Visacor 20 mg Comprimido revestido por película

Portugal - português - INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde)

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Ingredientes ativos:
Rosuvastatina
Disponível em:
AstraZeneca Produtos Farmacêuticos, Lda.
Código ATC:
C10AA07
DCI (Denominação Comum Internacional):
Rosuvastatin
Dosagem:
20 mg
Forma farmacêutica:
Comprimido revestido por película
Composição:
Rosuvastatina cálcica 20.8 mg
Via de administração:
Via oral
Unidades em pacote:
Blister - 7 unidade(s)
Classe:
3.7 - Antidislipidémicos
Tipo de prescrição:
MSRM Medicamento sujeito a receita médica
Grupo terapêutico:
N/A
Área terapêutica:
rosuvastatin
Indicações terapêuticas:
Duração do Tratamento: Longa Duração
Resumo do produto:
Blister 30 unidade(s) Comercializado Número de Registo: 4362885 CNPEM: 50037129 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: Rosuvastatina | A101 | Oral | 20 mg | [21-60] unidades; Blister 7 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362380 CNPEM: 50037102 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 14 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362489 CNPEM: 50037110 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 15 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362588 CNPEM: 50037110 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 20 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362687 CNPEM: 50037110 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 28 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362786 CNPEM: 50037129 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Recipiente para comprimidos 30 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363685 CNPEM: 50037129 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 42 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4362984 CNPEM: 50037137 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 50 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363081 CNPEM: 50037145 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 56 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363180 CNPEM: 50037145 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 60 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363289 CNPEM: 50037145 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 84 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363388 CNPEM: 50037153 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 90 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 5674189 CNPEM: 50037161 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 98 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363487 CNPEM: 50037161 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Blister 100 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363586 CNPEM: 50037161 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A; Recipiente para comprimidos 100 unidade(s) Não Comercializado Número de Registo: 4363784 CNPEM: 50037161 CHNM: 10068882 Grupo Homogéneo: N/A
Status de autorização:
Autorizado
Número de autorização:
NL/H/0345/002
Data de autorização:
2003-04-23

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Folheto informativo: Informação para o doente

VISACOR 5 mg comprimidos revestidos por película

VISACOR 10 mg comprimidos revestidos por película

VISACOR 20 mg comprimidos revestidos por película

VISACOR 40 mg comprimidos revestidos por película

rosuvastatina

Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém

informação importante para si.

- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o ler novamente.

- Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.

- Este medicamento foi receitado apenas para si. Não deve dá-lo a outros. O medicamento pode

ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sinais de doença.

- Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados neste

folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Ver secção 4.

O que contém este folheto:

1. O que é VISACOR e para que é utilizado

2. O que precisa de saber antes de tomar VISACOR

3. Como tomar VISACOR

4. Efeitos secundários possíveis

5. Como conservar VISACOR

6. Conteúdo da embalagem e outras informações

1. O que é VISACOR e para que é utilizado

VISACOR pertence a um grupo de medicamentos denominados estatinas.

O seu médico receitou-lhe VISACOR porque:

- Tem valores de colesterol elevados. Isto significa, que está em risco de ter um ataque cardíaco ou

um acidente vascular cerebral. VISACOR é utilizado em adultos, adolescentes e crianças com 6 ou

mais anos de idade para tratar o colesterol elevado.

Foi aconselhado a tomar uma estatina, porque a alteração na sua dieta e fazer mais exercício físico

não foram suficientes para corrigir os seus valores de colesterol. Enquanto estiver a tomar

VISACOR, deve continuar com a sua dieta para baixar o colesterol e a prática de exercício físico.

- Tem outros fatores que aumentam o seu risco de sofrer um ataque cardíaco, um acidente vascular

cerebral ou outros problemas de saúde.

O ataque cardíaco, o acidente vascular cerebral ou outros problemas de saúde podem ser causados

pela aterosclerose. A aterosclerose é provocada pela acumulação de depósitos de gordura nas suas

artérias.

Porque é que é importante continuar a tomar VISACOR

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31-08-2014

INFARMED

VISACOR é utilizado para corrigir os níveis de substâncias gordas no sangue chamadas lípidos,

sendo o colesterol o mais comum.

Há diferentes tipos de colesterol no sangue – o colesterol “mau” (C-LDL) e o colesterol “bom”

(C-HDL).

- VISACOR pode reduzir o colesterol “mau” e aumentar o colesterol “bom”.

- Atua bloqueando a produção de colesterol “mau” no seu corpo. Também melhora a capacidade

que o seu corpo tem de o retirar do seu sangue.

Na maioria das pessoas, o colesterol elevado não afeta o estado geral porque não produz quaisquer

sintomas. No entanto, se não se fizer tratamento, podem ocorrer depósitos de gordura nas paredes

dos seus vasos sanguíneos provocando o seu estreitamento.

Por vezes, estes vasos sanguíneos estreitos podem ficar bloqueados, o que pode impedir o

fornecimento de sangue ao coração ou ao cérebro, conduzindo a um ataque cardíaco ou a um

acidente vascular cerebral. Ao diminuir os seus valores de colesterol, pode reduzir o seu risco de ter

um ataque cardíaco, um acidente vascular cerebral ou problemas de saúde associados.

É necessário que continue a tomar VISACOR, mesmo que tenha atingido os valores recomendados

de colesterol, porque previne um novo aumento dos seus valores de colesterol e, consequentemente,

a acumulação de depósitos de gordura. No entanto, deverá parar se o seu médico assim o indicar ou

se engravidar.

2. O que precisa de saber antes de tomar VISACOR

Não tome VISACOR:

- Se alguma vez teve uma reação alérgica a VISACOR ou a qualquer outro componente do

comprimido.

- Se estiver grávida ou a amamentar. Se engravidar enquanto está a tomar VISACOR pare

imediatamente de o tomar e fale com o seu médico. As mulheres devem evitar engravidar enquanto

tomam VISACOR utilizando um método contracetivo adequado.

- Se tiver uma doença do fígado.

- Se tiver problemas renais graves.

- Se sentir dores musculares invulgares ou frequentes.

- Se estiver a tomar um medicamento chamado ciclosporina (usado, por exemplo, após o transplante

de órgãos).

Se alguma das situações acima descritas se aplica a si (ou caso tenha dúvidas), fale novamente com

o seu médico.

Adicionalmente, não tome VISACOR 40 mg (a dose mais elevada):

- Se tiver problemas renais moderados (caso tenha dúvidas, fale com o médico).

- Se a sua glândula tiroide não estiver a funcionar corretamente.

- Se já sentiu dores musculares invulgares ou frequentes, se tem história familiar ou pessoal de

problemas musculares, ou história anterior de problemas musculares quando tomou outros

medicamentos para redução do colesterol.

- Se bebe regularmente grandes quantidades de álcool.

- Se é de ascendência Asiática (Japonesa, Chinesa, Filipina, Vietnamita, Coreana e Indiana).

- Se estiver a tomar outros medicamentos chamados fibratos para baixar o seu colesterol.

Se alguma das situações acima descritas se aplica a si (ou caso tenha dúvidas), fale novamente com

o seu médico.

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31-08-2014

INFARMED

Advertências e precauções

Fale com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar VISACOR.

- Se tiver problemas com os seus rins.

- Se tiver problemas com o seu fígado.

- Se já sentiu dores musculares invulgares ou frequentes, se tem história familiar ou pessoal de

problemas musculares, ou história anterior de problemas musculares quando tomou outros

medicamentos para redução do colesterol. Contacte o seu médico imediatamente se sentir dores

musculares invulgares ou frequentes, especialmente se não se sentir bem ou se tiver febre. Informe

igualmente o seu médico ou farmacêutico se sentir uma fraqueza muscular constante.

- Se bebe regularmente grandes quantidades de álcool.

- Se a sua glândula tiroide não estiver a funcionar corretamente.

- Se estiver a tomar outros medicamentos chamados fibratos para baixar o seu colesterol. Leia

atentamente este folheto, mesmo que já tenha tomado outros medicamentos para tratar o colesterol

elevado.

- Se estiver a tomar medicamentos para tratar a infeção pelo Vírus de Imunodeficiência Humana

(VIH), por exemplo, ritonavir com lopinavir e/ou atazanavir, ver secção Outros medicamentos e

VISACOR.

- Se estiver a tomar antibióticos que contêm ácido fusídico, ver secção Outros medicamentos e

VISACOR.

Crianças e adolescentes

- Se o doente tiver menos do que 6 anos: VISACOR não deve ser administrado a crianças com

idade inferior a 6 anos.

- Se o doente tiver menos do que 18 anos de idade: O comprimido de VISACOR 40 mg não é

adequado para utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos.

- Se tem mais de 70 anos de idade (uma vez que é necessário que o seu médico escolha a dose

inicial de VISACOR mais adequada para si).

- Se tem insuficiência respiratória grave.

- Se é de ascendência Asiática - ou seja, Japonesa, Chinesa, Filipina, Vietnamita, Coreana e Indiana.

É necessário que o seu médico escolha a dose inicial de VISACOR mais adequada para si.

Se alguma das situações acima descritas se aplica a si (ou caso tenha dúvidas):

- Não tome VISACOR 40 mg (a dose mais elevada) e confirme com o seu médico ou farmacêutico

antes de começar a tomar qualquer dose de VISACOR.

Num número reduzido de pessoas, as estatinas podem afetar o fígado. Esta situação é identificada

através da realização de um teste simples para detetar o aumento dos níveis das enzimas hepáticas

no sangue. Por este motivo, o seu médico pedirá esta análise ao sangue (provas de função hepática)

antes e durante o tratamento com VISACOR.

Enquanto estiver a tomar este medicamento o seu médico far-lhe-á um acompanhamento cuidadoso

caso sofra de diabetes ou estiver em risco de desenvolver diabetes. Estará em risco de desenvolver

diabetes se tiver níveis elevados de açúcar e gorduras no seu sangue, tiver peso a mais e pressão

arterial elevada.

Outros medicamentos e VISACOR

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, ou tiver tomado recentemente, ou vier a

tomar outros medicamentos.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Informe o seu médico se estiver a tomar algum dos seguintes medicamentos: ciclosporina (usado,

por exemplo, após o transplante de órgãos), varfarina ou clopidogrel (ou quaisquer outros

medicamentos utilizados para diminuir a viscosidade sanguínea), fibratos (tais como gemfibrozil,

fenofibrato) ou qualquer outro medicamento usado para baixar o colesterol (tal como ezetimiba),

medicamentos usados para tratar problemas digestivos (para neutralizar a acidez no seu estômago),

eritromicina (um antibiótico), ácido fusídico (um antibiótico - ver secção Advertências e

precauções), contracetivos orais (a pílula), terapêutica de substituição hormonal ou ritonavir com

lopinavir e/ou atazanavir (utilizado para tratar a infeção pelo VIH – ver secção Advertências e

precauções). Os efeitos destes medicamentos podem ser alterados por VISACOR ou podem alterar

o efeito de VISACOR.

