Buprenorfina PLS 8 mg Comprimido sublingual

Portugal - português - INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde)

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Ingredientes ativos:
Buprenorfina
Disponível em:
PLS Pharma - Produtos Farmacêuticos, Lda.
Código ATC:
N07BC01
DCI (Denominação Comum Internacional):
Buprenorphine
Dosagem:
8 mg
Forma farmacêutica:
Comprimido sublingual
Composição:
Buprenorfina, cloridrato 8.64 mg
Via de administração:
Via oral
Tipo de prescrição:
MSRM especial
Grupo terapêutico:
2.13.3 Medicamentos para tratamento da dependência de drogas
Área terapêutica:
buprenorphine
Resumo do produto:
5590575 - Blister 7 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 18 Mese(s)Temperatura: inferior a 25°CCondições: Conservar na embalagem de origem - Não comercializado - 10015659 - 50023730 ; 5590567 - Blister 7 unidade(s) - Tipo de embalagem: FechadaPrazo de validade: 2 Ano(s)Temperatura: inferior a 25°CCondições: Conservar na embalagem de origem - Não comercializado - 10015659 - 50023730
Status de autorização:
Autorizado
Número de autorização:
11/H/0255/005
Data de autorização:
2012-06-29

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Buprenorfina PLS 0,4 mg comprimidos sublinguais

Buprenorfina PLS 2 mg comprimidos sublinguais

Buprenorfina PLS 4 mg comprimidos sublinguais

Buprenorfina PLS 6 mg comprimidos sublinguais

Buprenorfina PLS 8 mg comprimidos sublinguais

buprenorfina

Leia

atentamente

este

todo

este

folheto

antes

começar

tomar

este

medicamento

Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler.

Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.

Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento

pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos

secundários não mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Neste folheto:

1. O que é Buprenorfina PLS e para que é utilizado

2. O que precisa de saber antes de tomar Buprenorfina PLS

3. Como tomar Buprenorfina PLS

4. Efeitos secundários possíveis

5. Como conservar Buprenorfina PLS

6. Conteúdo da embalagem e outras informações

1. O QUE É Buprenorfina PLS E PARA QUE É UTILIZADO

Buprenorfina

medicamento

utilizado

dependência

opiáceos

(narcóticos).

Buprenorfina PLS: os comprimidos sublinguais são utilizados como parte de um

programa de tratamento médico, social e psicológico para doentes com dependência

de opiáceos (narcóticos). Um comprimido sublingual é um comprimido que é

colocado sob a sua língua e se deixa dissolver. O tratamento com Buprenorfina PLS

comprimidos sublinguais destina-se a ser utilizado em adultos e adolescentes com

idade superior a 15 anos.

2. O QUE PRECISA SABER ANTES DE TOMAR Buprenorfina PLS

Não tome Buprenorfina PLS

- se tem alergia (hipersensibilidade) à buprenorfina ou a qualquer outro componente

de Buprenorfina PLS (ver secção 6 para a lista dos componentes).

- se tem problemas respiratórios graves.

- se tem problemas graves no fígado ou se o seu médico detectar o desenvolvimento

de um problema desse tipo durante o tratamento.

- se está intoxicado por álcool ou sofre de delirium tremens (os “tremores” e

alucinações).

- se está a amamentar.

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

Advertências e precauções

Informe o seu médico se tiver alguma das seguintes doenças antes do tratamento ou

as desenvolver durante o tratamento, pois o seu médico poderá ter de reduzir a sua

dose de Buprenorfina PLS ou poderá ser necessário tratamento adicional para as

controlar:

- asma ou outros problemas respiratórios.

- doença hepática ou renal.

- lesão na cabeça ou doença cerebral recentes.

- diminuição da pressão arterial.

- nos homens: doenças urinárias (especialmente associadas com uma próstata

aumentada).

A utilização incorrecta, especialmente por injecção e em dose elevada é perigosa e

poderá ser fatal.

Algumas pessoas morreram devido a insuficiência respiratória (incapacidade de

respirar)

pois

utilizaram

incorrectamente

buprenorfina

tomaram-na

associação

outros

depressores

sistema

nervoso

central

como

álcool,

benzodiazepinas

(medicamentos

utilizados

para

tratar

ansiedade

perturbações do sono) ou outros opiáceos.

