Sibutramina Strami 10 mg Cápsula

Portugal - português - INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde)

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Ingredientes ativos:
Sibutramina
Disponível em:
Verum Pharma - Produtos Farmacêuticos - Unipessoal, Lda
Código ATC:
A08AA10
DCI (Denominação Comum Internacional):
Sibutramine
Dosagem:
10 mg
Forma farmacêutica:
Cápsula
Composição:
Sibutramina, cloridrato mono-hidratado 10 mg
Via de administração:
Via oral
Unidades em pacote:
Blister - 10 unidade(s)
Tipo de prescrição:
MSRM
Grupo terapêutico:
2.8 Estimulantes inespecíficos do sistema nervoso central
Área terapêutica:
sibutramine
Resumo do produto:
5191408 - Blister 10 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 30 Mese(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10020802 - ; 5191416 - Blister 28 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 30 Mese(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10020802 - ; 5191424 - Blister 30 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 30 Mese(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10020802 - ; 5191432 - Blister 56 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 30 Mese(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10020802 - ; 5191440 - Blister 60 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 30 Mese(s)Temperatura: inferior a 30°C - Não comercializado - 10020802 -
Status de autorização:
Revogado (24 de Setembro de 2012)
Número de autorização:
08/H/0251/001
Data de autorização:
2009-04-20

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

SIBUTRAMINA STRAMI 10 mg Cápsula

Sibutramina cloridrato mono-hidratado

Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.

- Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.

- Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.

- Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento pode

ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.

- Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários

não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Neste folheto:

1. O que é Sibutramina Strami e para que é utilizado

2. Antes de tomar Sibutramina Strami

3. Como tomar Sibutramina Strami

4. Efeitos secundários possíveis

5. Como conservar Sibutramina Strami

6. Outras informações

1. O QUE É SIBUTRAMINA STRAMI 10 mg E PARA QUE É UTILIZADO

Sibutramina cloridrato mono-hidratado, princípio activo de Sibutramina Strami 10 mg

promove uma sensação de saciedade numa fase mais precoce da refeição e aumenta o

consumo

energético.

Sibutramina

Strami

medicamento

utilizado

associação com um regime dietético hipocalórico, na redução do peso e manutenção da

perda de peso obtido.

Sibutramina Strami 10 mg está indicado como terapêutica adjuvante de um programa de

controlo de peso em:

- Doentes obesos com um Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 30 Kg/m

- Doentes com excesso de peso com um IMC igual ou superior a 27 Kg/m

com factores

de risco relacionados com a obesidade, tais como diabetes tipo II ou dislipidemia.

IMC= Peso corporal em kg

(Altura em m)

2. ANTES DE TOMAR SIBUTRAMINA STRAMI

Não tome Sibutramina Strami 10 mg:

- Se é alérgico a sibutramina cloridrato mono-hidratado ou a qualquer outro ingrediente

de Sibutramina Strami 10 mg;

- Se tem obesidade causada por doença orgânica;

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- Se tem antecedentes ou presença de perturbações major do comportamento alimentar;

- Se tem Doença psiquiátrica e Síndrome de Gilles de la Tourette (um tipo particular de

perturbação associada a tiques); uso simultâneo ou uso durante as últimas 2 semanas de

inibidores da monoaminoxidase (inibidores MAO), de antidepressivos ou de outros

medicamentos

actuam

sistema

nervoso

central

usados

tratamento

perturbações mentais (tais como antidepressivos ou antipsicóticos), nas perturbações do

sono (triptofano) ou na redução do peso;

- Se tem antecedentes de doença coronária, insuficiência cardíaca congestiva, taquicárdia

(aumento da frequência cardíaca), doença arterial oclusiva periférica (um tipo específico

de perturbação grave da circulação do sangue), alterações do ritmo cardíaco ou doença

cerebrovascular (com diminuição do fluxo sanguíneo cerebral), tal como no acidente

vascular cerebral (AVC) ou AIT (Acidente isquémico transitório- diminuição recorrente

do fluxo de sangue ao cérebro);

- Se tem hipertensão inadequadamente controlada (superior a 145/90 mmHg);

- Se tem hipertiroidismo (produção excessiva de hormonas pela glândula tiróide);

- Se tem insuficiência hepática e renal graves e em doentes com insuficiência renal

graves;

- Se tem hiperplasia benigna da próstata (aumento do volume da próstata) com retenção

urinária;

- Se tem feocromocitoma (tumor do córtex supra-renal produto de hormonas);

- Se tem glaucoma de ângulo fechado;

- Se tem antecedentes ou uso de drogas ilícitas, medicamentos ou álcool;

- Se está grávida ou a amamentar;

- Se tem idade inferior a 18 anos ou superior a 65 anos (devido a dados insuficientes).

Sibutramina Strami 10 mg só pode ser utilizado por doentes que não responderam, ou que

não responderam de forma adequada, a um regime de redução de peso devidamente

concebido, ou seja, cuja perda de peso foi inferior a 5% em três meses.

O tratamento com Sibutramina Strami 10 mg só pode ser administrado como parte

integrante

abordagem

terapêutica

redução

peso

longo

prazo,

vigilância de um médico. Uma abordagem terapêutica adequada deve incluir dieta,

modificação

persistente

hábitos

padrões

alimentares

exercício

físico,

fundamentais para a manutenção a longo prazo da redução do peso atingida, após a

suspensão do tratamento. O não cumprimento destas recomendações poderá levar à

recuperação de peso. Deve ser mantida vigilância médica mesmo após a suspensão do

tratamento com Sibutramina Strami 10 mg.

Tome especial cuidado com Sibutramina Strami 10 mg se:

Deve-se proceder a um controlo rigoroso da pressão arterial e da frequência cardíaca em

todos os doentes durante o tratamento com Sibutramina Strami 10 mg. Nos primeiros 3

meses de tratamento, o controlo deve ser efectuado, pelo menos em intervalos de 2

semanas, entre o 4º e o 6º mês em intervalos de 1 mês e posteriormente em intervalos

regulares até um máximo de 3 meses.

tratamento

deve

suspenso

doentes

para

quais,

duas

consultas

consecutivas, seja detectado um aumento da frequência cardíaca em repouso > 10 bpm ou

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um aumento da pressão arterial sistólica ou diastólica > 10 mmHg. O tratamento deve

também ser suspenso em doentes hipertensos, anteriormente bem controlados, se a

pressão arterial for superior a 145/90 mmHg em duas medições consecutivas.

Em doentes com síndroma de apneia do sono devem ser tomados cuidados especiais na .

monitorização da pressão arterial.

