DIXIE CHAMPO ANTIPARASITARIO 0.4 g/L para cães

Portugal - português - DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária)

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Ingredientes ativos:
Tetrametrina 0.4 g ; Butóxido De Piperonilo 10.0 g
Disponível em:
Química de Munguia, S.A
Código ATC:
QP53AC30
DCI (Denominação Comum Internacional):
Piperonyl Piperonilo; Tetrametrina
Forma farmacêutica:
Champô
Via de administração:
Via tópica
Tipo de prescrição:
MNSRMV - Medicamento Não Sujeito a Receita Médico-Veterinária
Grupo terapêutico:
Caninos
Área terapêutica:
Associações de Piretrinas
Resumo do produto:
Intervalo de Segurança: não aplicável -; ; Frasco(s) - 1 unidade(s) - 250 ml 403/01/11NFVPT Autorizado Sim; Frasco(s) - 1 unidade(s) - 500 ml 403/01/11NFVPT Autorizado Sim; Frasco(s) - 1 unidade(s) - 5 L 403/01/11NFVPT Autorizado Sim
Número de autorização:
403/01/11NFVPT

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Direcção Geral de Veterinária - DSMPUV

Aprovado a 20 de Dezembro de 2011

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1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO

DIXIE CHAMPO ANTIPARASITARIO 0.4 g/L para cães

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

1 L champo:

Substância (s) activa (s):

Tetrametrina

0,4 g

Butóxido de piperonílo

10,0 g

Excipientes:

Para-hidroxibenzoato de metilo sódico (E-218)

1,0 g

Para-hidroxibenzoato de propilo sódico (E-216) 1,0 g

Vermelho ponceau 4R (E-124)

Otros excipientes q.b.p

Para a lista completa de excipientes, ver secção 6.1

3. FORMA FARMACÉUTICA

Champô.

Líquido homogêneo vermelho transparente.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1 Espécie (s)-alvo

Cães.

4.2 Indicações de utilização, especificando as espécies-alvo

Controlo e prevenção de ectoparasitoses em cães causadas por:

- Piolhos:

Lignonathus spp.

- Pulgas:

Ctenocephalides canis

Ctenocephalides felis

Pulex irritans

4.3 Contra-indicações

Não administrar em casos de hipersensibilidade à substância activa ou a qualquer um dos excipientes.

4.4 Advertências especiais

Não existem

4.5 Precauções especiais de utilização

Precauções especiais para utilização em animais

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Uso externo exclusivo. Deve evitar-se que o medicamento veterinário entre em contacto com os olhos,

em caso de contacto acidental com os olhos, lavar com água abundante.

Os champôs podem ser muito irritantes quer para a mucosa conjuntival quer para a córnea. Em

algumas ocasiões, estão descritas úlcera da córnea após a sua utilização. Recomenda-se enxaguar

abundantemente a cabeça do animal com água para evitar que o medicamento veterinário entre em

contacto com os olhos. Em caso de contacto, recomenda-se lavar muito bem os olhos com água ou

com soro fisiológico. Se observar que o animal manifesta sintomas de irritação ocular consulte

imediatamente um médico-veterinário.

Não permitir que o animal se lamba durante a aplicação e lavagem com o champô, ou até que esteja

seco. Deverá ter-se o cuidado de evitar que o animal inale o medicamento veterinário ou que fique com

o mesmo no nariz ou na boca durante a aplicação do champô.

Precauções especiais a adoptar pela pessoa que administra o medicamento aos animais

Usar luvas e lavar as mãos após a aplicação do medicamento veterinário. Durante a utilização evitar o

contacto com mucosas, especialmente olhos, nariz, boca e feridas.

Em caso de reacção cutânea de sensibilização ou qualquer efeito adverso (estão descritas parestesias

faciais), lavar abundantemente com água e consultar um médico.

Manter afastado de alimentos e bebidas inclusive as dos animais.

Não fumar, beber nem comer durante a sua manipulação

4.6 Reacções adversas (frequência e gravidade)

Podem ocorrer reacções de hipersensibilidade cutânea.

4.7 Utilização durante a gestação, a lactação e a postura de ovos.

Geralmente a utilização durante a gestação e a lactação está contra-indicada, será o veterinário do

animal a fazer a avaliação benefício-risco antes da sua utilização.

4.8 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

Os inseticidas organofosforados podem reforçar a acção através da diminuição da desintoxicação.