Gravidez e aleitamento

Não tome VISACOR se estiver grávida ou a amamentar. Se engravidar enquanto está a tomar

VISACOR pare imediatamente de o tomar e fale com o seu médico. As mulheres devem evitar

engravidar enquanto tomam VISACOR utilizando um método contracetivo adequado.

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas

A maioria das pessoas pode conduzir um carro e utilizar máquinas enquanto toma VISACOR – não

afetará a sua capacidade.

No entanto, algumas pessoas poderão sentir tonturas durante o tratamento com VISACOR. Se sentir

tonturas, consulte o seu médico antes de tentar conduzir ou utilizar máquinas.

VISACOR contém lactose

Se foi informado pelo seu médico que tem uma intolerância a alguns açúcares (lactose ou açúcar do

leite), contacte-o antes de tomar VISACOR.

Para a lista completa de excipientes, ver abaixo a secção Conteúdo da embalagem e outras

informações.

3. Como tomar VISACOR

Tome este medicamento exatamente como indicado pelo seu médico. Fale com o seu médico ou

farmacêutico se tiver dúvidas.

Doses habituais em adultos

Se estiver a tomar VISACOR para o colesterol elevado:

Dose inicial

O seu tratamento com VISACOR deve ser iniciado com a dose de 5 mg ou a dose de 10 mg, mesmo

que anteriormente tenha tomado uma dose mais elevada de uma outra estatina. A escolha da sua

dose inicial irá depender:

- Dos seus valores de colesterol.

- Do seu nível de risco de ter um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

- Se tem ou não um fator que o torne mais sensível aos efeitos secundários possíveis.

Confirme com o seu médico ou farmacêutico qual a dose inicial de VISACOR mais adequada para

O seu médico poderá decidir que deverá tomar a dose mais baixa (5 mg) se:

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31-08-2014

INFARMED

- É de ascendência Asiática (Japonesa, Chinesa, Filipina, Vietnamita, Coreana e Indiana).

- Tem mais de 70 anos de idade.

- Tem problemas renais moderados.

- Está em risco de ter dores musculares (miopatia).

Aumento da dose e dose máxima diária

O seu médico poderá decidir aumentar a sua dose para que a quantidade de VISACOR que toma

seja adequada para si. Se iniciou o tratamento com a dose de 5 mg, o seu médico poderá decidir

duplicar a dose para 10 mg, posteriormente para 20 mg e em seguida para 40 mg, se necessário. Se

iniciou o tratamento com a dose de 10 mg, o seu médico poderá decidir duplicar a dose para 20 mg

e posteriormente para 40 mg, se necessário. O ajuste de cada dose será feito em intervalos de 4

semanas.

A dose máxima diária de VISACOR é de 40 mg. Esta dose destina-se apenas a doentes com valores

de colesterol elevados e com risco elevado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, cujos

valores de colesterol não baixaram o suficiente com 20 mg.

Se estiver a tomar VISACOR para reduzir o risco de ter um ataque cardíaco, acidente vascular

cerebral ou problemas de saúde associados:

A dose recomendada é de 20 mg diários. Contudo, o seu médico pode decidir utilizar uma dose

mais baixa se tiver algum dos fatores acima mencionados.

Utilização em crianças e adolescentes com idade compreendida entre os 6 - 17 anos

A dose habitual inicial é de 5 mg. O seu médico poderá aumentar a sua dose para encontrar a

quantidade de VISACOR adequada para si. A dose máxima diária de VISACOR é de 10 mg para

crianças com idade compreendida entre os 6 a 9 anos e 20 mg para crianças com idade

compreendida entre os 10 a 17 anos. Tome a sua dose uma vez por dia. O comprimido de

VISACOR 40 mg não deve ser utilizado em crianças.

Tomar os seus comprimidos

Engula o comprimido inteiro com água.

Tome VISACOR uma vez por dia. Pode tomar o comprimido a qualquer hora do dia com ou sem

alimentos.

Tente tomar o comprimido sempre à mesma hora do dia, para que se lembre mais facilmente de o

tomar.

Controlo regular do colesterol

É importante consultar novamente o médico para que seja feito um controlo regular do seu

colesterol, de forma a assegurar que os valores recomendados de colesterol foram atingidos e se

mantêm estáveis.

O seu médico poderá decidir aumentar a sua dose para que a quantidade de VISACOR que toma

seja adequada para si.

Se tomar mais VISACOR do que deveria

Contacte o seu médico ou o hospital mais próximo para aconselhamento.

Se necessitar de cuidados hospitalares ou de fazer outros tratamentos, informe a equipa médica

sobre o seu tratamento com VISACOR.

Caso se tenha esquecido de tomar VISACOR

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31-08-2014

INFARMED

Não se preocupe, tome a próxima dose prevista de acordo com o seu esquema de tratamento

habitual. Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Se parar de tomar VISACOR

Fale com o seu médico se pretende parar de tomar VISACOR. Os seus valores de colesterol

poderão aumentar novamente se parar de tomar VISACOR.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou

farmacêutico.

4. Efeitos secundários possíveis

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não

se manifestem em todas as pessoas.

É importante que saiba quais são os efeitos secundários. Estes efeitos são geralmente ligeiros e

desaparecem após um curto período de tempo.

Pare de tomar VISACOR e consulte imediatamente um médico se tiver alguma das seguintes

reações alérgicas:

- Dificuldade em respirar, com ou sem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta.

- Inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta, o que pode causar dificuldade em engolir.

- Prurido intenso (comichão) na pele (com aumento dos gânglios).

Pare também de tomar VISACOR e fale imediatamente com o seu médico se sentir dores

musculares invulgares que se prolonguem mais do que o esperado. Os sintomas musculares são

mais frequentes nas crianças e adolescentes do que nos adultos. Tal como com outras estatinas, um

número muito reduzido de pessoas pode sentir efeitos musculares indesejáveis e raramente estes

efeitos resultam na destruição muscular potencialmente fatal, conhecida como rabdomiólise.

Efeitos secundários frequentes (podem afetar entre 1 em cada 10 e 1 em cada 100 doentes):

- Dor de cabeça

- Dor de estômago

- Prisão de ventre (obstipação)

- Sensação de mal-estar

- Dor muscular

- Sensação de fraqueza

- Tonturas

- Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem que seja

necessário parar o tratamento com VISACOR (apenas VISACOR 40 mg)

- Diabetes. Esta situação é mais provável se tiver níveis elevados de açúcar e gorduras no seu

sangue, tiver peso a mais e pressão arterial elevada. O seu médico irá vigiá-lo enquanto estiver a

tomar este medicamento.

Efeitos secundários pouco frequentes (podem afetar entre 1 em cada 100 e 1 em cada 1.000

doentes):

- Erupção na pele, prurido (comichão) e outras reações da pele

- Aumento da quantidade de proteínas na urina – que geralmente volta ao normal sem

que seja necessário parar o tratamento com VISACOR (apenas VISACOR 5 mg, 10 mg e 20 mg)

Efeitos secundários raros (podem afetar entre 1 em cada 1.000 e 1 em cada 10.000 doentes):

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- Reações alérgicas graves – os sinais incluem inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta,

dificuldade em engolir e respirar, prurido intenso (comichão) na pele (com aumento dos gânglios).

Caso ache que está a ter uma reação alérgica, pare de tomar VISACOR e procure ajuda médica de

imediato

- Lesão muscular em adultos – como precaução, pare de tomar VISACOR e fale imediatamente

com o seu médico se sentir dores musculares invulgares que se prolonguem mais do que o esperado

- Dor de estômago intensa (inflamação do pâncreas)

- Aumento das enzimas hepáticas no sangue

Efeitos secundários muito raros (podem afetar menos de 1 em cada 10.000 doentes):

- Icterícia (coloração amarela dos olhos e da pele)

- Hepatite (uma inflamação do fígado)

- Vestígios de sangue na sua urina

- Lesão dos nervos nos braços e nas pernas (como dormência)

- Dores nas articulações

- Perda de memória

- Aumento mamário nos homens (ginecomastia)

Efeitos secundários de frequência desconhecida podem incluir:

- Diarreia (soltura)

- Síndrome de Stevens-Johnson (doença grave que causa bolhas na pele, boca, olhos e órgãos

genitais)

- Tosse

- Falta de ar

- Edema (inchaço)

- Distúrbios do sono, incluindo insónias e pesadelos

- Disfunção sexual

- Depressão

- Problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre

- Lesão nos tendões

- Fraqueza muscular constante

Comunicação de efeitos secundários

Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados neste

folheto, fale com o seu médico ou farmacêutico. Também poderá comunicar efeitos secundários

diretamente ao INFARMED, I.P. através dos contactos abaixo. Ao comunicar efeitos secundários,

estará a ajudar a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.

INFARMED, I.P.

Direção de Gestão do Risco de Medicamentos

Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53

1749-004 Lisboa

Tel: +351 21 798 71 40

Fax: +351 21 798 73 97

Sítio da internet: http://extranet.infarmed.pt/page.seram.frontoffice.seramhomepage

E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt

5. Como conservar VISACOR

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

- Blisters: Conservar a temperatura inferior a 30ºC. Conservar na embalagem de origem para

proteger da humidade.

- Frascos: Conservar a temperatura inferior a 30ºC. Manter o frasco bem fechado para proteger da

humidade.

- Manter este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

- Não utilize este medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem

exterior/blisters/rótulo, após EXP. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

- Não deite fora quaisquer medicamentos na canalização ou no lixo doméstico. Pergunte ao seu

farmacêutico como deitar fora os medicamentos que já não utiliza. Estas medidas ajudarão a

proteger o ambiente.

6. Conteúdo da embalagem e outras informações

Qual a composição de VISACOR

A substância ativa de VISACOR é rosuvastatina. Os comprimidos revestidos por película de

VISACOR contêm rosuvastatina cálcica, equivalente a 5 mg, 10 mg, 20 mg ou 40 mg de

rosuvastatina.

Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, celulose microcristalina, fosfato de cálcio,

crospovidona, estearato de magnésio, hipromelose, triacetina, dióxido de titânio (E171). VISACOR

10 mg, 20 mg ou 40 mg comprimidos revestidos por película contêm também óxido de ferro

vermelho (E172). VISACOR 5 mg comprimidos revestidos por película contêm também óxido de

ferro amarelo (E172).

Qual o aspeto de VISACOR e conteúdo da embalagem

VISACOR apresenta-se disponível em embalagens blisters de 7, 14, 15, 20, 28, 30, 42, 50, 56, 60,

84, 90, 98 e 100 comprimidos e em recipientes de plástico de 30 e 100 comprimidos. (É possível

que não sejam comercializadas todas as apresentações em cada país.)

VISACOR apresenta-se disponível em quatro dosagens:

VISACOR 5 mg comprimidos revestidos por película são amarelos, redondos e com a gravação

ZD4522 e 5 numa das faces e liso na outra face.

VISACOR 10 mg comprimidos revestidos por película são cor-de-rosa, redondos e com a gravação

ZD4522 e 10 numa das faces e liso na outra face.

VISACOR 20 mg comprimidos revestidos por película são cor-de-rosa, redondos e com a gravação

ZD4522 e 20 numa das faces e liso na outra face.

VISACOR 40 mg comprimidos revestidos por película são cor-de-rosa, ovais e com a gravação

ZD4522 numa das faces e 40 na outra face.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

Titular da Autorização de Introdução no Mercado

AstraZeneca Produtos Farmacêuticos, Lda.,

Rua Humberto Madeira, 7,

Queluz de Baixo,

2730-097 Barcarena.

O distribuidor em Portugal é:

Laboratório Medinfar – Produtos Farmacêutivos, S.A.,

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Rua Manuel Ribeiro de Pavia, 1 – 1º

Venda Nova

2700-547 Amadora

Fabricantes responsáveis pela libertação de lotes

AstraZeneca UK Ltd., Silk Road Business Park, Macclesfield, Cheshire, SK102NA Reino Unido

Telefone: +44 1625 582828

AndersonBrecon (UK) Ltd, 2-7 Wye Valley Business Park, Brecon Road, Hay-on-Wye, Hereford,

HR3 5PG, Reino Unido

Telefone: +44 1497 820829

Corden Pharma GmbH, Otto-Hahn-Strasse, 68723 Plankstadt, Alemanha

Telefone: +49 6202 9900

AstraZeneca GmbH, Tinsdaler Weg 183, 22880 Wedel, Alemanha

Telefone: +49 41 037 080

AstraZeneca Reims, Parc Industriel Pompelle, Chemin de Vrilly, Box 1050, Reims Cedex 2, França

Telefone: +33 3266 16868

AstraZeneca AB, S-151 85 Södertälje, Suécia

Telefone: +46 8 553 260 00

Este medicamento encontra-se autorizado nos Estados Membros do Espaço Económico Europeu

(EEE) sob as seguintes denominações:

VISACOR 5 mg, 10 mg, 20 mg e 40 mg (PT)

PROVISACOR 5 mg, 10 mg, 20 mg e 40 mg (NL, IT, SE), e 5 mg, 10 mg e 20 mg (ES).

Este folheto foi revisto pela última vez em

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO

Visacor 5 mg comprimidos revestidos por película.

Visacor 10 mg comprimidos revestidos por película.

Visacor 20 mg comprimidos revestidos por película.

Visacor 40 mg comprimidos revestidos por película.

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

5 mg:

Cada

comprimido

contém

5 mg

rosuvastatina

(sob

forma

rosuvastatina

cálcica).

Cada

comprimido

contém

94,88 mg

lactose

mono-

hidratada.

10 mg:

Cada

comprimido

contém

10 mg

rosuvastatina

(sob

forma

rosuvastatina

cálcica).

Cada

comprimido

contém

91,3 mg

lactose

mono-

hidratada.

20 mg:

Cada

comprimido

contém

20 mg

rosuvastatina

(sob

forma

rosuvastatina

cálcica).

Cada

comprimido

contém

182,6 mg

lactose

mono-

hidratada.

40 mg:

Cada

comprimido

contém

40 mg

rosuvastatina

(sob

forma

rosuvastatina cálcica).

Cada

comprimido

contém

168,32 mg

de lactose mono-

hidratada.

Lista completa de excipientes, ver Secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

5 mg: Comprimido revestido por película.

Comprimidos redondos, amarelos, com a gravação “ZD4522” e “5” numa das faces e

liso na outra face.

10 mg: Comprimido revestido por película.

Comprimidos redondos, cor-de-rosa, com a gravação “ZD4522” e “10” numa das

faces e liso na outra face.

20 mg: Comprimido revestido por película.

Comprimidos redondos, cor-de-rosa, com a gravação “ZD4522” e “20” numa das

faces e liso na outra face.

40 mg: Comprimido revestido por película.

Comprimidos ovais, cor-de-rosa, com a gravação “ZD4522” numa das faces e “40”

na outra face.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

4.1 Indicações terapêuticas

Tratamento da hipercolesterolemia

Adultos,

adolescentes

crianças

idade

igual

superior

6 anos

hipercolesterolemia

primária

(tipo

incluindo

hipercolesterolemia

familiar

heterozigótica) ou dislipidemia mista (tipo IIb) como adjuvante da dieta sempre que

a resposta à dieta e a outros tratamentos não farmacológicos (p. ex. exercício físico,

perda de peso) seja inadequada.

Hipercolesterolemia familiar homozigótica, como adjuvante da dieta e de outros

tratamentos hipolipemiantes (p. ex. LDL-aférese) ou se tais tratamentos não forem

apropriados.

Prevenção de Acontecimentos Cardiovasculares

Prevenção de acontecimentos cardiovasculares major em doentes nos quais se

estima existir um risco elevado de ocorrência de um primeiro acontecimento

cardiovascular (ver Secção 5.1), como adjuvante de correção de outros fatores de

risco.

4.2 Posologia e modo de administração

Antes do início do tratamento, o doente deverá ser submetido a uma dieta

padronizada para diminuição dos níveis de colesterol, que deverá continuar durante

o tratamento. A dose deverá ser individualizada de acordo com o objetivo da

terapêutica e a resposta do doente, de acordo com as normas orientadoras de

consenso atuais.

Visacor pode ser administrado a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos.

Tratamento da hipercolesterolemia

A dose inicial recomendada é de 5 ou 10 mg por via oral, uma vez por dia, tanto

para doentes não tratados como para doentes a quem previamente tenham sido

prescritos outros inibidores da redutase da HMG-CoA. A escolha da dose inicial

deverá ter em consideração o nível de colesterol individual e o eventual risco

cardiovascular, bem como o potencial risco para reações adversas (ver abaixo). Após

4 semanas, pode ser feito um ajuste posológico para a dose seguinte, se necessário

(ver Secção 5.1). Face ao aumento de notificações de reações adversas com a dose

de 40 mg comparativamente às doses mais baixas (ver Secção 4.8), a titulação final

para a dose máxima de 40 mg deverá ser somente considerada em doentes com

hipercolesterolemia

grave

elevado

risco

cardiovascular

particular

doentes com hipercolesterolemia familiar), que não atinjam os objetivos terapêuticos

com 20 mg, aos quais será efetuada uma monitorização de rotina (ver Secção 4.4).

Recomenda-se que o início de terapêutica com a dose de 40 mg seja efetuado sob

supervisão de um especialista.

Prevenção de Acontecimentos Cardiovasculares

No estudo de redução de risco de acontecimentos cardiovasculares, a dose utilizada

foi de 20 mg por dia (ver Secção 5.1).

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31-08-2014

INFARMED

População pediátrica

A utilização pediátrica apenas deve ser efetuada por especialistas.

Crianças e adolescentes com idade compreendida entre os 6 e os 17 anos (Estadio

Tanner < II-V)

Em crianças e adolescentes com hipercolesterolemia familiar heterozigótica, a dose

inicial habitual é de 5 mg, uma vez por dia.

crianças

idade

compreendida

entre

9 anos

hipercolesterolemia familiar heterozigótica, o intervalo de dose habitual é 5-10 mg

por via oral, uma vez por dia. A segurança e a eficácia de doses superiores a 10 mg

não foram estudadas nesta população

crianças

idade

compreendida

entre

17 anos

hipercolesterolemia familiar heterozigótica, o intervalo de dose habitual é 5-20 mg

por via oral, uma vez por dia. A segurança e a eficácia de doses superiores a 20 mg

não foram estudadas nesta população.

A dose deve ser ajustada de acordo com a resposta individual e tolerabilidade nos

doentes pediátricos, conforme indicado pelas recomendações de tratamento em

pediatria (ver Secção 4.4). Crianças e adolescentes devem ser submetidos à dieta

padrão para redução do colesterol antes de iniciar o tratamento com rosuvastatina;

esta dieta deve ser continuada durante o tratamento com a rosuvastatina.

A experiência em crianças com hipercolesterolemia familiar homozigótica é limitada a

um número reduzido de crianças com idade compreendida entre os 8 e os 17 anos.

O comprimido de 40 mg não é adequado para utilização na população pediátrica.

Crianças de idade inferior a 6 anos

A segurança e a eficácia de utilização em crianças de idade inferior a 6 anos não

foram estudadas. Por conseguinte, não se recomenda a utilização de Visacor em

crianças de idade inferior a 6 anos.

Utilização no idoso

Recomenda-se uma dose inicial de 5 mg em doentes com idade > 70 anos (ver

Secção 4.4). Não é necessário qualquer outro ajuste posológico em relação à idade.

Posologia em doentes com insuficiência renal

Não é necessário ajuste posológico em doentes com compromisso renal ligeiro a

moderado. A dose inicial recomendada é de 5 mg em doentes com compromisso

renal moderado (depuração da creatinina < 60 ml/min). A dose de 40 mg está

contraindicada em doentes com compromisso renal moderado. O uso de Visacor em

doentes com compromisso renal grave está contraindicado em todas as doses (ver

Secção 4.3 e Secção 5.2).

Posologia em doentes com compromisso hepático

Não se verificou um aumento da exposição sistémica à rosuvastatina em indivíduos

com pontuações 7 ou inferior na classificação de Child-Pugh. No entanto, tem sido

observado aumento da exposição sistémica em indivíduos com pontuações 8 e 9 na

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

classificação de Child-Pugh (ver Secção 5.2). Nestes doentes deve ser considerada a

avaliação da função renal (ver Secção 4.4). Não existe experiência em indivíduos

pontuações

classificação

Child-Pugh

superior

Visacor

está

contraindicado em doentes com doença hepática ativa (ver Secção 4.3).