Embora a sibutramina não tenha sido associada à hipertensão pulmonar primária (pressão

arterial

elevada

artérias

pulmonares),

experiência

geral

existente

outros

medicamentos utilizados na redução do peso sugere que é importante proceder a uma

vigilância

adequada

para

detectar o

aparecimento

sintomas,

tais

como

dispneia

progressiva (agravamento de crises de “falta de ar”), dor no peito e edema maleolar

(inchaço dos tornozelos). Se observar alguns destes sintomas, consulte imediatamente o

seu médico.

Sibutramina Strami 10 mg deve ser utilizado com precaução em doentes com tendência

para crises de epilepsia; com insuficiência renal e hepática ligeira a moderada; com

antecedentes familiares de tiques motores ou verbais (esgares, movimentos involuntários

dos músculos e tiques vocais).

Doentes com antecedentes de perturbações major do comportamento alimentar, tais como

anorexia

nervosa

bulimia

nervosa

estão

contra-

indicados.

Não

existem

dados

disponíveis de

sibutramina

no tratamento de doentes com perturbações alimentares

compulsivas.

Sibutramina deve ser administrada com precaução em doentes com glaucoma de ângulo

aberto com história familiar de risco de pressão intra-ocular elevada.

Foram reportados casos muito raros de depressão, tendência para suicídio e suicídios em

doentes

tratamento

sibutramina.

Recomenda-se

pois

especial

atenção

doentes com história de depressão. Em caso de ocorrerem durante o tratamento com

sibutramina,

sinais

sintomas

depressão,

deve-se

considerar

suspensão

sibutramina e iniciar tratamento apropriado.

Sibutramina Strami 10 mg contém lactose e portanto não deve ser usado em doentes com

alguns problemas hereditários de intolerância à galactose, deficiência à lactase ou má

absorção à glucose-galactose.

Ao tomar Sibutramina Strami 10 mg com outros medicamentos:

Sibutramina Strami 10 mg deve ser utilizado com precaução em associação com alguns

medicamentos também metabolizados pelo fígado, pelo que deve informar o seu médico

quando já está ou vai iniciar este tipo de medicação.

metabolismo

sibutramina

pode

inibido

pelo

cetoconazol

itraconazol

(medicamentos

utilizados

tratamento

infecções

fúngicas),

eritromicina,

claritromicina, troleandomicina (medicamentos utilizados no tratamento de infecções) e

ciclosporina (medicamento utilizado para suprimir as reacções imunitárias, por exemplo,

receptores

transplantes

orgãos).

Poderá

verificar-se

aceleração

metabolismo da sibutramina quando esta for utilizada em associação com a rifampicina,

antibióticos macrólidos (medicamentos utilizados no tratamento de infecções), fenitoína,

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carbamazepina, fenobarbital (medicamentos utilizados no tratamento da epilepsia) e

dexametasona (um glucocorticóide para o tratamento de reacções inflamatórias).

O uso simultâneo de medicamentos que aumentem os níveis séricos de serotonina podem

também originar

interacções graves. Este

fenómeno é designado por “síndrome de

serotonina” e pode ocorrer, em casos raros associado ao uso simultâneo de um tipo

específico de antidepressivos (inibidores selectivos da recaptação da serotonina , ISRS),

determinados

medicamentos

para

tratamento

enxaqueca

(tal

como

sumatriptano,

dihidroergotamina),

analgésicos

opiáceos

(tal

como

pentazocina,

petidina, fentanil, dextrometorfano) ou em caso de utilização simultânea de dois ISRS.

Uma vez que a sibutramina inibe a recaptação da serotonina (entre outros efeitos),

Sibutramina Strami não deve ser utilizado por doentes que estão a ser simultaneamente

tratados com outros medicamentos que aumentem também os níveis da serotonina. Tal

como com outros agentes que inibem a recaptação da serotonina, há um potencial

aumento de risco de hemorragia em doentes sob tratamento com sibutramina. Assim, a

sibutramina deve ser administrada com precaução em doentes com predisposição para

hemorragias

tomem

concomitantemente

outros

medicamentos

afectem

hemostase ou a função plaquetária.

Sibutramina

deve

utilizada

precaução

doentes

tomem

concomitantemente simpaticomiméticos. A administração simultânea de Sibutramina

Strami 10 mg com outros medicamentos que afectam a pressão arterial ou a frequência

cardíaca requer alguma precaução (por ex:. simpaticomiméticos) .Entre estes incluem-se

determinados tipos de medicamentos para o tratamento da tosse, gripe e alergia (Ex:.

efedrina, pseudoefedrina) e certos descongestionantes (xilometazolina).

Sibutramina Strami 10 mg não altera a eficácia dos contraceptivos orais (pílula).

Não existem dados disponíveis sobre o uso concomitante de Sibutramina Strami 10 mg

orlistat.

Devem

decorrer

duas

semanas

entre

suspensão

do tratamento

sibutramina

início

tratamento

inibidores

monoaminoxidase.

Outros

fármacos anti obesidade estão associados a um aumento do risco de valvulopatias

cardíacas. No entanto, dados clínicos com sibutramina não revelaram quaisquer sinais de

um aumento desta incidência.

Existe a possibilidade de consumo abusivo de fármacos com acção ao nível do SNC. No

entanto, os dados clínicos disponíveis não revelam quaisquer sinais de consumo abusivo

com a sibutramina.

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente

outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.

Ao tomar Sibutramina Strami 10 mg com alimentos e bebidas:

Estudos realizados demonstraram que Sibutramina Strami em dose única, não afectou

adicionalmente

capacidade

reacção

indivíduos

ingeriram

álcool.

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Independentemente deste facto, o consumo de álcool não é compatível com as medidas

dietéticas recomendadas durante o tratamento.

Gravidez e aleitamento:

Uma vez que não foram realizados estudos controlados com Sibutramina Strami em

mulheres

grávidas,

não

deve

utilizar-se

Sibutramina

Strami

durante

gravidez.

Considera-se geralmente inadequado o uso de fármacos anti-obesidade durante a gravidez

pelo que as mulheres em idade fértil devem utilizar medidas contraceptivas apropriadas

durante o tratamento com sibutramina.

Informe o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Desconhece-se se a sibutramina é excretada no leite materno, pelo que a administração de

Sibutramina Strami está contra-indicada durante o aleitamento.

Condução de veículos e utilização de máquinas:

Embora a sibutramina não tenha afectado o rendimento psicomotor ou cognitivo em

voluntários saudáveis, qualquer fármaco que actue a nível do SNC poderá provocar

alterações da consciência e das capacidades cognitivas ou motoras. Assim, durante o

tratamento com Sibutramina Strami 10 mg a capacidade de conduzir um veículo e utilizar

máquinas poderá ser afectada.