Ocorreram casos de lesões hepáticas agudas graves quando este medicamento foi

utilizado incorrectamente. Estas lesões poderão ser devidas a doenças especiais

como infecções virais (hepatite C crónica), abuso de álcool, anorexia ou quando

tomado com certos outros medicamentos (por exemplo: anti-retrovirais análogos dos

nucleosídeos, aspirina, amiodarona, isoniazida e valproato). Se tiver sintomas de

fadiga intensa, ausência de apetite, comichão ou se a sua pele ou os seus olhos

estiverem amarelados, informe o seu médico imediatamente, de modo a que possa

receber o tratamento adequado.

Este medicamento pode causar:

- sintomas de abstinência se o tomar menos de seis horas após consumir um

narcótico (morfina, heroína ou outras substâncias relacionadas).

sonolência,

pode

piorar

também

ingerir

álcool

tomar

fármacos

tranquilizantes

ansiolíticos.

estiver

sonolento,

não

conduza

utilize

maquinaria.

- queda súbita da pressão arterial, que faz com que sinta tonturas se se levantar

demasiado rapidamente a partir de uma posição sentada ou deitada.

- dependência de drogas.

- uma reacção positiva a análises “antidoping” (os atletas deverão ter isto presente).

Outros medicamentos e Buprenorfina PLS

Informe

seu médico

farmacêutico se

estiver

tomar

ou tiver tomado

recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita

médica. Antes de tomar Buprenorfina PLS, deve informar o seu médico se estiver a

tomar algum dos seguintes medicamentos:

- benzodiazepinas e outros medicamentos utilizados para tratar a ansiedade ou as

perturbações do sono.

outros

medicamentos

propriedades sedativas incluindo

anti-histamínicos

sedativos, certos antidepressivos e clonidina (um tratamento para a pressão arterial

alta, enxaquecas, afrontamentos da menopausa).

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27-03-2014

INFARMED

- analgésicos fortes (analgésicos opiáceos), medicamentos para a tosse que contêm

substâncias relacionadas com opiáceos e metadona.

- inibidores da monoaminoxidase (um tipo de antidepressivo).

- fármacos antipsicóticos.

- gestodeno (um contraceptivo oral).

- medicamentos para tratar o VIH / SIDA (inibidores da protease) incluindo indinavir,

ritonavir e saquinavir.

medicamentos

antiepilépticos

(anticonvulsivantes)

incluindo

fenobarbital,

carbamazepina e fenitoína.

- medicamentos antibióticos incluindo rifampicina, troleandomicina e cetoconazol

(um tratamento para infecções fúngicas).

- fenprocumon (um medicamento para tornar o sangue mais fluido).

Buprenorfina PLS com alimentos, bebidas e álcool

Não beba bebidas alcoólicas enquanto estiver a ser tratado com buprenorfina. O

álcool aumenta os efeitos sedativos da buprenorfina, podendo tornar perigosa a

condução e a utilização de maquinaria.

Gravidez e amamentação

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.

Não tome buprenorfina durante a gravidez, a menos que o seu médico lhe diga para

o fazer.

Não tome buprenorfina se estiver a amamentar.

Condução de veículos e utilização de máquinas

Buprenorfina

poderá

causar

sonolência,

especialmente

quando

tomada

conjuntamente com álcool ou certos antidepressivos. Caso se sinta cansado, não

conduza nem utilize maquinaria.

Buprenorfina PLS contém lactose

Se foi informado pelo seu médico de que sofre de intolerância a alguns açúcares,

contacte o seu médico antes de tomar este medicamento.

Buprenorfina PLS os comprimidos sublinguais 2 mg, 4 mg e 8 mg também contêm o

agente corante amarelo alaranjado (E110), que pode provocar reacções alérgicas.

3. COMO TOMAR Buprenorfina PLS

Tome sempre Buprenorfina PLS de acordo com as indicações do médico. Fale com o

seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

Os comprimidos são administrados por via sublingual. Isto significa que deve colocar

o comprimido debaixo da sua língua e deixá-lo dissolver-se. Esta é a única maneira

de tomar estes comprimidos. Não mastigue os comprimidos nem os engula inteiros,

pois não irão actuar adequadamente.

A dose habitual é:

Adultos e adolescentes com mais de 15 anos: a dose inicial varia entre 0,8mg e 4

mg, tomada uma vez por dia.

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27-03-2014

INFARMED

Doentes que sofreram de abstinência: uma dose de Buprenorfina PLS pelo menos 6

horas após a última utilização de opiáceos (narcóticos) ou quando surgir o primeiro

sinal de carência (craving).

Doentes a receber metadona: antes de iniciar o tratamento, o seu médico deverá

reduzir a sua dose de metadona para um máximo de 30 mg por dia. Buprenorfina

PLS poderá causar sintomas de abstinência em doentes que são dependentes de

metadona.