Raça

Tem sido observado aumento da exposição sistémica em indivíduos Asiáticos (ver

Secção 4.3, Secção 4.4 e Secção 5.2). A dose inicial recomendada é de 5 mg para

doentes de ascendência Asiática. A dose de 40 mg está contraindicada nestes

doentes.

Polimorfismos genéticos

São conhecidos tipos específicos de polimorfismos genéticos que podem levar a

aumento da exposição à rosuvastatina (ver Secção 5.2). Para os doentes em que são

conhecidos tais tipos específicos de polimorfismos, recomenda-se uma dose diária

inferior de Visacor.

Posologia em doentes com fatores predisponentes para miopatia

A dose inicial recomendada é de 5 mg em doentes com fatores predisponentes para

miopatia (ver Secção 4.4).

A dose de 40 mg está contraindicada em alguns destes doentes (ver Secção 4.3).

Terapêutica concomitante

A rosuvastatina é um substrato de várias proteínas transportadoras (p. ex. OATP1B1

e BCRP). O risco de miopatia (incluindo rabdomiólise) aumenta quando Visacor é

administrado

concomitantemente

determinados

medicamentos

podem

aumentar a concentração plasmática da rosuvastatina devido a interações com essas

proteínas transportadoras

ex. ciclosporina

certos

inibidores

protease

incluindo combinações de ritonavir com atazanavir, lopinavir, e/ou tipranavir; ver

Secções 4.4 e 4.5). Sempre que possível, devem ser considerados medicamentos

alternativos,

necessário,

considerar

temporariamente

interrupção

terapêutica com Visacor. Em situações em que a administração conjunta destes

medicamentos com Visacor é inevitável, o benefício e o risco do tratamento

concomitante e ajustes na dose de Visacor devem ser cuidadosamente considerados

(ver Secção 4.5).

4.3 Contraindicações

Visacor está contraindicado:

- em doentes com hipersensibilidade à rosuvastatina ou a qualquer dos excipientes.

doentes

doença

hepática

ativa

incluindo

elevações

persistentes

inexplicáveis das transaminases séricas e qualquer elevação das transaminases

séricas excedendo 3 vezes o limite superior da normalidade (LSN).

- em doentes com compromisso renal grave (depuração da creatinina < 30 ml/min).

- em doentes com miopatia.

- em doentes tratados concomitantemente com ciclosporina.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

- durante a gravidez e aleitamento e em mulheres em idade fértil que não adotam

medidas contracetivas apropriadas.

A dose de 40 mg está contraindicada em doentes com fatores predisponentes para

miopatia/rabdomiólise. Tais fatores incluem:

- compromisso renal moderado (depuração da creatinina < 60 ml/min)

- hipotiroidismo

- antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias

- antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da redutase da

HMG-CoA ou fibrato

- alcoolismo

situações

possa

ocorrer

aumento

níveis

plasmáticos

rosuvastatina

- doentes Asiáticos

- uso concomitante de fibratos.

(Ver Secções 4.4, 4.5 e 5.2)

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Efeitos renais

Em doentes tratados com doses elevadas de Visacor, em particular 40 mg, foi

observada proteinúria, detetada por tiras de teste e maioritariamente de origem

tubular, tendo sido transitória ou intermitente na maioria dos casos. A proteinúria

não demonstrou prognosticar doença renal aguda ou crónica (ver Secção 4.8). A

taxa

notificação

acontecimentos

renais

graves

experiência

pós-

comercialização é maior com a dose de 40 mg. Deve ser considerada a avaliação da

função renal durante a monitorização de rotina de doentes tratados com uma dose

de 40 mg.

Efeitos musculosqueléticos

Efeitos no músculo esquelético, p. ex. mialgia, miopatia e, raramente, rabdomiólise

têm sido notificados em doentes tratados com Visacor em todas as doses e em

particular com doses > 20 mg. Foram notificados casos muito raros de rabdomiólise

com a utilização de ezetimiba em combinação com os inibidores da redutase da

HMG-CoA. Não pode ser excluída uma interação farmacodinâmica (ver Secção 4.5) e

a sua combinação deve ser utilizada com precaução. Tal como com outros inibidores

da redutase da HMG-CoA, a taxa de notificação de rabdomiólise associada a Visacor

na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg.

Doseamento da creatinaquinase

A creatinaquinase (CK) não deve ser doseada após exercício intenso ou na presença

de causas alternativas plausíveis de aumento de CK, que possam confundir a

interpretação dos resultados. Se os níveis basais de CK forem significativamente

elevados (> 5xLSN) deverá ser efetuado um teste de confirmação dentro de

5-7 dias. Se a repetição do teste confirmar um valor basal de CK > 5xLSN, o

tratamento não deverá ser iniciado.

Antes do tratamento

Visacor, tal como com os outros inibidores da redutase da HMG-CoA, deverá ser

prescrito

precaução

doentes

fatores

predisponentes

para

miopatia/rabdomiólise. Tais fatores incluem:

- compromisso renal

- hipotiroidismo

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31-08-2014

INFARMED

- antecedentes pessoais ou familiares de perturbações musculares hereditárias

- antecedentes pessoais de toxicidade muscular com outro inibidor da redutase da

HMG-CoA ou fibrato

- alcoolismo

- idade > 70 anos

situações

possa

ocorrer

aumento

níveis

plasmáticos

(ver

Secções 4.2, 4.5 e 5.2)

- uso concomitante de fibratos

Nestes doentes deverá ser avaliado o risco do tratamento relativamente aos

possíveis benefícios, sendo recomendado uma monitorização clínica. Se os níveis

basais de CK forem significativamente elevados (> 5xLSN), o tratamento não deverá

ser iniciado.

Durante o tratamento

Os doentes devem ser advertidos a notificar imediatamente dor muscular, astenia ou

cãibras inexplicáveis, particularmente se associados a mal-estar ou febre. Deve

determinar-se os níveis de CK nestes doentes. A terapêutica deve ser interrompida

se os níveis de CK estiverem francamente elevados (> 5xLSN) ou se os sintomas

musculares forem graves e causarem desconforto diário (mesmo com níveis de CK

≤ 5xLSN). Se os sintomas desaparecerem e os níveis de CK regressarem ao normal,

deverá considerar-se a reintrodução de Visacor ou um inibidor alternativo da

redutase da HMG-CoA na dose mais baixa e com uma monitorização apertada. A

monitorização de rotina dos níveis de CK em doentes assintomáticos não se justifica.

Foram notificados casos muito raros de miopatia necrosante imunomediada (IMNM)

durante ou após o tratamento com estatinas, incluindo a rosuvastatina. A IMNM é

clinicamente caracterizada por fraqueza muscular proximal e elevação da creatinina

quinase sérica, que persistem apesar da interrupção do tratamento com estatinas.

Os ensaios clínicos não demonstraram evidência de aumento de efeitos sobre o

músculo

esquelético

no reduzido número

doentes

tratados com Visacor e

terapêutica concomitante. Observou-se, no entanto, aumento da incidência de

miosite e de miopatia em doentes tratados com outros inibidores da redutase da

HMG-CoA

associação

derivados

ácido

fíbrico,

incluindo

gemfibrozil,

ciclosporina, ácido nicotínico, antifúngicos do grupo dos azóis, inibidores da protease

e antibióticos macrólidos. O gemfibrozil aumenta o risco de miopatia quando

administrado concomitantemente com alguns inibidores da redutase da HMG-CoA.

Por conseguinte, a associação de Visacor com gemfibrozil não é recomendada. O

benefício de alterações adicionais nos níveis lipídicos, resultantes da combinação de

Visacor com fibratos ou niacina, deverá ser cuidadosamente considerado em relação

aos potenciais riscos de tais associações. Com a dose de 40 mg está contraindicado o

uso concomitante de fibratos.

(Ver Secção 4.5 e Secção 4.8).

Não se recomenda a associação de rosuvastatina e ácido fusídico. Em doentes a

receber esta associação houve notificações de rabdomiólise (incluindo algumas

mortes) (ver secção 4.5).

Visacor não deve ser usado em doentes com uma situação aguda grave, sugestiva

de miopatia ou predisposição para o desenvolvimento de falência renal secundária a

rabdomiólise

sépsis,

hipotensão,

grande

cirurgia,

trauma,

disfunções

metabólicas graves, endócrinas e eletrolíticas ou convulsões não controladas).

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Efeitos hepáticos

Tal como com os outros inibidores da redutase da HMG-CoA, Visacor deve ser usado

com precaução em doentes que consumam quantidades excessivas de álcool e/ou

tenham história de doença hepática.

Recomenda-se que sejam realizados testes da função hepática antes do início do

tratamento com Visacor e 3 meses após o início do tratamento. Se o nível das

transaminases séricas exceder 3 vezes o limite superior da normalidade, Visacor

deve ser interrompido ou reduzir-se a dose. A taxa de notificação de acontecimentos

hepáticos

graves

(consistindo

principalmente

aumento

transaminases

hepáticas) na experiência pós-comercialização é maior com a dose de 40 mg.

Em doentes com hipercolesterolemia secundária causada por hipotiroidismo ou

síndrome nefrótica, a doença subjacente deverá ser tratada antes de se iniciar a

terapêutica com Visacor.

Raça

Estudos de farmacocinética revelaram um aumento da exposição em indivíduos

Asiáticos, comparativamente aos indivíduos Caucasianos (ver Secção 4.2, Secção 4.3

e Secção 5.2).

Inibidores da protease

Um aumento da exposição sistémica à rosuvastatina tem sido observado em

indivíduos tratados com rosuvastatina concomitantemente com vários inibidores da

protease em combinação com ritonavir. Deve ser considerado, quer o benefício de

redução lipídica pelo uso de Visacor em doentes com o Vírus de Imunodeficiência

Humana (VIH) tratados com inibidores da protease quer o potencial para o aumento

das concentrações plasmáticas de rosuvastatina quando se inicia e se titulam doses

de Visacor em doentes tratados com inibidores da protease. O uso concomitante com

determinados inibidores da protease não é recomendado a menos que a dose de

Visacor seja ajustada (ver Secções 4.2 e 4.5).

Intolerância à lactose

Doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de

lactase de Lapp ou má absorção de glucose-galactose não devem tomar este

medicamento.

Doença pulmonar intersticial

Foram

notificados

casos

raros

doença

pulmonar

intersticial

algumas

estatinas, especialmente com tratamentos de longa duração (ver Secção 4.8). Os

sintomas observados incluem dispneia, tosse não produtiva e deterioração do estado

de saúde em geral (fadiga, perda de peso e febre). Se houver suspeita de

desenvolvimento de doença pulmonar intersticial, a terapêutica com estatina deve

ser interrompida.