Informações importantes sobre alguns componentes de Sibutramina Strami 10 mg:

Os comprimidos de Sibutramina Strami 10 mg contêm lactose. Se o seu médico lhe disse

que tem intolerância a alguns açúcares, contacte o seu médico antes de tomar este

medicamento.

3. COMO TOMAR SIBUTRAMINA STRAMI

Tomar Sibutramina Strami sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o

seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

A dose deve ser sempre indicada pelo médico.

Sibutramina Strami destina-se a administração oral. A dose habitual é de uma cápsula de

Sibutramina Strami 10

mg, uma

vez por dia

administrada de

manhã,

inteira, sem

mastigar, com uma quantidade de líquido suficiente (por exemplo, com um copo de

água). A cápsula pode ser tomada com ou sem alimentos.

Nos doentes em que a resposta a Sibutramina Strami 10 mg é insuficiente (i.e. que não

perdem pelo menos 2 kg de peso após quatro semanas de tratamento), a dose pode ser

aumentada para uma cápsula de Sibutramina Strami 10 mg uma vez por dia, desde que

Sibutramina Strami 10 mg tenha sido bem tolerado. O tratamento deve ser suspenso nos

doentes que não respondem de forma satisfatória, ou seja, que não perdem pelo menos

5% do seu peso inicial no período de três meses após o início do tratamento ou cuja

redução ponderal estabilizou em menos de 5% do seu peso inicial. O tratamento deve ser

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suspenso nos doentes que subsequentemente aumentem 3 ou mais quilos após terem

perdido peso na fase inicial.

Nos doentes com patologias concomitantes, o tratamento com Sibutramina Strami só

deverá prosseguir se for demonstrado que a perda de peso induzida está associada a

outros benefícios clínicos, nomeadamente, melhoria do perfil lípidico em doentes com

dislipidemia ou controlo glicémico na diabetes tipo 2.

Presentemente, Sibutramina Strami 10 mg só deverá ser administrado, durante períodos

máximos de um ano.

Se tomar mais Sibutramina Strami :

Embora se desconheçam os sinais específicos de sobredosagem, é provável que esta se

caracterize por uma maior ocorrência de efeitos secundários.

Em caso de suspeita de dose excessiva, contactar o seu médico.

Em caso de sobredosagem, devem ser tomadas medidas de carácter geral, tais como

manter

permeabilidade

adequada

aérea,

monitorização

função

cardiovascular, medidas sintomáticas e de suporte geral. A administração precoce de

carvão activado pode atrasar a absorção de sibutramina. A lavagem gástrica pode também

ser benéfica. Poderá estar indicada a administração cuidadosa de beta-bloqueadores em

doentes com hipertensão ou taquicardia.

Não se conhece qualquer antídoto específico para a sibutramina.

Caso se tenha esquecido de tomar Sibutramina Strami 10 mg:

Não tome uma dose a dobrar para compensar a dose que se esqueceu de tomar. Limite-se

a continuar a tomar Sibutramina Strami 10 mg de acordo com a prescrição médica.

Se parar de tomar Sibutramina Strami 10 mg

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento fale com o seu médico ou

farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como todos os medicamentos, Sibutramina Strami pode causar efeitos secundários, no

entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Nos ensaios clínicos realizados, a maioria dos efeitos adversos manifestaram-se na fase

inicial do tratamento ( nas primeiras 4 semanas). A intensidade e frequência diminuíram

no decurso do tratamento, não foram geralmente graves não justificaram a suspensão do

tratamento e desapareceram ao longo do mesmo.

Muito frequentes(>1/10)

Obstipação, boca seca e insónias.

Frequentes (<1/10 e > 1/100)

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Taquicárdia (aumento da frequência cardíaca), palpitações, hipertensão, vasodilatação

(hot flush), náuseas, agravamento de hemorróidas, tonturas, parestesias, dores de cabeça,

ansiedade, sudação, alterações do paladar.

Alterações cardiovasculares:

Foram observados aumentos médios da pressão arterial em repouso de 2 a 3 mmHg e

aumentos médios da frequência cardíaca de 3 a 7 batimentos por minuto.

Não se poderá excluir a ocorrência, em casos isolados, de um aumento mais elevado da

pressão arterial e da frequência cardíaca.

Qualquer aumento clinicamente significativo da pressão arterial e da frequência cardíaca

tende a registar-se na fase inicial do tratamento (durante as primeiras 4 a 12 semanas).

Nestes

casos

terapêutica

deve

interrompida.

Relativamente

utilização

Sibutramina Strami 10 mg em doentes com pressão arterial elevada, ver “ Cuidados

especiais com Sibutramina Strami ”.

Efeitos secundários clinicamente significativos ocorrido após o uso de sibutramina num

elevado número de indivíduos:

Trombocitopénia

(redução

número

plaquetas);

púrpura

Schönlein-Henoch

(hemorragias

punctiformes

cutâneas);

fibrilhação

auricular,

taquicardia

paroxística

supraventricular, hipersensibilidade alérgica que vão desde ligeiras erupções cutâneas e

urticária

até

angioedema

anafilaxia;

agitação,

depressão

doentes

antecedentes

história

depressão;

convulsões,

síndrome

serotonina

combinação com outros agentes que afectem a libertação de serotonina, perturbação

transitória da memória de curta duração; visão turva; diarreias; vómitos; alopecia, rash,

urticária; nefrite intersticial aguda, glomerulonefrite mesangio-capilar, retenção urinária;

alteração

ejaculação/orgasmo,

impotência,

irregularidades

ciclo

menstrual,

metrorragia; aumentos reversíveis das enzimas hepáticas.

Foram observados casos raros de sintomas de abstinência, nomeadamente, cefaleias e

aumento do apetite.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários

não mencionados neste folheto, informe ou seu médico ou farmacêutico.

5. COMO CONSERVAR SIBUTRAMINA STRAMI 10 mg

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não conservar Sibutramina Strami 10 mg acima de 30ºC.

Conservar na embalagem de origem.

Não utilizar Sibutramina Strami 10 mg após o prazo de validade impresso na embalagem

exterior, após VAL.. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.

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Não

utilize

Sibutramina

Strami

verificar

embalagem

encontra

danificada ou com sinais visíveis de adulteração.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.

Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.

Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. OUTRAS INFORMAÇÕES

O que é a obesidade?