Durante

tratamento,

médico

poderá

aumentar

dose

buprenorfina até uma única dose máxima diária de 24 mg, dependendo da sua

resposta. Após um período de tratamento bem sucedido, o seu médico poderá

reduzir gradualmente a sua dose. Dependendo da sua situação, a sua dose poderá

continuar a ser reduzida sob vigilância médica cuidadosa, até ser completamente

interrompida.

Se tomar mais Buprenorfina PLS do que deveria

Deve imediatamente ir ou ser levado para um centro de urgências ou hospital para

tratamento. Informe imediatamente o seu médico ou o seu farmacêutico.

Caso se tenha esquecido de tomar Buprenorfina PLS

Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

Contacte o seu médico.

Se parar de tomar Buprenorfina PLS

A interrupção súbita do tratamento pode provocar sintomas de abstinência.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu

médico ou farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS

Como todos os medicamentos, Buprenorfina PLS pode causar efeitos secundários, no

entanto estes não se manifestam em todas as pessoas.

Se desenvolver sintomas de uma reacção alérgica grave (como dificuldade em

respirar, respiração asmática e inchaço do olhos, lábios, garganta, língua ou mãos)

procure imediatamente ajuda médica.

A frequência de efeitos secundários possíveis indicada em seguida é definida

utilizando a seguinte convenção:

Muito frequentes:

afecta mais de 1 utilizador em 10

Frequentes:

afecta 1 a 10 utilizadores em 100

Pouco frequentes:

afecta 1 a 10 utilizadores em 1.000

Raros:

afecta 1 a 10 utilizadores em 10.000

Muito raros:

afecta menos de 1 utilizador em 10.000

Desconhecida:

não

possível

estimar

frequência

partir

dados

disponíveis

Efeitos secundários muito frequentes

- não conseguir dormir

- uma sensação geral de fraqueza

- síndrome de abstinência

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27-03-2014

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Efeitos secundários frequentes

- dor de cabeça

- desmaio

- tonturas

- ansiedade

- nervosismo

- obstipação

- náuseas

- vómitos

- diarreia

- dor de estômago

- perturbação do lacrimejo

- corrimento nasal

- sonolência

- queda da pressão arterial ao mudar de posição a partir de uma posição sentada ou

deitada para a posição de pé

- sudação

- dor nas costas

- calafrios

Efeitos secundários pouco frequentes

- alucinações

- dificuldade grave em respirar (depressão respiratória)

- problema hepático com ou sem icterícia

- morte das células do fígado (necrose do fígado)

Efeitos secundários muito raros

- foram descritas reacções de hipersensibilidade (alérgicas). Os sintomas poderão

incluir erupção cutânea, urticária e comichão.

Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar algum efeito secundário

não mencionado neste folheto, por favor informe o seu médico ou farmacêutico.

5. COMO CONSERVAR Buprenorfina PLS

Manter fora do alcance e da vista das crianças.

Não utilize Buprenorfina PLS após o prazo de validade impresso na embalagem

exterior e no blister após {abreviatura utilizada para prazo de validade}. O prazo de

validade corresponde ao último dia do mês indicado.

Não conservar acima de 25°C. Conservar na embalagem de origem para proteger da

humidade.

Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.

Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não

necessita. Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. CONTEÚDO DA EMBALAGEM E OUTRAS INFORMAÇÕES

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

Qual a composição de Buprenorfina PLS:

- A substância activa é buprenorfina (como cloridrato). Cada comprimido contém 0,4

mg, 2 mg, 4 mg, 6 mg ou 8 mg de buprenorfina.

- Os outros componentes são estearato de magnésio, citrato de sódio, povidona,

ácido cítrico anidro, amido pré-gelatinizado, e lactose monoidratada. Buprenorfina

PLS os comprimidos sublinguais 2 mg, 4 mg, 6 mg e 8 mg contêm igualmente

crospovidona, manitol e amarelo alaranjado (E110).

Qual o aspecto de Buprenorfina PLS e conteúdo da embalagem

Buprenorfina PLS os comprimidos sublinguais 0,4 mg são brancos ou quase brancos,

arredondados de 6 mm e achatados com “B” numa das faces.

Buprenorfina PLS os comprimidos sublinguais 2 mg são cor-de-laranja claro, ovais de

5 x 8 mm e biconvexos com “B” numa das faces.

Buprenorfina

comprimidos

sublinguais

são

cor-de-laranja

claro,

arredondados de 9 mm e biconvexos com “B 4” numa das faces com ranhura em

ambos os lados e na face lateral. Os comprimidos podem ser divididos em metades

iguais.

