2 horas.

A ligação a proteínas plasmáticas em concentrações clinicamente significativas é de 80 – 96%.

A roxitromicina liga-se com elevada afinidade sobretudo a glicoproteínas alfa-1 ácidas (ligação

saturada) e com baixa afinidade à albumina (ligação não saturada). A ligação é dependente da

concentração nas concentrações acima de 4 mg/ml.

Distribuição A roxitromicina apresenta boa penetração em vários tecidos e fluidos corporais.

Observaram-se elevadas concentrações nos tecidos dos pulmões, amígdalas, mucosas dos seios,

próstata e útero, 6 e 12

horas após a administração

estudos com doses

múltiplas. A

roxitromicina

acumula-se

macrófagos

neutrófilos

polimorfonucleares;

razão

concentrações intracelular/extracelular varia entre 14 e 190. A passagem através da barreira

hematoencefálica é limitada.

A semi-vida após doses únicas varia entre 6,3 - 16 h em doses de 150 - 450 mg. Na sequência de

doses múltiplas, a semi-vida varia entre 12 - 13 h, o que resulta em concentrações plasmáticas

terapêuticas nas dosagens recomendadas.

Biotransformação e eliminação: Mais de metade da dose administrada é excretada inalterada. A

roxitromicina é metabolizada sobretudo pelo fígado. Nas fezes e na urina foram identificados três

metabolitos: descladinose roxitromicina, N-monodesmetilroxitromicina e N-dimetilroxitromicina.

Após a administração oral, a roxitromicina é sobretudo eliminada nas fezes e parcialmente pelos

pulmões. Apenas uma pequena parte da dose é excretada na urina. Por conseguinte, a dose deve

ser mantida inalterada no caso de doentes com insuficiência renal.

Populações especiais

Nos doentes com diminuição da função hepática, a semi-vida pode ser prolongada até cerca de 25

horas, aumentando a C

após a administração oral de 150 mg (ver secção 4.2). Na doença renal

em fase final a C

não se alterou, quando comparada com a de indivíduos saudáveis.

Em lactentes e crianças que receberam 2,5 mg/kg bid de roxitromicina durante 6 dias os valores

da C

foram respectivamente de 10,1 µg/ml (5 – 13 meses de idade), 8,7 µg/ml (2 – 4 anos de

idade) e 8,8 µg/ml (5 – 12 anos de idade).

A semi-vida plasmática da roxitromicina está aumentada nos doentes idosos. No entanto, a AUC

concentrações

máximas

após

administração

repetida

estão

apenas

moderadamente

aumentadas comparadas com as de doentes mais novos. Assim, não é necessário um ajuste da

dose.

Dados de segurança pré-clínica

Foi demonstrado in vitro que a roxitromicina, tal como a eritromicina, provoca o prolongamento

do QRS dependente da concentração. Esse efeito não se verificou no ser humano, mas tem sido

considerado possível na utilização clínica.

Não existem quaisquer outros dados de segurança pré-clínica referentes à toxicidade geral, efeitos

sobre a reprodução e genotoxicidade, relevantes para o prescritor, com excepção dos que já foram

incluídos noutros capítulos no resumo das características do medicamento.

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

6INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

Lista dos excipientes

Núcleo: celulose microcristalina, sílica coloidal anidra, croscarmelose sódica, polaxamero 188,

povidona, talco, estearato de magnésio.

Revestimento: lactose mono-hidratada, hipromelose, macrogol 4000, dióxido de titânio (E171)

Incompatibilidades

Não aplicável

Prazo de validade

3 anos

Precauções especiais de conservação

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

Natureza e conteúdo do recipiente

Blister de PVC/Alumínio

Dimensões das embalagens:

150 mg: 5, 10, 12, 14, 15, 16, 20, 28, 30, 50, 60, 90, 100, 250 e 500 comprimidos

300 mg: 5, 6, 7, 10, 14, 15, 16, 20, 28, 30, 50, 60, 90, 100, 250 e 500 comprimidos

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Instruções de utilização e manipulação

Não existem requisitos especiais.

7TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

SANDOZ Farmacêutica Lda.

Alameda da Beloura, Edif. 1, Piso 2, Esc. 15

Quinta da Beloura

2710-693 Sintra

Portugal

8NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Roxitromicina Sandoz, 150 mg, comprimidos revestidos por película

N.º de registo: 3790789 - 5 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3790888 - 10 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

APROVADO EM

20-03-2007

INFARMED

N.º de registo: 3790987 - 12 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791084 - 14 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 5161880 - 15 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791183 - 16 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791282 - 20 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791381 - 28 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791480 - 30 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791589 - 50 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791688 - 60 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791787 - 90 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791886 - 100 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3791985 - 250 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3792082 - 500 comprimidos, 150 mg, blisters de PVC/Alumínio

Roxitromicina Sandoz, 300 mg, comprimidos revestidos por película

N.º de registo: 3793080 - 5 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793189 - 6 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793288 - 7 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793387 - 10 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793486 - 14 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 5161989 - 15 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793585 - 16 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793684 - 20 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793783 - 28 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793882 - 30 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3793981 - 50 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3794088 - 60 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3794187 - 90 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3794286 - 100 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3794385 - 250 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

N.º de registo: 3794484 - 500 comprimidos, 300 mg, blisters de PVC/Alumínio

9DATA

PRIMEIRA

AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO

AUTORIZAÇÃO

INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização: 04 Dezembro 2001

Data da última renovação: 20 Março 2007

10DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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