A obesidade corresponde a um excesso de tecido adiposo no organismo. Embora possam

existir diversas etiologias, na maioria dos casos, a obesidade é causada por um consumo

excessivo de alimentos e sedentarismo. O aumento de peso traduz-se principalmente por

um aumento da massa adiposa. A título de exemplo, um aumento de peso de 12 kg

corresponde a um aumento de 9 kg de gordura e a 3 kg de massa muscular. O índice de

Massa Corporal (IMC) é utilizado, actualmente para determinar se um indivíduo tem

excesso de peso e qual o grau desse peso excessivo. O IMC no adulto é calculado com

base na seguinte forma:

IMC= Peso corporal em kg

(Altura em m)

Um IMC entre 18,5 e 24,9 indica um peso corporal normal, entre 25 e 29,9 um excesso

peso

moderado

entre

39,9

significa

existe

obesidade,

requerendo,

inequivocamente, tratamento. A obesidade extrema traduz-se por um IMC igual ou

superior a 40.

Qual é o tratamento para a obesidade?

Para que o tratamento da obesidade seja eficaz é particularmente importante modificar o

seu estilo de vida, de forma gradual e permanente, recorrendo ao auxílio de um programa

de tratamento devidamente orientado e ao apoio médico. O novo estilo de vida implica a

adopção de uma dieta equilibrada, maior actividade física e a aprendizagem de novos

padrões comportamentais em situações específicas. A inclusão num grupo de apoio

contribui, muitas vezes, para se atingir esse objectivo. É contudo sabido (e a literatura

tem mostrado) que não é possível na grande maioria dos casos, combater a obesidade só

com esta abordagem. A principal razão desta falência está na dificuldade em manter as

perdas de peso. Este facto torna evidente a necessidade em associar à dieta e actividade

física um medicamento anti-obesidade. O seu médico receitou-lhe Sibutramina Strami 10

este

objectivo.

acção

Sibutramina

Strami

manifesta-se

essencialmente pela sensação de saciedade e por um aumento de gasto energético. Desta

forma, torna-se mais fácil adoptar hábitos alimentares mais saudáveis.

Qual a composição de Sibutramina Strami 10 mg

A substância activa é a sibutramina cloridrato mono-hidratado. Cada cápsula contém 10

mg de sibutramina cloridrato mono-hidratado. Os outros componentes são lactose mono-

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hidratada, celulose microcristalina, estearato de magnésio, sílica coloidal anidra, indigo

carmim, óxido de ferro preto, eritrosina, amarelo de quinoleína, dióxido de titânio e

gelatina.

Qual o aspecto de Sibutramina Strami 10 mg e conteúdo da embalagem

As cápsulas são acondicionados em blister de PVC-PVDC/Alu.

Sibutramina Strami 10 mg cápsula apresenta-se em embalagens de 10, 28, 30, 56 e 60

cápsulas.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado

Tecnimede- Sociedade Técnico Medicinal S.A.

Rua da Tapada Grande, nº 2

Abrunheira

2710-089 Sintra

Portugal

Fabricante

West Pharma – Produções de Especialidades Farmacêuticas, S.A.

Rua João de Deus, nº11, Venda Nova, 2700-486 Amadora

Portugal

Atlantic Pharma - Produções Farmacêuticas, S.A.

Rua da Tapada Grande, 2

2710-089 Sintra

Portugal

Para

quaisquer

informações

sobre

este

medicamento,

queira

contactar o Titular

Autorização de Introdução no Mercado.

Medicamento sujeito a receita médica

Este folheto foi aprovado pela última vez em

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RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO

Sibutramina Strami 10 mg cápsulas

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Uma cápsula de Sibutramina Strami 10 mg contém 10 mg de cloridrato mono-hidratado

de sibutramina.

Excipientes: lactose mono-hidratada 148,90 mg.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Cápsula.

As cápsulas de Sibutramina Strami 10 mg são cápsulas (nº.2) duras de gelatina de cabeça

azul escura e corpo amarelo.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1 Indicações terapêuticas

A Sibutramina Strami 10 mg está indicada como terapêutica adjuvante de um programa

de controlo do peso corporal em:

- Doentes obesos com um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 Kg/m

- Doentes com excesso de peso com um IMC igual ou superior a 27 Kg/m

apresentam outros factores de risco relacionados com a obseidade tais como diabetes tipo

2 ou dislipidémia.

Nota:

Sibutramina

Strami

pode

prescrita

doentes

não

responderam

adequadamente a um regime de emagrecimento devidamente concebido, i.e. a doentes

que tiveram dificuldades em atingir ou manter uma perda de peso > 5% num período de 3

meses.

O tratamento com Sibutramina Strami 10 mg só deve ser administrada como parte

integrante de uma abordagem terapêutica de redução de peso a longo prazo, sob a

vigilância de um médico com experiência no tratamento da obesidade. Uma abordagem

adequada

tratamento

obesidade

deverá

incluir

modificações

dietéticas

comportamentais

para

além

aumento

actividade

física.

Esta

abordagem

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INFARMED

integrada

essencial

alteração

persistente

hábitos

comportamentos

alimentares, fundamental para manter a longo prazo o nível de redução de peso atingido,

após a suspensão do tratamento com Sibutramina Strami. Os doentes devem alterar o seu

estilo de vida no decurso do tratamento com Sibutramina Strami, de modo a manterem o

seu peso após a suspensão do tratamento com o fármaco. Os doentes deverão ser

informados de que poderão recuperar o peso se não cumprirem estas recomendações.

Recomenda-se que o doente seja mantido sob vigilância médica mesmo após a suspensão

do tratamento com Sibutramina Strami.

4.2 Posologia e modo de administração

Adultos: A dose inicial é de uma (1) cápsula de Sibutramina Strami 10 mg administrada

por via oral, sem mastigar, uma vez por dia, de manhã, com líquido (por ex. um copo de

água). A cápsula pode ser tomada com ou sem alimentos.

Nos doentes em que a resposta a Sibutramina Strami 10 mg é insuficiente (definida por

uma perda ponderal inferior a 2 Kg após quatro (4) semanas de tratamento), a dose pode

ser aumentada para uma (1) cápsula de Sibutramina Strami 15 mg uma vez por dia, desde

que Sibutramina Strami 10 mg seja bem tolerado.

tratamento

deve

suspenso

doentes

responderam

inadequadamente

Sibutramina Strami 15 mg (definido por uma redução ponderal inferior a 2 Kg após

quatro (4) semanas de tratamento). Os doentes que não responderam à terapêutica têm um

risco superior de efeitos indesejáveis (ver secção 4.8 “Efeitos indesejáveis”).