Buprenorfina

comprimidos

sublinguais

são

cor-de-laranja

claro,

arredondados de 10 mm e biconvexos com “B 6” numa das faces com ranhura em

ambos os lados e na face lateral. Os comprimidos podem ser divididos em metades

iguais

Buprenorfina PLS os comprimidos sublinguais 8 mg são cor-de-laranja claro, ovais de

7.35 x 13.35 mm e biconvexos com “B” numa das faces.

Buprenorfina PLS está disponível em tamanhos de embalagem de 1, 7, 20, 24, 28,

48 e 50 comprimidos.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado

PLS Pharma - Produtos Farmacêuticos, Lda

Estrada de Paço de Arcos, Edificio Espaço, nº 9 - 2F

2770-218 Paço de Arcos

Fabricante

Actavis hf.

Reykjavíkurvegur 76-78

220 Hafnarfjörður

Islândia

Este

medicamento

encontra-se

autorizado

Estados-Membros

Espaço

Económico Europeu (EEE) sob as seguintes denominações:

Este folheto foi aprovado pela última vez em

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO

Buprenorfina PLS 8 mg comprimidos sublinguais.

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada

comprimido

contém

cloridrato

buprenorfina

equivalente

buprenorfina base.

Excipientes: lactose mono-hidratada 175,6 mg

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido sublingual.

Comprimidos cor de laranja claro, ovais, biconvexos, com 7,35 x 13,35 mm de

diâmetro e gravados com “B” num dos lados.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1 Indicações terapêuticas

Tratamento de substituição em caso de toxicodependência major de opiáceos, no

âmbito de um programa detalhado de acompanhamento terapêutico do ponto de

vista médico, social e psicológico.

4.2 Posologia e modo de administração

O tratamento destina-se a adultos e adolescentes a partir dos 15 anos de idade que

acederam ao tratamento da sua toxicodependência.

Ao instituir o tratamento com buprenorfina, o médico deverá ter presente o perfil

agonista parcial da molécula para os receptores µ dos opiáceos, que pode precipitar

uma síndrome de abstinência em doentes dependentes de opiáceos.

O resultado do tratamento depende da posologia prescrita assim como do conjunto

de medidas médicas, psicológicas, sociais e educacionais tomadas na monitorização

do doente.

A via administração é sublingual: Os médicos devem advertir os doentes de que a

via sublingual é a única via de administração eficaz e bem tolerada para a

administração do medicamento. O comprimido deve ser mantido debaixo da língua

até se dissolver, o que ocorre normalmente entre 5 a 10 minutos.

Terapêutica de iniciação: a dose inicial varia entre 0,8 e 4 mg, administrada numa

dose diária única.

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27-03-2014

INFARMED

- Toxicodependentes de opiáceos não submetidos a uma fase de privação: quando se

inicia o tratamento, a dose de buprenorfina deve ser tomada, pelo menos, 4 horas

após o último consumo do opiáceo ou quando surgem os primeiros sintomas de

privação.

Doentes

medicados

metadona:

antes

iniciar

terapêutica

buprenorfina, deve reduzir-se a dose de metadona até um máximo de 30 mg/dia;

contudo a buprenorfina pode precipitar uma síndrome de abstinência.

Ajuste da posologia e manutenção: a posologia deve ser individualizada para cada

doente. A dose de manutenção varia entre os indivíduos e deve ser determinada pelo

aumento

progressivo

dose

até

dose

mínima

eficaz.

dose

média

manutenção é de 8 mg com alguns doentes a precisarem até 16 mg por dia. A dose

diária máxima nunca deve exceder 16 mg. A dose é titulada de acordo com a

reavaliação do estado clínico e situação global do doente. Recomenda-se a dispensa

diária de buprenorfina, particularmente durante a fase inicial do tratamento. Em

seguida, após estabilização, pode dar-se ao doente uma quantidade de medicamento

suficiente para vários dias de tratamento. Contudo, recomenda-se que a quantidade

de medicamento dispensada se limite, no máximo, a 7 dias.

Redução da posologia e suspensão do tratamento: após um período satisfatório de

estabilização

doente

concordar,

dose

buprenorfina

pode

gradualmente

reduzida;

alguns

casos

favoráveis,

tratamento

pode

interrompido. A disponibilidade dos comprimidos sublinguais nas doses de 0,4 mg, 2

mg e 8 mg, respectivamente, permite efectuar uma titulação decrescente da dose.

Os doentes devem ser mantidos sob vigilância após a suspensão do tratamento com

buprenorfina devido ao potencial de recaídas.