Diabetes Mellitus

Algumas evidências sugerem que as estatinas como classe farmacológica podem

elevar a glicemia e em alguns doentes, com elevado risco de ocorrência futura de

diabetes, podem induzir um nível de hiperglicemia em que o tratamento formal de

diabetes é adequado. Este risco é, no entanto, suplantado pela redução do risco

vascular das estatinas e, portanto, não deve ser uma condição para interromper a

terapêutica. Os doentes em risco (glicemia em jejum entre 5,6 a 6,9 mmol/l, IMC

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31-08-2014

INFARMED

(Índice de Massa Corporal) > 30 kg/m2, triglicéridos aumentados, hipertensão)

devem ser monitorizados tanto clínica como bioquimicamente de acordo com as

orientações nacionais.

No estudo JUPITER, a frequência geral de notificação de casos de diabetes mellitus

foi de 2,8% com rosuvastatina e 2,3% com placebo, a maioria em doentes com

glicemia em jejum entre 5,6 e 6,9 mmol/l.

População pediátrica

A avaliação do crescimento linear (altura), peso, IMC (índice de massa corporal) e

características secundárias de maturação sexual pela escala de Tanner em doentes

pediátricos

idade

compreendida

entre

17 anos

tratados

rosuvastatina, é limitada ao período de dois anos. Após dois anos de estudo com

este tratamento, não foi detetado qualquer efeito no crescimento, peso, IMC ou

maturação sexual (ver Secção 5.1).

Em ensaios clínicos em crianças e adolescentes tratados com rosuvastatina durante

52 semanas, foram observadas com maior frequência, elevações da CK > 10xLSN e

sintomas musculares após exercício ou aumento da atividade física em comparação

com as observações nos ensaios clínicos em adultos (ver Secção 4.8).

4.5 Interações medicamentosas e outras formas de interação

Efeito da administração concomitante de medicamentos na rosuvastatina

Inibidores das proteínas transportadoras: A rosuvastatina é um substrato para certas

proteínas transportadoras incluindo o transportador de captação hepático OATP1B1 e

o transportador de efluxo BCRP. A administração concomitante de Visacor com

medicamentos que são inibidores destes transportadores de proteínas pode resultar

num aumento das concentrações plasmáticas da rosuvastatina e num aumento do

risco de miopatia (ver Secções 4.2, 4.4 e 4.5 Tabela 1).

Ciclosporina: Durante a terapêutica concomitante com Visacor e ciclosporina, os

valores

rosuvastatina

foram

média

7 vezes

mais

elevados,

relativamente aos observados em voluntários saudáveis (ver Tabela 1). Visacor é

contraindicado

doentes

receber

concomitantemente

ciclosporina

(ver

Secção 4.3). A administração concomitante não provocou alteração da concentração

plasmática da ciclosporina.

Inibidores da protease: Apesar de ser desconhecido o mecanismo de interação

exato, o uso concomitante com inibidores da protease pode aumentar fortemente a

exposição à rosuvastatina (ver Tabela 1). Por exemplo, num estudo farmacocinético,

a administração concomitante de 10 mg de rosuvastatina e a combinação de dois

inibidores da protease (300 mg atazanavir/ 100 mg de ritonavir) em voluntários

saudáveis foi associada a um aumento da AUC e da Cmax da rosuvastatina em

aproximadamente três-vezes e sete-vezes, respetivamente. O uso concomitante de

Visacor e algumas combinações de inibidores da protease pode ser considerado após

cuidadosa avaliação dos ajustes na dose de Visacor baseados no aumento expectável

da exposição à rosuvastatina (ver Secções 4.2, 4.4 e 4.5 Tabela 1).

Gemfibrozil e outros medicamentos hipolipemiantes: O uso concomitante de Visacor

e gemfibrozil resultou num aumento para o dobro da Cmax e AUC da rosuvastatina

(ver Secção 4.4).

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Com base em dados de estudos de interação específicos, não são de esperar

interações farmacocinéticas relevantes com fenofibrato, contudo podem ocorrer

interações farmacodinâmicas. O gemfibrozil, fenofibrato, outros fibratos e niacina

(ácido nicotínico) em doses hipolipemiantes (> ou igual a 1 g/dia) aumentam o risco

de miopatia quando administrados concomitantemente com inibidores da redutase

da HMG-CoA, provavelmente porque podem provocar miopatia quando administrados

isoladamente. A dose de 40 mg está contraindicada no uso concomitante de fibratos

(ver Secções 4.3 e 4.4). Estes doentes devem também iniciar o tratamento com a

dose de 5 mg.

Ezetimiba: O uso concomitante de 10 mg de Visacor e 10 mg de ezetimiba resultou

aumento

rosuvastatina

1,2 vezes

indivíduos

hipercolesterolémicos (Tabela 1). No entanto, não pode ser excluída uma interação

farmacodinâmica, em termos de efeitos adversos entre o Visacor e a ezetimiba (ver

Secção 4.4).

Antiácidos: A administração simultânea de Visacor com uma suspensão de antiácido

contendo

hidróxido

alumínio

magnésio

produziu

descida

aproximadamente 50% da concentração plasmática da rosuvastatina. Este efeito foi

atenuado

quando

antiácido

administrado

2 horas

após

Visacor.

Não

investigada a importância clínica desta interação.

Eritromicina: O uso concomitante de Visacor e eritromicina resultou num decréscimo

de 20% na AUC e um decréscimo de 30% na Cmax de rosuvastatina. Esta interação

pode ser provocada pelo aumento da motilidade intestinal causada pela eritromicina.

Enzimas do citocromo P450: Os resultados de estudos in vitro e in vivo mostram que

a rosuvastatina não é nem um inibidor nem um indutor das isoenzimas do citocromo

P450. Além disso, a rosuvastatina é um substrato pobre destas isoenzimas. Por

conseguinte, não são esperadas interações com fármacos cujo metabolismo é

mediado

pelo

citocromo

P450.

Não

verificaram

interações

clinicamente

importantes entre a rosuvastatina quer com o fluconazol (inibidor do CYP2C9 e

CYP3A4) quer com o cetoconazol (inibidor do CYP2A6 e CYP3A4).

Interações que requerem ajustes na dose de rosuvastatina (ver também Tabela 1):

Quando

necessário

administrar

concomitantemente

Visacor

outros

medicamentos conhecidos por aumentarem a exposição à rosuvastatina, as doses de

Visacor devem ser ajustadas. Iniciar com uma dose diária de 5 mg de Visacor se o

aumento expectável na exposição (AUC) é de aproximadamente 2 vezes ou superior.

A dose máxima diária de Visacor deve ser ajustada para que a exposição expectável

à rosuvastatina não exceda os 40 mg diários de Visacor tomados sem interações

medicamentosas, por exemplo uma dose de 20 mg de Visacor com gemfibrozil

(aumenta

1,9 vezes),

dose

10 mg

Visacor

combinação

atazanavir/ritonavir (aumenta 3,1 vezes).

Tabela 1. Efeitos da administração concomitante de medicamentos na exposição à

rosuvastatina

(AUC;

ordem

decrescente

magnitude)

ensaios

clínicos

publicados

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Fármaco a interagir, dose, regime

Regime

posológico

rosuvastatina

Alteração na AUC

da rosuvastatina*

Ciclosporina

75 mg

para

200 mg BID, 6 meses

10 mg OD, 10 dias

7,1-vezes

Atazanavir

300 mg/ritonavir

100 mg OD, 8 dias

10 mg, dose única

3,1-vezes

Lopinavir 400 mg/ritonavir 100 mg

BID, 17 dias

20 mg OD, 7 dias

2,1-vezes

Clopidogrel

300 mg

dose

carga,

seguida de 75 mg às 24 horas

20 mg, dose única

2-vezes

Gemfibrozil 600 mg BID, 7 dias

80 mg, dose única

1,9-vezes

Eltrombopag 75 mg OD, 10 dias

10 mg, dose única

1,6-vezes

Darunavir 600 mg/ritonavir 100 mg

BID, 7 dias

10 mg OD, 7 dias

1,5-vezes

Tipranavir

500 mg/ritonavir

200 mg BID, 11 dias

10 mg, dose única

1,4-vezes

Dronedarona 400 mg BID

Não disponível

1,4-vezes

Itraconazol 200 mg OD, 5 dias

10 mg, dose única

1,4-vezes

Ezetimiba 10 mg OD, 14 dias

10 mg, OD, 14 dias

1,2-vezes

Fosamprenavir

700 mg/ritonavir

100 mg BID, 8 dias

10 mg, dose única

Aleglitazar 0,3 mg, 7 dias

40 mg, 7 dias

Silimarina 140 mg TID, 5 dias

10 mg, dose única

Fenofibrato 67 mg TID, 7 dias

10 mg, 7 dias

Rifampin 450 mg OD, 7 dias

20 mg, dose única

Cetoconazol 200 mg BID, 7 dias

80 mg, dose única

Fluconazol 200 mg OD, 11 dias

80 mg, dose única

Eritromicina 500 mg QID, 7 dias

80 mg, dose única

28% 

Baicalin 50 mg TID, 14 dias

20 mg, dose única

47% 

*Os dados apresentados como alteração de x-vezes representam uma simples “razão”

entre rosuvastatina administrada concomitantemente e rosuvastatina isoladamente. Os

dados apresentados como alteração na % representam a % de diferença relativamente à

rosuvastatina isoladamente.

O aumento é indicado por “ ”, sem alterações por “”, diminuição por “”.

**Vários estudos de interação foram realizados com diferentes dosagens de Visacor, a

tabela mostra as razões mais significativas.

OD = uma vez dia; BID = duas vezes dia; TID = três vezes dia; QID = quatro vezes dia

Efeitos da rosuvastatina em medicamentos administrados concomitantemente

Antagonistas da Vitamina K: À semelhança dos outros inibidores da redutase da

HMG-CoA , o início da terapêutica ou o aumento da dose de Visacor em doentes

tratados concomitantemente com antagonistas da vitamina K (p. ex. varfarina ou

outro anticoagulante cumarínico) pode originar um aumento da Razão Internacional

Normalizada (INR). A interrupção ou redução da dose de Visacor pode resultar num

decréscimo da INR. Nestas situações, é desejável a monitorização apropriada da

INR.