Duração do tratamento:

O tratamento deve ser suspenso em doentes que não responderam adequadamente, i.e.

cuja redução ponderal tenha estabilizado em menos de 5% do seu peso inicial, ou cuja

perda ponderal no período de três (3) meses após o início da terapêutica tenha sido

inferior a 5% do seu peso inicial. O tratamento não deve ser mantido em doentes que

tenham readquirido 3 Kg ou mais após terem registado uma redução ponderal prévia.

Nos doentes com patologias concomitantes, o tratamento com Sibutramina Strami 10

mg/15 mg só deverá prosseguir se for demonstrado que a perda de peso induzida está

associada a outros benefícios clínicos, nomeadamente, melhoria do perfil lipídico em

doentes com dislipidémia ou controlo glicémico na diabetes tipo 2.

Sibutramina Strami 10 mg só deverá ser administrada até um período máximo de uma

ano. Os dados disponíveis relativamente ao uso por um por um período superior a um

ano, são limitados.

4.3 Contra- indicações

- Hipersensibilidade conhecida ao cloridrato monohidratado de sibutramina ou a qualquer

dos excipientes.

- Obesidade de causas orgânicas

- Antecedentes de perturbações major do comportamento alimentar.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

- Doença psiquiátrica

Sibutramina

demonstrou

potencial

actividade

antidepressiva

estudos

experimentação animal, pelo que não se poderá excluir a hipótese do fármaco induzir um

episódio de mania em doentes com patologia bipolar.

- Síndrome de Gilles de la Tourette.

concomitante,

durante

últimas

duas

semanas,

inibidores

monoaminoxidase ou de outros fármacos com acção sobre o sistema nervoso central,

utilizados no tratamento de doenças do foro psiquiátricos (tais como antidepressivos,

antipsicóticos)

redução

ponderal,

triptofano

para

tratamento

perturbações do sono.

Antecedentes

doença

coronária,

insuficiência

cardíaca

congestiva,

taquicardia,

doença

arterial

oclusiva

periférica,

arritmias

doença

cerebrovascular

(acidente

vascular cerebral ou AIT)

Hipertensão

inadequadamente

controlada

(>145/90

mmHg;

secção

“Advertências e precauções especiais de utilização”).

- Hipertiroidismo

- Insuficiência hepática grave

- Insuficiência renal grave e em doentes com insuficiência renal terminal em diálise

- Hiperplasia benigna da próstata com retenção urinária

- Feocromocitoma

- Glaucoma de ângulo fechado

- Antecedentes de uso de drogas ilícitas, consumo abusivo de medicamentos ou de álcool.

- Gravidez e aleitamento ( ver secção 4.6 “Gravidez e aleitamento”)

- Crianças e adolescentes até aos 18 anos de idade, devido a dados insuficientes

- Doentes com idade superior a 65 anos, devido a dados insuficientes.

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Advertências:

Deve proceder-se à monitorização da pressão arterial e da frequência cardíaca em todos

os doentes submetidos a um tratamento com Sibutramina Strami 10 mg, visto que a

sibutramina tem provocado aumentos clinicamente relevantes da pressão arterial em

alguns doentes. Nos primeiros três meses de tratamento, estes parâmetros devem ser

verificados em intervalos de 2 semanas; entre o 4 e 6 mês estes parâmetros devem ser

verificados uma vez por mês e posteriormente em intervalos regulares, até um máximo de

três meses. O tratamento deve ser suspenso nos doentes para os quais, em duas consultas

consecutivas, seja detectado um aumento da frequência cardíaca em repouso > 10 bpm ou

pressão

arterial

sistólica/diastólica

>

10mmHg.

tratamento

deve

também

suspenso em doentes hipertensos, anteriormente bem controlados, se a pressão arterial for

superior a 145/90 mm/Hg em duas medições consecutivas (ver secção 4.8 “Efeitos

indesejáveis, alterações cardiovasculares”). Em doentes com síndroma de apneia do sono

devem ser tomados cuidados especiais na monitorização da pressão arterial.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

No uso concomitante de sibutramina com simpaticomiméticos, ver secção 4.5.

Embora a sibutramina não tenha sido associada à ocorrência de hipertensão pulmonar

primária, é importante vigiar, devido às preocupações gerais com os fármacos anti-

obesidade, no decurso de check-ups de rotina, o aparecimento de sintomas tais como

dispneia progressiva, dor torácica e edema maleolar. O doente deve ser aconselhado a

consultar imediatamente um médico caso se manifestem estes sintomas.

Sibutramina Strami 10 mg deve ser administrada com precaução a doentes com epilepsia.

Têm sido observados aumentos dos níveis plasmáticos de sibutramina em doentes com

insuficiência hepática ligeira a moderada. Embora não tenham sido referidos efeitos

adversos, Sibutramina Strami 10 mg deve ser usada com precaução nestes doentes.

Embora só os metabolitos inactivos sejam excretados por via renal, Sibutramina Strami

10 mg deve ser utilizada com precaução em doentes com insuficiência renal ligeira a

moderada.

Sibutramina

Strami

deve

administrada

precaução

doentes

antecedentes familiares de alterações motoras ou verbais.

As mulheres em idade fértil devem utilizar medidas contraceptivas adequadas durante o

tratamento com Sibutramina Strami 10 mg.

Existe a possibilidade de consumo abusivo de fármacos com acção ao nível do SNC. No

entanto, os dados clínicos disponíveis não revelam quaisquer sinais de consumo abusivo

com a sibutramina.

Determinados

fármacos anti-obesidade estão associados a um aumento do risco de

valvulopatias

cardíacas.

entanto,

dados

clínicos

sibutramina

não

revelam

quaisquer sinais de um aumento desta incidência.

Doentes com antecedentes de perturbações major do comportamento alimentar, tais como

anorexia

nervosa

bulimia

nervosa

estão

contra-

indicados.

Não

existem

dados

disponíveis de

sibutramina

no tratamento de doentes com perturbações alimentares

compulsivas.

Sibutramina deve ser administrada com precaução em doentes com glaucoma de ângulo

aberto com história familiar de risco de pressão intra-ocular elevada.

Tal como com outros agentes que inibem a recaptação da serotonina, há um potencial

aumento de risco de hemorragias (incluindo ginecológicas, gastrointestinais e outras

hemorragias cutâneas ou das mucosas) em doentes sob tratamento com sibutramina.

Assim,

sibutramina

deverá

administrada

precaução

doentes

predisposição para hemorragias e que tomem concomitantemente outros medicamentos

que afectem a hemostase ou a função plaquetária.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

Foram reportados casos muito raros de depressão, tendência para suicídio e suicídios em

doentes

tratamento

sibutramina.