4.9 Posologia e via de administração.

Via tópica

Molhar o pêlo e aplicar em quantidade suficiente de acordo com o tamanho do animal. Esfregar

energicamente. Enxaguar e repetir a operação anterior. Antes de enxaguar pela 2ª vez, deixar actuar 5

minutos.

Repetir a aplicação a cada 3-4 semanas

4.10 Sobredosagem (sintomas, procedimentos de emergênia, antídotos)

Pela forma de aplicação é improvável o aparecimento de sobredosagem. Em caso de ingestão acidental

aparece excitação e convulsões que progridem para paralisia e fibrilhação muscular, podendo dar-se a

morte por insuficiência respiratória

Como tratamento podem administrar-se catárticos salinos ou uma suspensão de carvão activado.

No caso de aparecimento de sintomas nervosos, recomenda-se a administração de pentobarbital.

Impedir a ingestão de óleos e gorduras pois favorecem a absorção a nível intestinal.

Em caso de acidente contactar o Centro de Informação Anti-venenos – telefone 808 250 143

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4.11 Intervalo de Segurança

Não aplicável

5. PROPIEDADES FARMACOLÓGICAS

Grupo farmacoterapêutico: Ectoparasiticida, insecticidas e repelentes.

Código ATCvet: QP53AC30

5.1 Propiedades farmacodinâmicas

A Tetrametrina é um piretróide sintético do Tipo I que actua directamente nos canais de sódio da

membrana nervosa provocando-lhe durante a sua excitação um prolongamento do aumento transitório

da permeabilidade ao sódio. Os piretróides do Tipo I também originam uma actividade repetitiva pré-

sináptica moderada.

O Butóxido de piperonílo actua como sinergista com a tetrametrina. Ao associar-se à tetrametrina ou a

outras piretrinas ou piretróides, aumenta a velocidade de actuação destas..

Esta associação mostra actividade para os seguintes ectoparasitas:

- Piolhos:

Lignonathus spp.

- Pulgas:

Ctenocephalides canis

Ctenocephalides felis

Pulex irritans

5.2

Propriedades farmacocinéticas

A tetrametrina é absorvida no tracto gastrointestinal, sendo a sua absorção potenciada pela associação

de veículos oleosos. Atravessa minimamente a pele intacta. É metabolizado no fígado e rapidamente

se desintegra e métabolitos inativos são obtidos que são excretados na orina.

O efeito sinérgico é produzido por o Butóxido de Piperonílo para evitar que o insecto degrade a

tetrametrina, o que aumenta o contacto do insecticida com o ectoparasita. Ao mesmo tempo, não

aumenta o efeito tóxico nos animais de sangue quente

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS.

6.1 Lista de excipientes

Parahidroxibenxoato de metilo sal de sodio (E-218)

Parahidroxibenxoato de propilo sal de sodio (E-216)

Vermelho ponceau 4R (E-124)

Edetato de disodio 40%

Polisorbato 20

Ácido citrico monohidratado

Cocoamido propilbetaina

Laurileter sulfato sódico 27%

Cocoato de macrogol 7 glicerol

Cloruro sodico

Agua purificada

6.2 Incompatibilidades

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As soluções metanólicas e etanólicas degradam rapidamente o medicamento veterinário, perdendo este

a sua actividade. O mesmo acontece com soluções alcalinas.

6.3 Prazo de validades

Prazo de validade do medicamento veterinário tal como embalado para venda.: 3 anos

Prazo de validade após a primeira abertura do acondicionamento primário: utilização imediata

6.4 Precauções especiais de conservação

Não necessita de precauções especiais de conservação.

MANTER FORA DO ALCANCE E DA VISTA DAS CRIANÇAS

6.5 Natureza e composição do acondicionamento primário

Frascos de 250 ml, 500 ml e 5 l de polietileno de alta densidade, branco opaco, com tampa de enroscar

do mesmo material com obturador

6.6 Precauções especiais para a eliminação de medicamentos veterinários não utilizados ou de

desperdícios derivados da utilização desses medicamentos.

O medicamento veterinário não utilizado ou os seus desperdícios devem ser eliminados de acordo com

a legislação em vigor.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.

QUÍMICA DE MUNGUIA, S.A.

C/Derio Bidea 51

48100 Munguia

VIZCAYA

Espanha

8. NÚMEROS DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

403/01/11NFVPT

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/ RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO

Dezembro de 2011

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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