Contracetivo oral/terapêutica hormonal de substituição (THS): O uso concomitante

de Visacor e um contracetivo oral resultou num aumento da AUC de etinilestradiol e

norgestrel de 26% e 34%, respetivamente. Deve ter-se em consideração este

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

aumento dos níveis plasmáticos na escolha da dose do contracetivo oral. Não

existem

dados

farmacocinéticos

disponíveis

indivíduos

tomar

concomitantemente Visacor e THS mas um efeito similar não pode ser excluído.

Contudo,

estudos clínicos,

esta

associação

extensamente utilizada

mulheres e foi bem tolerada.

Outros medicamentos:

Digoxina: Com base em dados de estudos de interação específicos, não são

esperadas interações clinicamente relevantes com digoxina.

Ácido fusídico: Não foram realizados estudos de interação com rosuvastatina e ácido

fusídico. Na experiência pós-comercialização e à semelhança de outras estatinas

foram

notificados

acontecimentos

relacionados

músculos,

incluindo

rabdomiólise em doentes a fazer rosuvastatina e ácido fusídico concomitantemente.

Portanto, não se recomenda a associação de rosuvastatina e ácido fusídico. Se

possível, recomenda-se a interrupção temporária do tratamento com rosuvastatina.

Se inevitável, os doentes devem ser cuidadosamente monitorizados.

População pediátrica: Os estudos de interação só foram realizados em adultos. A

extensão das interações na população pediátrica não é conhecida.

4.6 Fertilidade, gravidez e aleitamento

Visacor está contraindicado na gravidez e aleitamento.

As mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contracetivos apropriados.

Dado que o colesterol e outros produtos da biossíntese do colesterol são essenciais

para o desenvolvimento do feto, o risco potencial da inibição da redutase da HMG-

CoA supera a vantagem do tratamento durante a gravidez. Estudos em animais

fornecem

dados

limitados

respeito

toxicidade

reprodutiva

(ver

Secção 5.3).

caso

gravidez,

tratamento

deverá

imediatamente

interrompido.

No rato, a rosuvastatina é excretada no leite. Não existem dados sobre a excreção

de rosuvastatina no leite humano (ver Secção 4.3).

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Não foram efetuados estudos para determinar o efeito de Visacor sobre a capacidade

conduzir

utilizar

máquinas.

Contudo,

base

suas

propriedades

farmacodinâmicas não é provável que Visacor afete esta capacidade. Na condução de

veículos ou utilização de máquinas é necessário ter em conta que podem ocorrer

tonturas durante o tratamento.

4.8 Efeitos indesejáveis

As reações adversas observadas com Visacor são geralmente de caráter ligeiro e

transitório. Em ensaios clínicos controlados, menos de 4% dos doentes tratados com

Visacor abandonou os estudos devido a reações adversas.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Lista tabelada de reações adversas

Com base em dados de ensaios clínicos e extensa experiência pós-comercialização, a

seguinte tabela apresenta o perfil de reações adversas para a rosuvastatina. As

reações adversas listadas abaixo estão classificadas de acordo com a frequência e

classe de sistema de órgãos (SOC).

A frequência de reações adversas é listada de acordo com a seguinte convenção:

Frequentes

(≥ 1/100,

< 1/10);

Pouco

frequentes

(≥ 1/1.000,

< 1/100);

Raros

(≥ 1/10.000, < 1/1.000); Muito raros (< 1/10.000); Desconhecido (não pode ser

calculado a partir dos dados disponíveis).

Tabela 2. Reações adversas baseadas em dados de estudos clínicos e experiência

pós-comercialização

Classes

sistemas

de órgãos

Frequente

Pouco

Frequentes

Raros

Muito

raros

Desconhecido

Doenças do sangue e

do sistema linfático

Trombocitopenia

Doenças

sistema

imunitário

Reação

hipersensibilidad

incluindo

angioedema

Doenças endócrinas

Diabetes

mellitus(1)

Perturbações

foro

psiquiátrico

Depressão

Doenças

sistema

nervoso

Cefaleia

Tonturas

Polineuro-

patia

Perda

memória

Neuropatia

periférica

Alterações

sono (incluindo

insónia

pesadelos)

Doenças respiratórias,

torácicas

mediastino

Tosse

Dispneia

Doenças

gastrointestinais

Obstipaçã

Náuseas

abdominal

Pancreatite

Diarreia

Afeções hepatobiliares

Transaminases

hepáticas

aumentadas

Icterícia

Hepatite

Afeções

tecidos

cutâneos

subcutâneos

Prurido

Erupção

cutânea

Urticária

Síndrome

Stevens-

Johnson

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Tabela 2. Reações adversas baseadas em dados de estudos clínicos e experiência

pós-comercialização

Classes

sistemas

de órgãos

Frequente

Pouco

Frequentes

Raros

Muito

raros

Desconhecido

Afeções

musculosqueléticas

tecidos

conjuntivos

Mialgia

Miopatia

(incluindo

miosite)

Rabdomiólise

Artralgia

Afeções

tendões,

vezes

complicadas

devido a rutura

Miopatia

necrosante

imunomediada

Doenças

renais

urinárias

Hematúri

Doenças

órgãos

genitais e da mama

Gineco-

mastia

Perturbações gerais e

alterações no local de

administração

Astenia

Edema

(1) A frequência irá depender da presença ou ausência de fatores de risco

(glicemia em jejum ≥ 5,6 mmol/l, IMC > 30 kg/m2, trigliceridos elevados, história

de hipertensão).

Tal como se verifica com outros inibidores da redutase da HMG-CoA, a incidência de

reações adversas medicamentosas tende a ser dose-dependente.

Efeitos renais: Em doentes tratados com Visacor foi observada proteinúria, detetada

por tiras de teste, sendo maioritariamente de origem tubular. Variação dos valores

de proteinúria, desde ausência ou vestígios até um resultado ++ ou superior, foi

observado em < 1% dos doentes em determinada altura durante o tratamento com

10 mg e 20 mg, e em aproximadamente 3% dos doentes tratados com 40 mg. Com

a dose de 20 mg foi observada uma ligeira variação, desde ausência ou vestígios até

um resultado +. Na maioria dos casos, a proteinúria diminui ou desaparece

espontaneamente com a continuação da terapêutica. Até ao momento, a análise de

dados provenientes de ensaios clínicos e da experiência pós-comercialização não

identificou uma associação causal entre a proteinúria e doença renal aguda ou

progressiva.

A hematúria tem sido observada em doentes tratados com Visacor e os dados de

estudos clínicos mostram que a ocorrência é baixa.

Efeitos no músculo esquelético: Efeitos no músculo esquelético, p. ex. mialgia,

miopatia (incluindo miosite) e, raramente, rabdomiólise com ou sem insuficiência

renal aguda têm sido notificados em doentes tratados com Visacor em todas as

doses, em particular, com doses > 20 mg.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Em doentes tratados com rosuvastatina foi observado um aumento dos níveis de CK

relacionado

dose;

maioria

casos

essa

elevação

ligeira,

assintomática e transitória. Se os níveis de CK forem elevados (> 5xLNS), o

tratamento deve ser interrompido (ver Secção 4.4).

Efeitos hepáticos: Tal como com os outros inibidores da redutase da HMG-CoA, um

aumento das transaminases, relacionado com a dose, foi observado num pequeno

número de doentes tratados com rosuvastatina; na maioria destes casos, o aumento

foi ligeiro, assintomático e transitório.

Foram notificados os seguintes acontecimentos adversos com algumas estatinas:

Disfunção sexual

Casos raros de doença pulmonar intersticial, especialmente com terapêutica de longa

duração (ver Secção 4.4)

taxa

notificação

rabdomiólise,

acontecimentos

renais

graves

acontecimentos

hepáticos

graves

(consistindo

principalmente

aumento

transaminases hepáticas) é maior com a dose de 40 mg.

População pediátrica: As elevações da creatinaquinase > 10xLSN e os sintomas

musculares após exercício ou aumento da atividade física foram observados mais

frequentemente em ensaios clínicos de 52 semanas em crianças e adolescentes em

comparação com os adultos (ver secção 4.4). Noutros aspetos, o perfil de segurança

de rosuvastatina foi semelhante em crianças e adolescentes comparativamente com

adultos.

Notificação de suspeitas de reações adversas

A notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é

importante, uma vez que permite uma monitorização contínua da relação benefício-

risco do medicamento. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer

suspeitas de reações adversas diretamente ao INFARMED, I.P.:

INFARMED, I.P.

Direção de Gestão do Risco de Medicamentos

Parque da Saúde de Lisboa, Av. Brasil 53

1749-004 Lisboa

Tel: +351 21 798 71 40

Fax: +351 21 798 73 97

Sítio da internet:

http://extranet.infarmed.pt/page.seram.frontoffice.seramhomepage

E-mail: farmacovigilancia@infarmed.pt

4.9 Sobredosagem

Não existe um tratamento específico na eventualidade de ocorrer sobredosagem. Em

caso de sobredosagem, o doente deve ser submetido a um tratamento sintomático e

as medidas de suporte instituídas, conforme necessário. A função hepática e os

níveis

deverão

monitorizados.

Não

provável

hemodiálise

proporcione quaisquer benefícios.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo

farmacoterapêutico:

3.7.

Aparelho

cardiovascular.

Antidislipidémicos.

Inibidores da redutase da HMG-CoA.

Código ATC: C10A A07

Mecanismo de ação

A rosuvastatina é um inibidor seletivo e competitivo da redutase da HMG-CoA, a

enzima limitante da taxa de conversão da 3-hidroxi3-metilglutaril coenzima A em

mevalonato, um precursor do colesterol. O principal local de ação da rosuvastatina é

o fígado, o órgão alvo na diminuição do colesterol.

A rosuvastatina aumenta o número de recetores hepáticos das LDL na superfície

celular, potenciando a captação e o catabolismo das LDL e inibindo a síntese hepática

das VLDL, reduzindo, desta forma, o número total de partículas de VLDL e LDL.

Efeitos farmacodinâmicos

Visacor reduz os níveis elevados de colesterol-LDL (C-LDL), colesterol total (CT) e

triglicéridos (TG) e aumenta o nível de colesterol-HDL (C-HDL). Reduz ainda a ApoB,

colesterol não-HDL (não-C-HDL), C-VLDL e TG-VLDL e aumenta a ApoA-I (ver

Tabela 3). Visacor reduz também as razões de C-LDL/C-HDL, CT/C-HDL e colesterol

não-HDL/C-HDL bem como a razão de ApoB/ApoA-I.