Recomenda-se

pois

especial

atenção

doentes com história de depressão. Em caso de ocorrerem durante o tratamento com

sibutramina,

sinais

sintomas

depressão,

deve-se

considerar

suspensão

sibutramina e iniciar tratamento apropriado.

Sibutramina Strami 10 mg contém lactose e portanto não deve ser usada em doentes com

alguns problemas hereditários de intolerância à galactose, deficiência à lactase ou má

absorção à glucose-galactose.

4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

A sibutramina e os seus metabolitos activos são eliminados por metabolismo hepático; a

principal enzima envolvida é a CYP3A4 e poderão igualmente contribuir a CYP2C9 e a

CYP1A2.

Deve

ter-se

especial

cuidado

durante

administração

concomitante

Sibutramina Strami 10 mg com fármacos que afectam a actividade da enzima CYP3A4

(ver

secção

“Propriedades

farmacocinéticas”).

Entre

inibidores

CYP3A4

incluem-se o cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina, troleandomicina e a

ciclosporina. Um estudo sobre interacção medicamentosa revelou que a administração

concomitante de cetoconazol ou eritromicina com sibutramina induziu um aumento das

concentrações plasmáticas (AUC) dos metabolitos activos da sibutramina (23% ou 10%

respectivamente).

Verificaram-se

aumentos

médios

frequência

cardíaca

até

batimentos por minuto em relação à administração isolada de sibutramina.

A rifampicina, fenitoína, carbamazepina, fenorbital e a dexametasona são indutores da

enzima CYP3A4 e podem acelerar o metabolismo da sibutramina, embora este facto não

tenha sido objecto de estudos experimentais.

A utilização simultânea de vários fármacos, que aumentam os níveis de serotonina no

cérebro, pode originar interacções graves. Este fenómeno é designado por síndrome da

serotonina e poderá ocorrer, em casos raros, em associação com o uso simultâneo de um

inibidor selectivo da recaptação da serotonina [ISRS] com certos fármacos utilizados no

tratamento da enxaqueca (como o sumatriptano e a dihidroergotamina), ou conjuntamente

com certos opiáceos (como a pentazocina, petidina, fentanil, dextrometorfano), ou em

casos de utilização simultânea de dois ISRS.

Dado

sibutramina

inibe

recaptação

serotonina

(entre

outros

efeitos),

Sibutramina

Strami

não

deve

utilizado

concomitantemente

outros

fármacos que também elevem os níveis cerebrais de serotonina.

Não foi avaliado sistematicamente o uso concomitante de Sibutramina Strami 10 mg com

outros fármacos que sejam susceptíveis de aumentar a pressão arterial ou a frequência

cardíaca

(por

Simpaticomiméticos).

Entre

fármacos

deste

tipo

incluem-se

determinados medicamentos para o tratamento da tosse, constipação e alergias ( por ex:

efedrina,

pseudoefedrina)

certos

descongestionantes

(por

xilometazolina).

Recomenda-se precaução ao prescrever Sibutramina Strami 10 mg a doentes que estejam

a utilizar estes medicamentos.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

Sibutramina Strami 10 mg não afecta a eficácia de contraceptivos orais.

Em doses únicas, a sibutramina não afectou adicionalmente o rendimento cognitivo ou

psicomotor quando administrada concomitantemente com álcool. Contudo, regra geral, o

consumo de álcool não é compatível com as medidas dietéticas recomendadas.

Não existem dados disponíveis sobre o uso concomitante de Sibutramina Strami 10 mg

com orlistat.

Devem decorrer duas semanas entre a suspensão do tratamento com sibutramina e o

início do tratamento com inibidores da monoaminoxidase.

4.6 Gravidez e aleitamento

Gravidez

Sibutramina

não

deverá

utilizada

durante

gravidez.

Considera-se

geralmente

inadequado o uso de fármacos anti- obesidade durante a gravidez, pelo que as mulheres

em idade fértil devem utilizar métodos contraceptivos apropriados durante o tratamento

com sibutramina e informar o seu médico assistente se ficarem grávidas ou pretenderem

engravidar

durante

terapêutica.

Não

foram

realizados

estudos

controlados

Sibutramina Strami em mulheres grávidas. Os estudos efectuados em coelhas grávidas

demonstraram efeitos sobre a reprodução para níveis de doses tóxicas maternas ( ver

secção

“dados

segurança

pré-clínica”).

Desconhece-se

relevância

destes

resultados para o ser humano.

Aleitamento

Desconhece-se se a sibutramina é excretada no leite humano pelo que a administração de

Sibutramina Strami 10 mg está contra- indicada durante o aleitamento.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Embora a sibutramina não tenha afectado o rendimento psicomotor ou cognitivo em

voluntários saudáveis, qualquer fármaco que actue a nível do SNC poderá provocar

alterações da consciência e das capacidades cognitivas ou motoras. Assim, os doentes

devem ser advertidos de que a sua capacidade de conduzir um veículo, utilizar máquinas

ou trabalhar num ambiente perigoso poderá ser afectada durante o tratamento com

Sibutramina Strami 10 mg.

4.8 Efeitos indesejáveis

A maioria dos efeitos adversos notificados com sibutramina ocorreu na fase inicial do

tratamento (durante as primeiras 4 semanas).. A sua intensidade e frequência diminuíram

no decurso do tempo. Regra geral, estes efeitos não foram graves, não justificaram a

interrupção do tratamento e foram reversíveis.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

Relativamente ao uso de Sibutramina Strami 10 mg em doentes hipertensos, ver secção

4.3 “Contra-indicações” e 4.4 “Advertências e precauções especiais de utilização”.

efeitos

adversos

observados

fases

II/III

ensaios

clínicos

encontram-se

especificados no quadro que se segue, por sistema orgânico (muito frequentes

1/10,

frequentes < 1/10 e

1/100):

Sistema orgânico

Incidência

Efeitos adversos

Sistema cardiovascular

(ver

informação

abaixo

descrita)

Frequente

Taquicardia

Palpitações

Aumento

pressão

arterial/hipertensão

Vasodilatação (hot flush)

Doenças gastrointestinais

Muito frequente

Obstipação

Frequente

Náuseas

Agravamento

hemorróidas

Sistema nervoso central

Muito frequente

Xerostomia

Insónias

Frequente

Tonturas

Parestesias

Cefaleias

Ansiedade

Pele

Frequente

Sudorese

Funções sensoriais

Frequente

Disgeusia

Sistema cardiovascular

Foram observados aumentos médios da pressão arterial sistólica e diastólica em repouso

de 2-3 mmHg e aumentos médios da frequência cardíaca de 3-7 batimentos por minuto.