4.3 Contra-indicações

Hipersensibilidade à buprenorfina ou a qualquer dos excipientes.

Crianças com idade inferior a 15 anos.

Insuficiência respiratória grave.

Insuficiência hepática grave.

Alcoolismo agudo ou delirium tremens.

Combinação com Metadona, Analgésicos Opiáceos de Nível III

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Este

medicamento

encontra-se

apenas

recomendado

para

tratamento

toxicodependência major de opiáceos.

Recomenda-se ainda que o tratamento seja prescrito por um médico que assegure

um acompanhamento abrangente dos toxicodependentes (consultar “Anexo II”).

Dados os riscos de uma utilização incorrecta, especialmente por via intravenosa e

devido

adaptação

posologia,

duração

prescrição

deve

breve,

particularmente no início do tratamento. Se possível, deve implementar-se uma

dispensa controlada ou parcial de forma a aumentar a adesão ao tratamento.

A interrupção do tratamento pode provocar uma síndrome de abstinência, em certos

casos tardia.

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

Buprenorfina PLS contém lactose mono-hidratada. Os doentes com problemas

hereditários de intolerância à galactose, deficiência em lactase de Lapp ou má

absorção da glucose-galactose não devem tomar este medicamento.

Depressão Respiratória: foram descritos alguns casos de morte por depressão

respiratória, em particular quando o fármaco foi utilizado em associação com

benzodiazepinas (ver secção 4.5) ou quando a buprenorfina foi incorrectamente

utilizada.

Hepatite, eventos hepáticos: Foram referidos casos graves de lesão hepática aguda

num contexto de utilização incorrecta, especialmente por via intravenosa (ver secção

4.8). Estas lesões hepáticas foram observadas principalmente nas doses elevadas e

possivelmente devidas a toxicidade mitocondrial. A insuficiência mitocondrial pré-

existente ou adquirida (doenças genéticas, infecções virais, particularmente hepatite

C crónica, abuso de álcool, anorexia, toxinas mitocondriais associadas, p. ex.

aspirina,

isoniazida,

valproato,

amiodarona,

antiretrovirais

analógos

nucleosidos), pode promover a ocorrência de tais lesões hepáticas. Estes co-factores

devem ser tomados em consideração antes da prescrição de Buprenorfina PLS e

durante a monitorização do tratamento. Sempre que se suspeite de um evento

hepático,

torna-se

necessária

avaliação

biológica

etiológica

adicional.

Dependendo dos resultados obtidos, o tratamento com o medicamento pode ser

cuidadosamente interrompido de forma a evitar a síndrome de abstinência e o

retorno à toxicodependência. Na eventualidade de se prosseguir o tratamento, deve

monitorizar-se cuidadosamente a função hepática.

Este

medicamento

pode

provocar

sintomas

privação

opiáceos

quando

administrado a um doente toxicodependente menos de 4 horas após o último

consumo de droga (ver secção 4.2).

Assim como com outros opiáceos, deve-se ter cuidado com doentes que utilizam

buprenorfina no caso de:

- lesão na cabeça e aumento da pressão intracraniana,

- hipotensão,

- hipertrofia prostática e estenose uretral.

Uma vez que a buprenorfina é um opiáceo, a dor, como sintoma de doença, pode ser

atenuada.

Este medicamento pode provocar sonolência, a qual poderá ser exacerbada por

outros agentes com acção central, nomeadamente: álcool, tranquilizantes, sedativos,

hipnóticos (ver secções 4.5 e 4.7).

Este medicamento pode provocar hipotensão ortostática.

Estudos realizados em animais, assim como a experiência clínica, demonstraram que

a buprenorfina pode provocar dependência mas num grau inferior ao que se verifica

morfina.

Consequentemente,

importante

sejam

seguidas

recomendações

relativas

início

tratamento,

ajuste

dose

monitorização do doente (ver secção 4.2).

Os atletas devem ser informados de que este medicamento pode provocar uma

reacção positiva em “testes anti-doping”.

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

Este medicamento deve ser utilizado com precaução em doentes com:

- asma ou insuficiência respiratória (têm sido descritos alguns casos de depressão

respiratória com a buprenorfina)

- insuficiência renal (20 % da dose administrada é eliminada por via renal; a

eliminação renal poderá, como tal, ser prolongada)

insuficiência

hepática

metabolismo

hepático

buprenorfina

poderá

alterado)

inibidores

CYP3A4

(ver

secção

4.5)

podem

aumentar

concentrações da buprenorfina, os doentes já tratados com inibidores CYP3A4 devem

ter a sua dose de Buprenorfina PLS cuidadosamente titulada, uma vez que nestes

doentes uma dose reduzida poderá ser suficiente.