Tabela 3 Dose-resposta em doentes com hipercolesterolemia primária (tipos IIa e

IIb) (alteração percentual média ajustada em relação aos valores basais)

Dose

C-LDL

C-HDL

não-C-HDL

ApoB

ApoA-I

Placebo

O efeito terapêutico é obtido uma semana após o início do tratamento, atingindo-se

90% da resposta máxima decorridas 2 semanas. A resposta máxima é geralmente

obtida às 4 semanas, mantendo-se subsequentemente.

Eficácia e segurança clínicas

Visacor é eficaz em adultos com hipercolesterolemia, com e sem hipertrigliceridemia,

independentemente da sua raça, sexo ou idade, bem como em populações especiais,

nomeadamente diabéticos ou doentes com hipercolesterolemia familiar.

Com base nos dados agrupados de fase III, Visacor demonstrou ser eficaz no

tratamento da maioria dos doentes com hipercolesterolemia tipo IIa e IIb (C-LDL

média basal cerca de 4,8 mmol/l), levando-os a atingir os valores alvo preconizados

nas normas orientadoras da European Atherosclerosis Society (EAS; 1998); cerca de

80% dos doentes tratados com 10 mg atingiram os valores alvo EAS preconizados

para os níveis de C-LDL (< 3 mmol/l).

Num estudo de grandes dimensões, 435 doentes com hipercolesterolemia familiar

heterozigótica, receberam Visacor entre 20 mg e 80 mg, segundo um protocolo de

titulação forçada. Todas as doses demonstraram exercer um efeito benéfico sobre os

parâmetros lipídicos e foram atingidos os objetivos alvo em tratamento. Após a

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

titulação para uma dose diária de 40 mg (12 semanas de tratamento), o C-LDL foi

reduzido

53%.

doentes

atingiram

valores

alvo

normas

orientadoras EAS para os níveis de C-LDL (< 3 mmol/l).

Num estudo clínico aberto, de titulação forçada, foi avaliada a resposta a Visacor 20-

40 mg em 42 doentes com hipercolesterolemia familiar homozigótica. Na população

global, foi obtida uma redução média do C-LDL de 22%.

Em estudos clínicos com um número limitado de doentes, Visacor tem demonstrado

possuir uma eficácia adicional na redução dos trigliceridos quando utilizado em

combinação com fenofibrato e no aumento dos níveis do C-HDL quando usado em

combinação com niacina (ver Secção 4.4).

Num estudo clínico controlado com placebo, em dupla ocultação e multicêntrico

(METEOR),

984 doentes com idades compreendidas entre 45 e 70 anos e com baixo risco de

doença coronária (definido como risco de Framingham < 10% em 10 anos), com

uma média de C-LDL de 4,0 mmol/l (154,5 mg/dl), porém com aterosclerose

subclínica

(detetada

Espessura

carótida

Íntima–Média

(EIMC)),

foram

aleatorizados para o tratamento com rosuvastatina 40 mg uma vez por dia ou

placebo durante 2 anos. A rosuvastatina reduziu significativamente a taxa de

progressão na EIMC máxima de todos os 12 locais analisados nas artérias carótidas,

comparativamente com placebo, em -0,0145 mm/ano [intervalo de confiança a 95%

-0,0196;

-0,0093;

p<0,0001].

alteração

relativamente

valores

iniciais

0,0014 mm/ano

(-0,12%/ano (não significativa)) para a rosuvastatina, comparativamente com uma

progressão de +0,0131 mm/ano (1,12%/ano (p<0,0001)) para o placebo. Não foi

ainda demonstrada uma correlação direta entre a diminuição da EIMC e a redução do

risco de acontecimentos cardiovasculares. A população estudada no METEOR é de

baixo risco de doença coronária e não representa a população alvo de Visacor 40 mg.

A dose de 40 mg deverá ser prescrita apenas em doentes com hipercolesterolemia

grave com elevado risco cardiovascular (ver Secção 4.2).

No estudo “Justification for the Use of Statins in Primary Prevention: An Intervention

Trial

Evaluating

Rosuvastatin”

(JUPITER),

efeito

rosuvastatina

sobre

ocorrência de acontecimentos cardiovasculares de etiologia aterosclerótica major foi

avaliado em 17.802 homens (≥ 50 anos) e mulheres (≥ 60 anos).

Os participantes do estudo foram distribuídos de forma aleatória para placebo

(n=8.901) ou rosuvastatina 20 mg uma vez por dia (n=8.901) e foram seguidos

durante um período médio de 2 anos.

A concentração de colesterol LDL foi reduzida em 45% (p<0,001) no grupo da

rosuvastatina em comparação com o grupo do placebo.

Numa análise post-hoc a um subgrupo de indivíduos com elevado risco, com um

risco de Framingham inicial > 20% (1.558 indivíduos) verificou-se uma redução

significativa

objetivo

primário

composto

morte

cardiovascular,

acidente

vascular cerebral e enfarte do miocárdio (p=0,028) no tratamento com rosuvastativa

versus placebo. A redução do risco absoluto na taxa de acontecimentos por 1.000

doentes-ano foi de 8,8. A mortalidade total manteve-se inalterada neste grupo de

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

doentes com elevado risco (p=0,193). Numa análise post-hoc de um subgrupo de

indivíduos com elevado risco (total de 9.302 indivíduos) com um risco SCORE inicial

≥ 5% (extrapolado para incluir os indivíduos acima dos 65 anos) verificou-se uma

redução

significativa

objetivo

primário

composto

morte

cardiovascular,

acidente vascular cerebral e enfarte do miocárdio (p=0,0003) no tratamento com

rosuvastativa versus placebo. A redução do risco absoluto na taxa de acontecimentos

foi de 5,1 por 1.000 doentes-ano. A mortalidade total manteve-se inalterada neste

grupo de doentes com elevado risco (p=0,076).

No estudo JUPITER, 6,6% dos indivíduos com rosuvastatina e 6,2% dos indivíduos

com placebo suspenderam a medicação do estudo devido a acontecimento adverso.

Os acontecimentos adversos mais frequentes que conduziram à interrupção do

tratamento foram: mialgia (0,3% com rosuvastatina, 0,2% com placebo), dor

abdominal (0,03% com rosuvastatina, 0,02% com placebo) e erupção cutânea

(0,02% com rosuvastatina, 0,03% com placebo). Os acontecimentos adversos mais

frequentemente notificados numa frequência igual ou superior ao placebo foram

infeção do trato urinário (8,7% com rosuvastatina, 8,6% com placebo), nasofaringite

(7,6% com rosuvastatina, 7,2% com placebo), dor lombar (7,6% com rosuvastatina,

6,9% com placebo) e mialgia (7,6% com rosuvastatina, 6,6% com placebo).

População pediátrica

Num estudo de 12 semanas, controlado com placebo, multicêntrico, aleatorizado, em

dupla ocultação (n=176, 97 do sexo masculino e 79 do sexo feminino) seguido de

uma fase de 40 semanas (n=173, 96 do sexo masculino e 77 do sexo feminino)

aberta, de titulação da dose de rosuvastatina, doentes com idade compreendida

entre os 10 e 17 anos (estadio Tanner II-V, sexo feminino com pelo menos um ano

pós-menarca) com hipercolesterolemia familiar heterozigótica, receberam 5, 10 ou

20 mg de rosuvastatina ou placebo diariamente durante 12 semanas, e todos

receberam posteriormente rosuvastatina diariamente durante 40 semanas. No início

do recrutamento do estudo, aproximadamente 30% dos doentes tinham entre os 10

e os 13 anos e aproximadamente 17%, 18%, 40% e 25% estavam no estadio

Tanner II, III, IV e V, respetivamente.

O C-LDL foi reduzido em 38,3%; 44,6% e 50,0% com rosuvastatina 5, 10 e 20 mg

respetivamente, comparado a 0,7% com placebo.

No final da semana 40, do estudo aberto, de titulação da dose para o objetivo,

doseado até um máximo de 20 mg, uma vez por dia, 70 de 173 doentes (40,5%)

tinham atingido o objetivo pretendido de valores de C-LDL inferiores a 2,8 mmol/l.

Após 52 semanas de tratamento do estudo, não foi detetado qualquer efeito sobre o

crescimento, peso, IMC ou maturação sexual (ver Secção 4.4). Este ensaio (n=176)

não foi adequado para comparação de acontecimentos adversos raros ao fármaco.

A rosuvastatina foi também estudada num estudo aberto de 2 anos, de titulação da

dose

para

objetivo,

198 crianças

hipercolesterolemia

familiar

heterozigótica com idade compreendida entre os 6 e 17 anos (88 do sexo masculino

e 110 do sexo feminino, estadio Tanner < II-V). A dose inicial de rosuvastatina para

todos os doentes foi 5 mg, uma vez por dia. Os doentes com idade compreendida

entre os 6 e 9 anos (n=64) podiam titular até à dose máxima de 10 mg uma vez por

dia e doentes com idade compreendida entre os 10 e 17 anos (n=134) até à dose

máxima de 20 mg uma vez por dia.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Após 24 meses de tratamento com rosuvastatina, a percentagem de redução pela

média dos mínimos quadrados (LS) a partir do valor inicial de C-LDL foi -43%

(Inicial: 236 mg/dl, Mês 24: 133 mg/dl). Para cada grupo de idade, as percentagens

de redução pela média dos mínimos quadrados a partir dos valores iniciais do C-LDL

foram -43% (Inicial: 234 mg/dl, Mês 24: 124 mg/dl), -45% (Inicial: 234 mg/dl, Mês

24: 124 mg/dl), e -35% (Inicial: 241 mg/dl, Mês 24: 153 mg/dl) nos grupos de 6 a

< 10, 10 a < 14, e 14 a < 18 anos, respetivamente.

Para a rosuvastatina 5 mg, 10 mg e 20 mg também foram atingidas variações

médias estatisticamente significativas a partir do valor inicial para as seguintes

variáveis secundárias lipídicas e lipoproteínas: C-HDL, CT, não-C-HDL, C-LDL/C-HDL,

CT/C-HDL, TG/C-HDL, não-C-HDL/C-HDL, ApoB, ApoB/ApoA-1. Estas alterações

foram no sentido de melhoria da resposta lipídica e foram sustentadas ao longo dos

2 anos.

Após 24 meses de tratamento do estudo, não foi detetado qualquer efeito sobre o

crescimento, peso, IMC, ou maturação sexual (ver Secção 4.4).

A Agência Europeia de Medicamentos dispensou a obrigação de apresentação dos

resultados dos estudos com rosuvastatina em todos os subgrupos da população

pediátrica no tratamento da hipercolesterolemia familiar homozigótica, dislipidemia

combinada (mista) primária e na prevenção de acontecimentos cardiovasculares (ver

secção 4.2 para informação sobre utilização pediátrica).