Não poderá excluir-se a hipótese de se registarem, em casos isolados, aumentos mais

acentuados da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Qualquer aumento clinicamente significativo da pressão arterial e da frequência cardíaca

tende a ocorrer na fase inicial do tratamento (primeiras 4-12 semanas). Nestes casos, a

terapêutica deve ser interrompida, ver secção 4.4 “Advertências e precauções especiais de

utilização”.

Efeitos adversos clinicamente significativos observados em estudos clínicos e após

comercialização descritos por sistema orgânico:

Doenças do sangue e do sistema linfático

Trombocitopenia, Púrpura de Schönlein- Henoch

Perturbações cardiovasculares

Fibrilhação auricular, taquicardia paroxistica supraventricular

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

Doenças do sistema imunitário

Foram notificados casos de reacções de hipersensibilidade alérgica que vão desde ligeiras

erupções cutâneas e urticária até angioedema e anafilaxia.

Perturbações do foro psiquiátrico

Agitação

Depressão em doentes com e sem antecedentes de história de depressão (ver secção 4.4).

Doenças do sistema nervoso

Convulsões

Síndrome de serotonina em combinação com outros agentes que afectem a libertação de

serotonina (ver secção 4.5).

Perturbação transitória da memória de curta duração.

Afecções oculares

Visão turva

Doenças gastrointestinais

Diarreias, vómitos e hemorragias gastrointestinais

Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas

Alopécia, rash, urticária, reacções hemorrágicas cutâneas (equimoses, petéquias)

Doenças renais e urinárias

Nefrite intersticial aguda, glomerulonefrite mesangio-capilar, retenção urinária

Doenças dos orgãos genitais e da mama

Alteração

ejaculação/orgasmo,

impotência,

irregularidades

ciclo

menstrual,

metrorragia

Exames complementares de diagnóstico

Aumentos reversíveis das enzimas hepáticas

Outros

Foram observados casos raros de sintomas de abstinência, nomeadamente, cefaleias e

aumento do apetite.

4.9 Sobredosagem

A experiência relativa à sobredosagem com sibutramina é limitada. Os efeitos adversos

mais

frequentemente

observados

associados

sobredosagem

são

taquicárdia,

hipertensão,

cefaleias

vertigens.

tratamento

deve

consistir

medidas

gerais

utilizadas no tratamento de casos de sobredosagem, tais como a manutenção adequada da

permeabilidade das vias aéreas, monitorização das funções cardiovasculares e medidas

gerais sintomáticas e de suporte. A administração precoce de carvão activado pode

atrasar a absorção de sibutramina. A lavagem gástrica pode também ser benéfica. Poderá

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

estar

indicada

administração

cuidadosa

bloqueadores-beta

doentes

hipertensão ou taquicardia.

Existem alguns casos de sobredosagem no homem (incluindo um caso de ingestão

acidental por uma criança que tinha apenas 18 meses de idade) em que foram ingeridas

doses até 500 mg de cloridrato monohidratado de sibutramina. Foi observada uma

frequência cardíaca de 160 batimentos por minuto num doente após a administração de

500 mg de cloridrato monohidratado de sibutramina. Não se registaram complicações em

qualquer dos casos e os doentes recuperaram completamente excepto num caso de

intoxicação com múltiplos fármacos e álcool (em que o doente morreu possivelmente por

aspiração do vómito).

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 2.8 Sistema Nervoso Central. Estimulantes inespecíficos do

Sistema Nervoso, código ATC A08A A10.

A sibutramina exerce os seus efeitos terapêuticos predominantemente através dos seus

metabolitos activos amina secundários e primários (metabolito 1 e metabolito 2) os quais

são inibidores da recaptação da noradrenalina, serotonina (5-hidroxitriptamina; 5-HT) e

dopamina. No tecido cerebral humano, o metabolito 1 e o metabolito 2 são

3 vezes

mais potentes como inibidores in vitro da recaptação da noradrenalina e da serotonina do

que da recaptação da dopamina. As amostras de plasma colhidas em voluntários tratados

sibutramina

induziram

inibição

significativa

tanto

recaptação

noradrenalina

(73%)

como

recaptação

serotonina

(54%)

inibir

significativamente a recaptação da dopamina (16%). A sibutramina e os seus metabolitos

não são agentes libertadores das monoaminas nem inibidores da monoaminoxidase. Não

possuem

afinidade

para

grande

número

receptores

neurotransmissores,

incluindo os receptores serotoninérgicos (5-HT1, 5-HT1A, 5-HT1B, 5-HT2A, 5-HT2C),

adrenérgicos (ß1, ß2, ß3,

2), dopaminérgicos (D1-like, D2-like), muscarínicos,

histaminérgicos (H1), benzodiazepínicos e NMDA.

Em modelos animais em que foram utilizados ratos magros em fase de crescimento e

obesos, foi comprovado que a sibutramina provoca uma redução do ganho ponderal.

Pensa-se que esta redução resulta do seu impacto sobre a ingestão de alimentos, i.e. de

um aumento da saciedade, embora a potenciação da termogénese contribua igualmente

para a perda de peso. Foi demonstrado que estes efeitos são mediados pela inibição da

recaptação da serotonina e noradrenalina. Em ensaios clínicos realizados no homem, a

sibutramina demonstrou induzir perda ponderal por aumento da saciedade. Dispõe-se

igualmente de dados comprovativos do efeito termogénico de Sibutramina Strami na

atenuação do declínio adaptativo da taxa metabólica em repouso no decurso da perda de

peso. A redução ponderal induzida por Sibutramina Strami é acompanhada de alterações

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

benéficas dos níveis lipídicos e controlo da glicémia em doentes com dislipidémia e

diabetes tipo 2, respectivamente.

Em doentes obesos com diabetes mellitus tipo 2 a perda de peso foi associada a uma

redução de 0,6% de HbA1c. Da mesma forma, em doentes obesos com dislipidémia, a

perda de peso foi associada a um aumento de 12-22% de HDL-colesterol e a uma redução

média de 9-21% de triglicéridos.

5.2 Propriedades farmacocinéticas

A sibutramina é bem absorvida e sofre um extenso metabolismo de primeira passagem.

Os níveis plasmáticos máximos (Cmax) foram atingidos 1,2 horas após uma dose oral

única de 20 mg de cloridrato monohidratado de sibutramina. A semi-vida do composto

original é de 1,1 horas. Os metabolitos 1 e 2 farmacologicamente activos atinge a Cmax

em três horas, registando-se semi-vidas de eliminação de 14 e 16 horas, respectivamente.