4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

Associações contra indicadas:

- Metadona: Diminuição do efeito da metadona pelo bloqueio competitivo dos

receptores com risco de causar síndrome de abstinência.

- Analgésicos opiáceos de Nível III: em doentes a utilizar analgésicos de nível III,

pode ocorrer uma diminuição do efeito analgésico dos morfínicos, pelo bloqueio

competitivo dos receptores, com risco de causar síndrome de abstinência.

Associação não recomendada

- Naltrexona: Risco de causar síndrome de abstinência.

- Analgésicos de Nível II: em doentes a utilizar analgésicos de nível II, pode ocorrer

uma diminuição do efeito analgésico dos morfínicos, pelo bloqueio competitivo dos

receptores, com risco de causar síndrome de abstinência.

- Codeína, etilmorfina: em doentes a utilizar codeína ou etilmorfina, pode ocorrer

uma diminuição do efeito analgésico dos morfínicos, pelo bloqueio competitivo dos

receptores, com risco de causar síndrome de abstinência.

- Álcool: O álcool potencia o efeito sedativo da buprenorfina, tornando perigosa a

condução de veículos ou a utilização de máquinas.

Evite a administração de Buprenorfina PLS em conjunto com bebidas alcoólicas ou

com medicamentos contendo álcool.

Associações que devem ser utilizadas com precaução:

- A associação com benzodiazepinas pode provocar a morte devido a depressão

respiratória de etiologia central. Assim, as doses deverão ser limitadas e esta

associação deve ser evitada em caso de risco de uma utilização incorrecta (ver

secções 4.4 e 4.8). Antes da prescrição desta associação, deve ser efectuada uma

avaliação médica adequada da relação benefício/risco.

- Outros fármacos depressores do sistema nervoso central: outros derivados dos

opiáceos

(analgésicos

antitússicos),

determinados

antidepressivos,

antagonistas

receptores

sedativos,

benzodiazepinas,

ansiolíticos

não

benzodiazepínicos,

neurolépticos, clonidina e substâncias relacionadas: Esta associação aumenta a

depressão do sistema nervoso central. O reduzido grau de vigília pode tornar

perigosa a condução de veículos e a utilização de máquinas.

- Barbitúricos: aumento do risco de depressão respiratória.

- Inibidores do CYP3A4: Um estudo de interacção da buprenorfina com cetoconazol

(um inibidor potente do CYP3A4) resultou num aumento das Cmax e AUC da

buprenorfina (aproximadamente 70 % e 50 % respectivamente) e, numa extensão

APROVADO EM

27-03-2014

INFARMED

menor, da norbuprenorfina. Os doentes tratados com Buprenorfina PLS devem ser

cuidadosamente monitorizados, e pode ser necessária uma redução da dose se

associada com inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex., antifúngicos azólicos como

cetoconazol. itraconazol, voriconazol ou posaconazol) (ver secção 4.4)

- Inibidores da protease: Existe um risco de potenciar ou diminuir os efeitos da

buprenorfina, ambos devido à inibição e indução do seu metabolismo pelos inibidores

da protease (por ex.,

ritonavir, nelfinavir ou indinavir). O efeito resultante pode ser quer de sinais de

privação quer de sobredosagem. Os doentes a receber Buprenorfina PLS em

associação com inibidores da protease devem ser cuidadosamente monitorizados e,

se necessário, deve ser considerado o ajuste posológico (ver secção 4.4).

- Indutores do CYP3A4: A interacção de buprenorfina com os indutores CYP3A4 não

foi investigada, portanto recomenda-se que os doentes tratados com Buprenorfina

sejam

cuidadosamente

monitorizados

forem

administrados

concomitantemente

indutores

(por

fenobarbital,

carbamazepina,

fenitoína,

rifampicina).

Outras associações não recomendadas

Álcool: O álcool aumenta o efeito sedativo da buprenorfina, tornando perigosa a

condução de veículos ou a utilização de máquinas.

Evite a administração de Buprenorfina PLS em conjunto com bebidas alcoólicas ou

com medicamentos contendo álcool.

Até à data não foram observadas interacções relevantes entre a buprenorfina e a

cocaína, o agente mais frequentemente utilizado pelos consumidores de drogas

múltiplas em associação com opiáceos.