5.2 Propriedades farmacocinéticas

Absorção:

São

atingidas

concentrações

plasmáticas

máximas

rosuvastatina

aproximadamente 5 horas após a administração oral. A biodisponibilidade absoluta é

aproximadamente de 20%.

Distribuição: A rosuvastatina é captada extensamente pelo fígado, o principal local

de síntese do colesterol e de depuração do C-LDL. O volume de distribuição da

rosuvastatina é de aproximadamente 134 l. A rosuvastatina apresenta uma ligação

de aproximadamente 90% às proteínas plasmáticas, principalmente à albumina.

Metabolismo: A rosuvastatina sofre um metabolismo limitado (cerca de 10%).

Estudos de metabolismo in vitro utilizando hepatócitos humanos indicam que a

rosuvastatina é um substrato pobre para o metabolismo mediado pelo citocromo

P450. O CYP2C9 foi a principal isoenzima envolvida, com a 2C19, 3A4 e 2D6

envolvidas em menor extensão. Os principais metabolitos identificados são o N-

desmetil e a lactona. O metabolito N-desmetil é aproximadamente 50% menos ativo

do que a rosuvastatina, enquanto a lactona é considerada clinicamente inativa. A

rosuvastatina é responsável por mais de 90% da atividade inibidora da redutase da

HMG-CoA circulante.

Excreção: Aproximadamente 90% da dose de rosuvastatina é excretada sob a forma

inalterada nas fezes (consistindo em substância ativa absorvida e não absorvida) e o

remanescente excretado na urina. Aproximadamente 5% é excretada sob a forma

inalterada na urina. A semivida de eliminação plasmática é cerca de 19 horas. A

semivida de eliminação plasmática não aumenta com doses mais elevadas. A média

geométrica

depuração

plasmática

aproximadamente

50 litros/hora

(coeficiente de variação 21,7%). Tal como com os outros inibidores da redutase da

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

HMG-CoA,

captação

hepática

rosuvastatina

envolve

transportador

membrana OATP-C. Este transportador é importante na eliminação hepática da

rosuvastatina.

Linearidade: A exposição sistémica da rosuvastatina aumenta em proporção à dose.

Não existem alterações nos parâmetros farmacocinéticos após múltiplas doses

diárias.

Populações especiais:

Idade e sexo: A idade e o sexo não exerceram quaisquer efeitos clinicamente

relevantes sobre a farmacocinética da rosuvastatina em adultos. A farmacocinética

rosuvastatina

crianças

adolescentes

hipercolesterolemia

familiar

heterozigótica foi semelhante à dos voluntários adultos (ver “População pediátrica”

abaixo).

Raça: Estudos de farmacocinética revelaram um aumento da AUC mediana e Cmax,

em aproximadamente duas vezes, em indivíduos Asiáticos (Japoneses, Chineses,

Filipinos, Vietnamitas e Coreanos) comparativamente a indivíduos Caucasianos; os

Indoasiáticos mostram um aumento da AUC mediana e Cmax, em aproximadamente

vezes.

análise

farmacocinética

populacional

não

revelou

diferenças

clinicamente significativas na farmacocinética entre grupos Caucasianos e Negros.

Insuficiência renal: Num estudo realizado em indivíduos com diferentes graus de

compromisso renal, verificou-se que a doença renal ligeira a moderada não exerceu

qualquer

influência

sobre

concentração

plasmática

rosuvastatina

metabolito N-desmetil. Indivíduos com compromisso renal grave (depuração da

creatinina < 30 ml/min) apresentaram um aumento da concentração plasmática da

rosuvastatina

3 vezes

superior

9 vezes

superior

metabolito

N-desmetil,

comparativamente

voluntários

saudáveis.

indivíduos

sujeitos

hemodiálise, as concentrações plasmáticas da rosuvastatina no estado estacionário

foram

aproximadamente

superiores

comparativamente

voluntários

saudáveis.

Insuficiência hepática: Num estudo realizado em indivíduos com vários graus de

compromisso hepático não se verificou aumento da exposição à rosuvastatina, em

indivíduos com pontuações 7 ou inferior na classificação de Child-Pugh. Contudo, em

dois indivíduos que apresentavam pontuações 8 e 9 na classificação de Child-Pugh

observou-se um aumento da exposição sistémica de pelo menos duas vezes,

comparativamente à dos indivíduos com pontuações mais baixas na classificação de

Child-Pugh. Não existe experiência em indivíduos com pontuações na classificação de

Child-Pugh superiores a 9.

Polimorfismos genéticos: A disposição dos inibidores da redutase da HMG-CoA,

incluindo a rosuvastatina, envolve as proteínas transportadoras OATP1B1 e BCRP.

Em doentes com polimorfismos genéticos SLCO1B1 (OATP1B1) e/ou ABCG2 (BCRP)

existe

risco

aumento

exposição

rosuvastatina.

Polimorfismos

individuais de SLCO1B1 c.521CC e ABCG2 c.421AA estão associados a uma maior

exposição à rosuvastatina (AUC) em comparação com os genótipos SLCO1B1

c.521TT ou ABCG2 c.421CC. Esta genotipagem específica não está estabelecida na

prática clínica, mas em doentes que são conhecidos por terem estes tipos de

polimorfismos, recomenda-se uma dose diária de Visacor mais baixa.

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

População

pediátrica:

Dois

estudos

farmacocinéticos

rosuvastatina

(administrada em comprimidos) em doentes pediátricos com hipercolesterolemia

familiar heterozigótica, com idade compreendida entre 10-17 ou 16-17 anos (total de

214 doentes) demonstraram que a exposição em doentes pediátricos parece ser

comparável ou inferior à exposição nos doentes adultos. A exposição à rosuvastatina

foi preditiva no que respeita à dose e tempo durante o período de 2 anos.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Os dados pré-clínicos não revelam qualquer risco especial para o ser humano,

segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, genotoxicidade e

potencial carcinogénico. Não foram avaliados testes específicos para efeitos sobre o

hERG. Reações adversas não observadas em estudos clínicos, mas verificadas em

animais a níveis de exposição semelhantes aos níveis de exposição clínica foram as

seguintes: alterações histopatológicas no fígado em estudos sobre toxicidade de dose

repetida em ratos e ratinhos, provavelmente devidas à ação farmacológica da

rosuvastatina e de menor extensão, com efeitos na vesícula biliar em cães, mas não

em macacos. Adicionalmente, foi observada toxicidade testicular em macacos e em

cães com doses mais elevadas. A toxicidade reprodutiva foi evidente em ratos, pela

redução do tamanho da ninhada, do seu peso e da sobrevivência das crias, com

doses maternotóxicas, em que as exposições sistémicas foram muito acima do nível

de exposição terapêutica.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista dos excipientes

Núcleo do comprimido

Lactose mono-hidratada

Celulose microcristalina

Fosfato de cálcio

Crospovidona

Estearato de magnésio

Revestimento do comprimido

Lactose mono-hidratada

Hipromelose

Triacetina

Dióxido de titânio (E171)

Óxido de ferro, amarelo (E172) (comprimido de 5 mg)

Óxido de ferro, vermelho (E172) (comprimidos de 10 mg, 20 mg e 40 mg)

6.2 Incompatibilidades

Não aplicável.

6.3 Prazo de validade

3 anos.

6.4 Precauções especiais de conservação

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

Blisters: Conservar a temperatura inferior a 30°C. Conservar na embalagem de

origem para proteger da humidade.

Recipientes de HDPE: Conservar a temperatura inferior a 30°C. Manter o frasco bem

fechado para proteger da humidade.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

5 mg, 10 mg, 20 mg e 40 mg:

Blisters de alumínio laminado/folha de alumínio de 7, 14, 15, 20, 28, 30, 42, 50, 56,

60, 84, 90, 98 e 100 comprimidos.

Recipientes de HDPE: 30 e 100 comprimidos.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

6.6 Precauções especiais de eliminação

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo

com as exigências locais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

AstraZeneca Produtos Farmacêuticos, Lda.

Rua Humberto Madeira, 7

Queluz de Baixo

2730-097 Barcarena

Portugal

8. NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Visacor 5 mg

N.º de registo: 5570882- 7 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5570981- 14 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571088- 15 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571187- 20 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571286- 28 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571385- 30 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571484- 42 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571583- 50 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571682- 56 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571781- 60 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571880- 84 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5688288- 90 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5571989- 98 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5572086- 100 comprimidos, 5 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5572185- 30 comprimidos, 5 mg, frasco de HDPE

N.º de registo: 5572284- 100 comprimidos, 5 mg, frasco de HDPE

Visacor 10 mg

N.º de registo: 4360889- 7 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4360988- 14 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361085- 15 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

N.º de registo: 4361184- 20 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361283- 28 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361382- 30 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361481- 42 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361580- 50 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361689- 56 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361788- 60 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361887- 84 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5674080- 90 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4361986- 98 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362083- 100 comprimidos, 10 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362182- 30 comprimidos, 10 mg, frasco de HDPE

N.º de registo: 4362281- 100 comprimidos, 10 mg, frasco de HDPE

Visacor 20 mg

N.º de registo: 4362380- 7 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362489- 14 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362588- 15 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362687- 20 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362786- 28 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362885- 30 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4362984- 42 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363081- 50 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363180- 56 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363289- 60 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363388- 84 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5674189- 90 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363487- 98 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363586- 100 comprimidos, 20 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363685- 30 comprimidos, 20 mg, frasco de HDPE

N.º de registo: 4363784- 100 comprimidos, 20 mg, frasco de HDPE

Visacor 40 mg

N.º de registo: 4363883- 7 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4363982- 14 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364089- 15 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364188- 20 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364287- 28 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364386- 30 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364485- 42 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364584- 50 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364683- 56 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364782- 60 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364881- 84 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 5674288- 90 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4364980- 98 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4365086- 100 comprimidos, 40 mg, blister de Alu/Alu

N.º de registo: 4365185- 30 comprimidos, 40 mg, frasco de HDPE

N.º de registo: 4365284- 100 comprimidos, 40 mg, frasco de HDPE

APROVADO EM

31-08-2014

INFARMED

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE

INTRODUÇÃO NO MERCADO

Visacor 5 mg

Data da primeira autorização: 14 de setembro de 2005

Data da última renovação: 21 de fevereiro de 2013

Visacor 10 mg, 20 mg e 40 mg

Data da primeira autorização: 23 de abril de 2003

Data da última renovação: 21 de fevereiro de 2013

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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