Foi demonstrada uma cinética linear nos intervalos de dosagens de 10 a 30 mg, não se

observado alterações relacionadas com a dose em termos das semi- vidas de eliminação,

registando-se

aumento

concentrações

plasmáticas

proporcionais

doses

administradas. Após a administração de doses repetidas, são atingidas concentrações em

estado de equilíbrio dos metabolitos 1 e 2 decorridos 4 dias, com uma acumulação

aproximadamente dupla. A farmacocinética de sibutramina e dos seus metabolitos em

indivíduos obesos é semelhante à dos indivíduos com peso corporal normal. Os dados

relativamente

limitados

disponíveis

até

data

não

revelam

sinais

diferenças

clinicamente relevantes na farmacocinética de ambos os sexos. O perfil farmacocinético

observado em indivíduos idosos saudáveis (média etária 70 anos) foi semelhante ao

registado em indivíduos jovens saudáveis.

Insuficiência renal

Foi estudada a distribuição dos metabolitos 1,2,5 e 6 da sibutramina em doentes com

diversos graus de função renal. A sibutramina não foi mensurável.

As AUCs dos metabolitos activos 1 e 2 não foram de uma maneira geral afectadas pela

insuficiência renal, com excepção da AUC do metabolito 2 nos doentes com insuficiência

renal terminal em diálise em que foi aproximadamente metade da avaliada em indíviduos

com função renal normal (CLcr > 80 mL/min). As AUCs dos metabolitos inactivos 5 e 6

aumentaram 2-3 vezes em doentes com insuficiência renal moderada ( 30 mL/min<CLcr

< 60 mL/min), 8-11 vezes em doentes com insuficiência renal terminal em diálise

comparativamente com indivíduos com função renal normal. Cerca de 1% da dose oral

foi recuperada no dialisador sob a forma combinada dos metabolitos 5 e 6 durante o

processo

hemodiálise,

enquanto

metabolitos

não

foram

doseáveis

dialisador.

Sibutramina não deve ser usada em doentes com insuficiência renal grave, nem em

doentes com insuficiência renal terminal em diálise.

Insuficiência hepática

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

indivíduos

insuficiência

hepática

moderada,

biodisponibilidade

metabolitos activos foi 24% superior após uma dose única de sibutramina. A ligação às

proteínas plasmáticas da sibutramina e dos seus metabolitos 1 e 2 corresponde a cerca de

97%, 94% e 94%, respectivamente. O metabolismo hepático constitui a principal via de

eliminação da sibutramina e dos seus metabolitos activos 1 e 2. os restantes metabolitos (

inactivos) são ecretados principalmente na urina, com uma relação urina:fezes de 10:1.

Os estudo in vitro realizados em microssomas hepáticos indicaram que a CYP3A4 é a

principal isoenzima do citocromo P450 responsável pelo metabolismo da sibutramina. Os

dados in vitro não revelam a existência de uma afinidade para a CYP2D6, uma enzima de

capacidade reduzida envolvida nas interacções farmacocinéticas com vários fármacos.

Estudos adicionais in vitro têm demonstrado que a sibutramina não exerce um efeito

significativo sobre a actividade das principais isoenzimas P450, incluindo a CYP3A4. Foi

comprovado que as CYP450s envolvidas no metabolismo subsequente do metabolito 2

(in vitro) são a CYP3A4 e a CYP2C9. Embora não existam presentemente dados

comprovativos, é provável que a CYP3A4 esteja igualmente envolvida no metabolismo

subsequente do metabolito 1.

5.3 Dados de segurança pré- clínica

A toxicidade da sibutramina após a administração de doses únicas em animais de

experimentação

resultou

geralmente

efeitos

farmacodinâmicos

exagerados.

tratamento durante um prazo mais longo esteve associado a alterações patológicas de

natureza apenas ligeira e a resultados secundários ou relacionados com as espécies.

Conclui-se, portanto, ser improvável que estas suscitem preocupações se a sibutramina

utilizada

acordo

recomendações

clínicas.

Realizaram-se

estudos

reprodução no rato e no coelho. Um estudo efectuado no coelho revelou uma incidência

ligeiramente superior de malformações cardiovasculares fetais nos grupos de tratamento

do que no grupo de controlo, enquanto que noutro estudo foi demonstrada uma incidência

inferior à dos controlos. Além disso, neste último estudo, mas não no primeiro, o grupo

tratamento

apresentou

número

ligeiramente

superior

fetos

duas

malformações minor (uma pequena ligação ossificada em forma de rosca entre os ossos

da maxila e os malares, e diferenças muito ligeiras no espaçamento das raízes de algumas

pequenas artérias do arco aórtico). Desconhece-se qual a relevância destes resultados para

o homem. Não foi investigado o uso de sibutramina na gravidez humana. Os ensaios de

toxicidade

genética

grande

extensão

não

revelaram

quaisquer

sinais

mutagenicidade induzida pela sibutramina. Os estudos em roedores demonstraram que a

sibutramina não possui potencial carcinogénico relevante para o homem.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista de excipientes

Conteúdo

cápsula:

Lactose

mono-hidratada,

estearato

magnésio,

celulose

microcristalina, sílica coloidal anidra.

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

Cápsula: indigo carmim (E 132), óxido de ferro preto, eritrosina, amarelo de quinoleína,

dióxido de titânio (E171) e gelatina.

6.2 Incompatibilidades

Não aplicável.

6.3 Prazo de validade

30 meses

6.4 Precauções especiais de conservação

Não conservar acima de 30ºC.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

10, 28, 30, 56 e 60 cápsulas acondicionados em blister de de PVC-PVDC/Alu.

6.6 Instruções de utilização e manipulação

Não existem requisitos especiais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

TECNIMEDE- Sociedade Técnico Medicinal S.A.

Rua da Tapada Grande, nº 2

Abrunheira

2710-089 Sintra

Portugal

8. NÚMEROS DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Nº de registo: xxxxxxx – 10 cápsulas, 10 mg, blister PVC-PVDC/Alu

Nº de registo: xxxxxxx – 28 cápsulas, 10 mg, blister PVC-PVDC/Alu

Nº de registo: xxxxxxx – 30 cápsulas, 10 mg, blister PVC-PVDC/Alu

Nº de registo: xxxxxxx – 56 cápsulas, 10 mg, blister PVC-PVDC/Alu

Nº de registo: xxxxxxx – 60 cápsulas, 10 mg, blister PVC-PVDC/Alu

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÃO DA AUTORIZAÇÃO DE

INTRODUÇÃO NO MERCADO

APROVADO EM

20-04-2009

INFARMED

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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