4.6 Fertilidade, gravidez e aleitamento

Gravidez

Tendo

consideração

dados

disponíveis

benefício

materno/fetal,

buprenorfina pode ser utilizada durante a gravidez. No entanto, a titulação da dose

pode ser necessária por forma a manter a eficácia terapêutica do tratamento. A

utilização crónica de buprenorfina pela mãe no final da gravidez, em qualquer dose,

pode resultar em síndrome de abstinência no recém-nascido. Esta síndrome é

geralmente prolongada durante várias horas até alguns dias após o nascimento.

Amamentação

Uma quantidade muito pequena de buprenorfina e dos seus metabolitos passa para o

leite materno. Estas quantidades não são suficientes para prevenir a síndrome de

abstinência, a qual pode estar retardada em lactentes. Após avaliação dos factores

individuais,

pode

considerada

amamentação

doentes

tratados

buprenorfina.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Buprenorfina PLS pode provocar sonolência, em particular quando administrado em

conjunto com álcool ou com depressores do sistema nervoso central. Recomendam-

se, portanto, precauções na condução e na utilização de máquinas (ver secções 4.4 e

4.5).

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4.8 Efeitos indesejáveis

O aparecimento de efeitos secundários depende do limiar de tolerância do doente,

que é mais elevado nos toxicodependentes do que na população em geral.

De seguida seguem-se os efeitos indesejáveis notificados durante os ensaios clínicos.

Muito frequentes (≥ 1/10); Frequentes (≥ 1/100, < 1/10);

Pouco frequentes (≥ 1/1.000, < 1/100); Raros (≥ 1/10.000, < 1/1.000);

Muito raros (< 1/10.000), incluindo notificações isoladas (CIOMS III)

Perturbações do foro psiquiátrico:

- raras: alucinações

Doenças do sistema nervoso:

- frequentes: nsónia, cefaleias, desmaio, tonturas

Vasculopatias:

-frequentes: hipotensão ortostática

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:

- raras: depressão respiratória (ver secções 4.4 e 4.5)

Doenças gastrointestinais:

- frequentes: obstipação, náuseas, vómitos

Perturbações gerais e alterações no local de administração:

- frequentes: astenia, sonolência, sudorese

Outros efeitos indesejáveis notificados durante o período de pós-comercialização:

- Doenças do sistema imunitário:

Reacções

de hipersensibilidade, tais

como

erupção cutânea, urticária,

prurido,

broncoespasmo, edema angioneurótico, choque anafiláctico

- Afecções hepatobiliares (ver secção 4.4):

Em condições normais de utilização: aumento raro das transaminases e hepatite

acompanhada de icterícia que geralmente se resolvem de forma favorável.

Em casos de utilização incorrecta por via intravenosa, foram referidos casos de

reacções locais, por vezes sépticas, endocardites e hepatites agudas potencialmente

graves devido às práticas de injecção não seguras (ver secção 4.4).

Em doentes que apresentam toxicodependência marcada, a administração inicial de

buprenorfina pode provocar um efeito de privação semelhante ao associado à

naloxona.

4.9 Sobredosagem

A buprenorfina parece possuir uma margem de segurança teoricamente ampla

devido às suas propriedades de agonista parcial dos opiáceos.

Em caso de sobredosagem acidental, devem-se instituir medidas de suporte gerais,

incluindo uma rigorosa monitorização da função cardíaca e respiratória do doente. A

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miose é um sinal frequente de sobredosagem acidental. O principal sintoma que

requer intervenção é a depressão respiratória, que pode levar a paragem respiratória

ou morte. Se o doente vomitar, devem-se tomar precauções para prevenir aspiração

do vómito.

Tratamento:

Deve

implementado

tratamento

sintomático

depressão

respiratória e medidas convencionais de cuidados intensivos. As vias respiratórias

devem ser desobstruídas e, se necessário, deve-se implementar uma ventilação

assistida ou controlada. O doente deve ser transferido para um local onde seja

possível efectuar a reanimação. É recomendada a utilização de um antagonista dos

opiáceos (i.e., naloxona), apesar de poder ter um efeito modesto na reversão dos

sintomas respiratórios da buprenorfina. A buprenorfina liga-se activamente aos

receptores da morfina.

Se for utilizado um antagonista dos opiáceos (i.e. naloxona), deve ter-se em

consideração a longa duração de acção do medicamento.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 2.13.3 – Sistema Nervoso Central. Outros medicamentos

acção

Sistema

Nervoso

Central.

Medicamentos

para

tratamento

dependência de drogas; classificação.

Código ATC: N07BC01

A buprenorfina é um agonista/antagonista dos opiáceos que se liga aos receptores µ

e κ cerebrais. A sua actividade no tratamento de manutenção da dependência dos

opiáceos é atribuída à sua ligação lentamente reversível aos receptores µ, a qual

reduz ao mínimo, durante um período de tempo prolongado, a necessidade de

consumo de drogas por parte do doente toxicodependente.

Devido à sua actividade agonista parcial dos opiáceos, a buprenorfina possui uma

ampla margem de segurança, a qual limita os seus efeitos depressores, em

particular a nível das funções cardíaca e respiratória. A margem de segurança pode

ser reduzida se combinada com benzodiazepinas ou se a buprenofina for utilizada

indevidamente.

5.2 Propriedades farmacocinéticas

Absorção: Quando administrada por via oral, a buprenorfina sofre um extenso

metabolismo de primeira passagem com N-desalquilação e glucuroconjugação no

intestino

delgado

fígado.

deste

medicamento

oral

consequentemente, inadequado. A biodisponibilidade absoluta dos comprimidos de

buprenorfina administrados por via sublingual não é bem conhecida, mas estima-se

que esteja compreendida entre 15 e 30 %. Os picos das concentrações plasmáticas

são atingidos 90 minutos após administração sublingual e a relação máxima dose-

concentração é linear entre 2 mg e 16 mg.

Distribuição: A absorção de buprenorfina é seguida de uma fase de distribuição

rápida. A semivida é de 2 a 5 horas.

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Metabolismo e eliminação: A buprenorfina é metabolizada por 14-N-desalquilação e

glucuroconjugação da molécula original e do metabolito desalquilado. Os dados

clínicos

confirmam

CYP3A4

responsável

pela

N-desalquilação

buprenorfina. A N- desalquilobuprenorfina é um agonista µ com fraca actividade

intrínseca.

A eliminação da buprenorfina é bi- ou tri-exponencial com uma longa fase de

eliminação

terminal

horas,

devida,

parte,

reabsorção

buprenorfina após hidrólise intestinal do derivado conjugado e, em parte, à natureza

altamente lipofílica da molécula.

A buprenorfina é essencialmente eliminada nas fezes por excreção biliar dos

metabolitos glucuroconjugados (80 %), sendo a fracção restante eliminada na urina.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

A toxicidade crónica, estudada em quatro espécies (roedores e não roedores) por

quatro vias de administração diferentes, não revelou qualquer elemento clínico

pertinente. Num estudo de administração oral com a duração de um ano realizado

em cães, observou-se toxicidade hepática com uma dose muito elevada (75 mg/kg).

Os estudos de teratologia realizados em ratos e coelhos permitem concluir que a

buprenorfina não é embriotóxica nem teratogénica. Não foi referido qualquer efeito

indesejável sobre a fertilidade em ratos, contudo, observou-se nesta espécie, uma

elevada mortalidade peri e pós-natal com uma administração por vias IM e oral,

devido a dificuldades no parto e deficiente aleitamento materno.

Numa série de testes padrão, não se evidenciou qualquer potencial genotóxico.

Os estudos de carcinogenicidade realizados em ratos e ratinhos revelaram que não

se verificam diferenças nas incidências dos diferentes tipos de tumores entre os

animais tratados com buprenorfina e os dos grupos de controlo. Contudo, num

estudo efectuado com doses farmacológicas administradas a ratinhos, observou-se,

nos animais tratados, uma atrofia e uma mineralização tubular dos testículos.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista dos excipientes

Estearato de magnésio,

Crospovidona,

Citrato de sódio,

Povidona,

Ácido cítrico anidro,

Amido de milho pré gelatinizado,

Lactose mono-hidratada,

FD&C amarelo 6

6.2 Incompatibilidades

Não aplicável.

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6.3 Prazo de validade

Embalagem de blister Alu/Alu – 2 anos

Embalagem de blister (Alu/PVDC/PVDC Perlalux Tristar Ultra): – 18 meses

Recipiente para comprimidos - 2 anos

6.4 Precauções especiais de conservação

Não conservar acima de 25°C. Mantenha os comprimidos dentro da embalagem

original para proteger da humidade.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

1, 7, 20, 24, 28, 48 e 50 comprimidos sublinguais em embalagens de blister de

Alu/Alu, ALU/PVC/PVDC – Tristar ou recipiente para comprimidos HDPE com tampa

LDPE e excicante.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

6.6 Precauções especiais de eliminação e manuseamento

Não existem requisitos especiais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

PLS Pharma - Produtos Farmacêuticos, Lda

Avenida General Norton de Matos, 59-B, Icon Offices

1495-148 Algés

8. NÚMEROS DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÂO DE

INTRODUÇÃO NO MERCADO

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

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